Sobre o episódio
Dudu passou dez anos à frente da Dobra, uma pequena fábrica gaúcha de carteiras feitas com um material parecido com papel, que funcionava como laboratório: produção sob demanda, estampas colaborativas, salários iguais para todos e tudo aprendido em casa, do e-commerce à marca. Desse hábito de experimentar nasceram a DobraLabs, laboratório de design, tecnologia e IA, e o Ratos de IA, canal que em quatro meses passou de 20 mil inscritos e de 2 mil alunos.
A conversa explica, sem jargão, o que mudou na forma de usar inteligência artificial. Um modelo de linguagem tende sempre à média do que aprendeu, por isso tanto texto e tanto site feitos com IA parecem iguais. A saída é dar a ela contexto próprio: uma camada com o conhecimento, o tom e as ferramentas da empresa, que funcione com qualquer modelo. É a ideia do sistema operacional de IA de cada negócio, que a DobraLabs chama de Ratos OS e aplicou também no Pande-OS, o sistema que organiza o conhecimento da Pande para a IA.
Na segunda metade, o assunto é o futuro do trabalho e da identidade. Gian conta a experiência da Nindo, startup de IA que cofundou em 2017, apresenta a premissa do primeiro livro da trilogia Identidade, ambientado em 2128, e propõe um jeito de olhar para o futuro como direção e energia de movimento. A conclusão compartilhada: no curto prazo, o desafio é letramento, e quem mais ganha com IA é quem conhece a fundo o próprio negócio.
Trechos em destaque
“Quanto mais você consegue se abrir, você fica de fato competitivo.”
“Os cases mais legais não são necessariamente dos caras que entendiam mais de tecnologia, mas sim das pessoas que entendiam mais do seu próprio negócio.”
“O pêndulo dela sempre vai meio que para a média. Por isso todo site que a gente faz com IA é igual.”
“A gente usa as lentes de hoje para pensar um mundo que não tem essas lentes.”
“Para mim, o futuro é menos sobre acerto e mais sobre direção e energia de movimento.”
“Passado não é causa de presente. Passado é consequência de presente, e futuro é aquilo que puxa o presente para uma direção ou para outra.”
Capítulos
- 0:00Abertura
- 1:38Quem é Dudu: da empresa da família à Dobra
- 5:58A empresa como laboratório
- 8:18Da Dobra à inteligência artificial
- 10:49Como nasceu o Ratos de IA
- 16:19DobraLabs: produtos, educação e serviços
- 19:00O que é um modelo de linguagem, na prática
- 21:14O sistema operacional de IA da empresa
- 34:33Modelos viram commodity: o que é um harness
- 44:44Abertura radical: competir compartilhando
- 46:54O sistema operacional de cada negócio
- 52:18Próximos passos: IA fácil para leigos
- 55:21Quem tira mais da IA: quem conhece o próprio negócio
- 58:43Nindo, a startup de IA de Gian em 2017
- 1:03:50IA como água e luz
- 1:07:08O futuro do trabalho e a pergunta da trilogia Identidade
- 1:18:31Desconforto, conforto e fé: o que move a ação humana
- 1:25:48IA local, regulação e o curto prazo
- 1:30:37Letramento, o desafio dos próximos anos
Cortes do episódio
Transcrição completagerada a partir da legenda automática do YouTube, com revisão de nomes
Olá, olá, olá. Bem-vindos ao Trocando a Lente, um podcast onde a gente fala de um monte de assunto. E o assunto de hoje, qual é?Inteligência artificial, G.É tudo que tá por trás da inteligência artificial.É, no algoritmo, no SEO, a gente tá com um monte de gente falando de inteligência artificial aí agora. vai ter o desafio aqui de falar de um assunto que todo mundo fala de um jeito que ninguém fala.É, mas na consistência e profundidade trocando a lente Gian Foco Rookol.Exato. Bom, a gente tá aqui hoje com dois convidados, Dudu e Elsides. Obrigado por aceitar o convite, Dudu. Se apresenta aí pra galera. Câmera ali, por favor.
Boa. Prazer, galera. Sou Dudu. por 10 anos tive uma marca, um e-commerce, uma fábrica de carteiras que material que parecia papel e agora tô tocando dobra labs e imerso nesse universo da IA, tentando trazer um pouco reflexões de maneiras não óbvias, né? Não só pegando hype e acho que é por aí.Boa. É, meu nome é Alcides, eu trabalho junto com o Dudu. Isso aí.Meu nome é Alcides, eu trabalho com o Dudu.Com o Dudu.Boa.Mas, ó, tem uma dinâmica que não é combinada, mas parece que é, porque eu sempre tenho que falar pro Gian. Gian,é que tem uma sequência de coisas que eu nunca consigo lembrar. É, se inscreve no canal, assine o sininho da e aciona o sininho das notificações, clica,compartilha,compartilha. É três vezes, né? Compartilha. Eu eu já não botei aqui. E veja o vídeo até o final.
Mas tudo que tem que fazer, você olha pra tela assim, você aperta todos os botõezinhos, tem um botão hype embaixo, vocêmenos não fechar, né? É isso aí. Só não fecha e segue adiante. Exato.Curte, compartilha, tal. É isso aí. Não esque não se esquece de se inscrever no canal porque senão a gente fica lá parado e não, não avança não, né?Ah, mas trocando a lente, tá? Os podcasts que a gente grava aqui, crescimento exponencial. Tá lindo.Bora lá. Bora começar. Dudu,para começar, você já começou falando sobre o início, mas eu queria que você voltasse lá no começo da história. Formado no quê? Estudou o quê? foi parar aonde tá por conta um pouco da tua história.Boa. Vamos lá, cara. Eu eu sou formado em processos gerenciais, administração de empresas, mas um tecnólogo, um curso mais curto. Até já começa engraçada a história aí, porque eu comecei cursando administração, mas aí não tive muita paciência para muita coisa que tinha lá no curso, acabei migrando para um curso um pouco mais rápido para me formar mais rápido, porque eu tava sempre fazendo cursos por fora e tudo mais.
Trabalhei por um bom tempo numa empresa que originalmente era, foi criada pelo meu pai, por um sócio. Então, passei por todas as áreas daquela empresa, depois posso contar um pouco mais também, até chegar na dobra. e a na dobra, né, depois de muito tempo tendo estudado várias coisas malucas fora da faculdade, né? Aprendi muita coisa na faculdade, acho que foi super legal. Eu me formei na na Universidade do Vale do Rio de Sinos, Unicinos, em Solophopô do Rio Grande do Sul. mas fora da faculdade fiz vários cursos livres assim e talvez meu maior, meu maior curso até hoje seja o próprio YouTube, próprio Google, né?. Senscional. Minha minha formação atual.Exato. É bem por aí. Então não tinha muita paciência para aquela formalidade da faculdade, apesar de achar importante. É, e depois então de ter passado, sei lá, 10, 12 anos trabalhando com na empresa do meu do meu do meus meus pais em todas as áreas possíveis, é, comecei uma uma agência de marketing meio que timidamente, mas logo depois entrei de cabeça no projeto da dobra, que depois posso contar um pouco mais também, mas basicamente era uma, como eu comentei, uma fábrica, uma indústria, né, uma mini indústria de produtos com material que parecia papel de carteira, passou por mochila, fez tênis, um monte de coisa E e aí depois de mais 10 anos na dobra, eu cheguei onde eu cheguei agora, que é o, né, nosso novo momento que é o dobra Lebs e super recente, o Ratos de A, né?.
Enfim, talvez eu tenha contado num tweet e muito curto, mas eu vou deixar vocês me provocarem para saber o mais. Então, conta, conta lá do começo, você formou em administração, né? Como é que você foi pararnuma agência? Por que que você saiu dali? Que que que que te Porque eu acho que tem um pouco a ver com o que você tá vivendo hoje, né? Tinha alguma coisa ali dentro que não se conectava com com o que você tinha decidido estudar.Exato. Apesar da apesar de ser formada administração, talvez a pior coisa que eu faça é administrar a empresa, né? Eu sei fazer muito bem as outras coisas, né? Administrar algo meno sei. mas eu que sou um cara muito curioso, assim, tô o tempo todo estudando coisas novas e tudo mais. E já na época da administração, eu passei por todas as áreas da da empresa. Era uma agência de viagens na época, várias agências, na verdade, uma rede de agência de viagens, franquias, mas que tinham seus próprios metros e tudo mais. Então, comecei lá meio que brincando, moleque. Aí fui pro financeiro, aprendi tudo do financeiro, mudei um monte de coisa, depois fui pro comercial, depois do comercial fui pro marketing. Então, meio que aprendi um monte de coisa assim. E nesse meio tempo fui começando a fazer alguns cursos livres. Talvez o mais marcante, com certeza, assim, foi os cursos que eu fiz na perestroica. Vocês devem conhecer.
Conheço.Chora PPT.Chora PPT. Foi, peguei um pouco de gosto ali para design, querendo ou não, lá com Kin e tudo mais,PR, PR para não não necessariamente design, mas enfim, parte mais bonita ali,estética,estética, né?E os cursos da perestroica fiz vários, mas o primeiro deles foi comunicação contemporânea. Então, já foi um pouco assim indo para mais essa área mais do marketing, né? apesar de eu de eu não ter sido formado nisso. E um dos cursos mais marcantes que eu fiz lá também foi um curso de futurismo, né, de de futuro do trabalho, futuro das futuros, enfim..que também me marcou muito e foi quando a gente começou a dobra, casou com aquele período lá daquele curso em que tá, eu já tinha meio que a experiência de uma empresa tradicional, criando ou não, ejá queria empreender,já queria empreender desde pequeno, depois tem umas histórias engraçadas de de criança também sobre isso, né?
Mas basicamente quando eu comecei a dobra na casou com esse momento de perestroica que foi cara, a gente percebeu assim que a gente poderia usar a nossa própria empresa como um grande laboratório para testar um monte de maluquice. Então desde formas novas de fazer gestão, mas principalmente formas novas de fazer experiência do cliente, pensar na jornada do usuário completa, assim, mesmo sendo uma fábrica, né?. E foi aí que começou assim esse estalo que vai vem até hoje assim, querendo não são coisas diferentes, mas todasexperimentação do mesmo jeito. É isso.Exatamente. Laboratório desde desde aquela época.E como é que você foi parar no mundo da IA, né? Para quem não conhece, siga aí o canal Ratos de Iá, né? Eu conheci o Dudu, Valides também, por consequência já primeiro buscando, né? O Gabriel, Gabriel, quem me introduziu no mundo da inteligência artificial? Na verdade me introduziu não, ele fica tuchando nas minhas costas dizendo: "Você tá atrasado, você tá atrasado, você tá atrasado aí, vou lá pro pra minha televisão de de todos os dias, que é o YouTube, néavilhoso.
Não assisto mais televisão, só assisto o YouTube 24 horas por dia quando eu tô quando eu tenho tempo disponível." E aí encontrei, não sei nem como apareceu lá, tava devia estar buscando alguma coisa de apareceu, né, o Dudu na minha frente e eu cliquei. E aí tem uma coisa que a internet é interessante, né? Você gosta ou você não gosta da forma como a pessoa fala, né? E tem a ver com ritmo de voz, tempo de fala, etc. Eu achei legal, comecei a seguir. E aí tem uma frequência de postagens que nós não temos aqui no canal, né? cara de uma regularidade. Então, aparecia toda hora no meu feed e toda hora eu tava lá assistindo. E aí gravei o podcast aqui com o Fabio Haag, né? E ele comentou de inteligência artificial, a gente conversando, falou: "Pô, fiz um negócio lá, tal". Aí tô assistindo, na semana seguinte, tô assistindo um vídeo que você tinha postado, de repente você foi mostrar um negócio no computador, apareceu uma pasta Fábio Rag. Falei: "Porra, não é possível, né? Será que é a mesma pessoa?" Fábio, você conhece o Dudu da Rat? Falou, é meu brother. E me apresentou. Mas eu contei essa história toda para dizer assim, como é que você foi parar no mundo da inteligência artificial saindo da onde você tava, né? Porque a a a dobra, né, não era nem dobra lebs ainda. A dobra era ela fazia carteiras, né?
Como é que como é que você saiu desse mundo e foi parar no mundo da inteligência artificial?Boa, cara. Essa é uma história engraçada também. na verdade, a dobra, na dobra, né, como a gente já entendia muito a dobra como um grande laboratório, onde a gente podia testar coisas e tudo mais, tudo que a gente fazia na dobra era feito dentro de casa. Então, por exemplo, quando a gente começou o negócio, a gente não tinha um site, não tinha um e-commerce, muito menos verba para poder contratar alguém para fazer um e-commerce, né, naquela épocanão era tão fácil quanto pedir para um um chat aptoud, né,então a gente foi pro Google, foi pro YouTube e aprendeu a fazer um e-commerce e fez nosso próprio e-commerce. Então, na hora de fazer marca, a gente foi pro Google, foi pro YouTube e aprender a fazer marca e assim por diante. Então, tudo que a gente fazia na dobra era feito dentro de casa..E querendo ou não, ao longo da trajetória desses 10 anos, que foi super legal de colar e frutas até hoje da do que foi a dobra, né, do que foi a a empresa e tudo mais, a gente nunca parou de estudar e experimentar coisas novas.
E aí a gente por sorte ou talvez por essa curiosidade, essa inquietação, a gente tá o tempo todo buscando coisa nova, a gente pegou ali a onda da inteligência artificial muito cedo para fazer coisas para nós internamente. Eou seja, você caiu nesse mundo porque era mais fácil fazer coisa, você tinha a necessidade detambém. Com certeza, com certeza. Era buscando produtividade, buscando jeito de fazer coisas, e assim por diante, né? E fazer coisas de forma mais econômica, mais rápida e assim assim vai, né? mais produtiva. Então, lá na época, sei lá, dois, três anos atrás, quando a gente começou já a mexer com um pouco dess desse tipo de coisa, lançamento, bem no início do lançamento do CHPT, ainda em beta e tudo mais, a gente começou a fuçar e percebeu que, putz, e tinha alguma coisa ali que não era um hype passageiro, como sei lá, um metaverso da vida ou qualquer outra coisa que ainda não assentou, né?
Esse é um bom exemplo. Meterso,metaverso acho que é o melhor de todos, né? É um hype que ninguém consegue entender porque que foi hype.Exatamente. Então, tipo assim, cara, alguma coisa tem aí. E a gente conseguiu experimentar muito cedo com isso. E todo o mote, todo a marca do Dobra Lebs nasce em cima disso, que é justamente isso, cara. A gente experimenta coisas pra gente, o que a gente acha que faz sentido, a gente ensina, aplica, vende como serviço ou leva pra frente. O que a gente acha que não faz sentido, a gente descarta. Então a gente já fazia essa curadoria naturalmente pros clientes.Então caí no mundo da assim meio que fazendo essa curadoria e testando coisas novas com desde aquela época que ainda era dobra, não existia o dobro labs formalmente, né? Dois dois anos atrás, talvez três..e aí enfim, por vários motivos, a gente acabou decidindo fechar a pressão da dobra e continuar com o dobra Leves, que acabou virando um negócio maior que a própria própria própria ecommerce, assim, né?
. E como é que surgiu ratos e aí no meio daBom, o ratos, cara, eu sou literalmente um rato de Twitter, né? Depois eu descobri que rato, rato é meio pejorativo que para cima, né? Lá no sul não é tanto assim.Fiquei sabendo que aqui em São Paulo talvez alguns lugares rato é meio prorogativo.Na época não sabia,mas acho que o nome adequado, ratos de ar representa bem o que você tá fazendo, né? Cavucando ali.Exatamente. Então era bem isso que eu fazia. Então ficava cavocando no Twitter, cavocando no YouTube, assistindo os gringos lá, testando coisas e tudo mais e tentava dar uma filtrada nisso para aplicar coisas pra gente. E aí eu tava com uma com uma vontade, vi um gringo fazendo inclusive um um episódio semanal no YouTube que era basicamente notícias de f, cara, não tem nada no Brasil disso. Eu tô tendo que procurar várias fontes aqui para consumir. Tô ficando cada vez mais ansioso porque, ah, muda muito, todo dia muda alguma coisa, lança alguma coisa.
Não, e você pode muita coisa, né? Você fica ali querendo testar tudo.Exato.Mas a aceleração da mudança que deixa a gente ansioso para caramba, cara, porque muda muito, muito rápido e sempre muda. Então a gente dá tempo de acostumar,não, a gente fica consumindo e aí tanto conteúdo em português, inglês, tal, porque tá mudando. Mudou. Amanhã aí tem uma corrida de de milhões de de de de aprendizado. Aí sai uma ferramenta fala: "Put, isso aqui é legal, aquilo é legal". E é a nossa dinâmica, ansiedade, porque toda hora muda alguma coisa. E claro que tem uma baita hype de, ah, toda hora você tem lá um clickbait, ah, mudou tudo, tal, um gancho, mas é o exercício da ansiedade. A gente não sabe que é clickbait, mas a gente vai lá e clica, né? Ah, não, foi feito para isso.
Eu tambémfoi feito para isso.Mas é muita ansiedade, né, cara? Para porque muda muito, né?Não, é exatamente isso. Eu eu me senti ainda ainda me sinto muito assim, né? Por, enfim, vocês sabem que lança coisa todo dia. E aí eu comecei a pensar, cara, se eu tô fazendo essa curadoria para mim, por que que eu não pego e testo isso no YouTube? E comecei a testar. Isso foi março, se eu não me engano desse ano,mas a intenção era criar um canal sobre o assunto,começar a falar sobre o assunto. A gente já tinha o Dobra Labs, a gente já tava aplicando projetos de A empresa, a gente já tava fazendo workshop dentro de empresas para ensinar uso de a e já tinha lá muita indicação. O nosso principal canal de aquisição no Dobra Labs, na nossatinha curso ainda jánão tinha curso ainda, era só em company, né? tin, a gente ia dentro da empresa, ensinava, fazia workshop com a galera e tudo mais, mas não tinha curso. e a nosso principal canal de canal de aquisição na agência, na agência de serviço, educação, desenvolvimento de software, tudo mais, era indicação. E aí comecei o canal porque era uma coisa que, cara, tinha prazer de fazer, estudar e compartilhar com os outros. Eu compartilhava com a com o Guto, com o Binho, sócio, com Alcides, com o Gui e compartilhava com eles. Car,exato, era só pegar e começar a gravar isso. Já tava fazendo todo o trabalho braçal forte. mais difícil, né?
Exatamente. E assim começou,como que não quer nada, acho que os primeiros cinco episódios foram no próprio canal do Dobra Labs mesmo, que depois a gente decidiumatar e fazer um canal novo com marca nova, tudo novo. E aí decolou, né? Em questão de quro c meses,o canal virou nossotá com quantos seguidor? Quantos seguidores?22000, eu acho.22.000. Então a gente tem, a gente tem 26, por favor, os nossos 26 todos para lá.Vamos compartilhar esse esse esse podcast lá. Vamos ver sese alavanca. Perfeito.Bom, e aí você criou o canal e aí você começou a fazer o os cursos, né? Os cursos surgiram depois do canal surgiram depois. conformee já tá com 20002400 alunos, mais ou menos.2400 alunos e crescendo rapidamente.Crescendo super rápido. Cara, o curso é um negócio muito legal assim, porque a gente já teve uma experiência de curso na época da dobra, lá por 2018, a gente lançou um curso chamadohackeando a Dobra, porque, cara, a gente faz as coisas de forma muito diferente, né?.
Muita coisa assim. É, deixa a produção que era totalmente sob demanda, só produzia depois que a pessoa comprava as estampas que eram totalmente colaborativas, artistas do Brasil inteiro que faziam as artes e ganhavam comissão sobre as estampas, a gestão que era totalmente horizontal. A galera ganhava literalmente todos todas as pessoas da empresa gavam o mesmo salário, inclusive os fundadores tinha umas doideiras assim. então a gente a gente lançou um curso na época chamado Raquando da Dobra e foi muito legal. na época deu acho que 1000, 2000 alunos pagos ali, mas quando bateu a pandemia ali, quando fechou tudo, lockdown, tudo mais, a gente tirou o e-commerce do ar e colocou o a página chamada Dobra Flix na época, que era uma página de conteúdos que a gente tava dando de graça. Inclusive, o curso Rakanda Dobra, a gente liberou de graça para todo mundo. Os caras estavam em casa, todo mundo nervoso, não sabia o que acontecer.Então a gente liberou o curso de graça e aí bateu 30.000 alunos. Foi um compartilhamento maluco assim em LinkedIn tudo que é lugar, os caras postando certificado.
E aí bateu 30.000 alunos na época. Então, a gente já teve essa experiência de infoproduto, como a galera chama assim, né?naquela época. E aí com a rato foi natural assim, a gente começou a falar disso no YouTube, não era a intenção no início, a intenção era virar um canal de aquisição pro Dobra Labs no fim das contas..Mas a galera começou a pedir, cara, vocês têm curso, vocês t curso enxurrando nos comentários ali. A gente percebeu, putz, a gente tem que ensinar isso de forma mais formal pra galera. E aí eu gravei um, comecei a comecei a vender o curso sem ter o conteúdoe as pessoas comprando lá enlouquecidamente e depois comecei a postar o conteúdo, a galera foi gostando, agora a gente tá no terceiro, quarto curso lá e e crescendo assim e meio que virou um virou um produto, virou um produto, virou um produto talvez um dos principais assim, tá? Legal. Perfeito. E e que que vocês estão fazendo hoje na dobra laps, né? Conta. Eu já sei porque eu tô todo meu dinheiro tá indo para lá. Tava contando pro Gabriel aqui, os caras tirando todo meu dinheiro.
Boa, cara. trabalhando e custadormir 7 horas essa semana para ver se eu consigo pagar. Tá fazendo economizar. É diferente. É. Não. Então a questão não é a contratação da consultoria. A questão é quando vocêvocê reclama da consultoria, mas tá pagando o toquinho mais caro. Né?Conta um pouco o que que é a dobra Labs. Explica o que vocês estão fazendo. Eu acho que mais do que o que vocês estão fazendo hoje, qual que é o sonho, né? Como é que vocês estão projetando? Eu tem umas coisas interessantes que a gente tá até fazendo juntos lá.Maravilha. o Dobra Labs, ele começou então vou contar um pouquinho antes, ele começou durante a dobra, no final da dobra, digamos assim, a gente começou a fazer alguns serviços por causa desses cursos que a gente lançou lá na época, a galera começou a se interessar que a gente executasse algumas coisas e a gente começou a experimentar isso com sei lá, 10% do nosso tempo lá na na época da dobra e a gente foi percebendo que foi virando um negócio maior do que a própria dobra, assim, né? E aí foi quando a gente tomou a decisão de fechar a operação do e-commerce e continuar só com com esse laboratório de inovação.
Teve uma matéria que saiu nossa, que nos chamaram de laboratório de inovação. Eu achei super chique, né? Então hoje eu falo que a gente é um laboratório de inovação. então a gente começou a fazer alguns serviços e no início a gente, até até brinco, sendo super sincero, a gente fazia de tudo, cara. que nos pedissem para fazer, a gente fazia,era só pedir, a gente trocava lâmpadas, se precisasse, fazer sinaleira, tudo.Então, a gente, a gente fazia meio de tudo e aos poucos a gente foi entendendo o que que a gente era bom em fazer e a gente ficou com três grandes pilares, assim, o primeiro que é produtos próprios pra gente mesmo, então a gente faz coisas para melhorar o nosso dia a dia, nossa operação. E é daí que tá surgindo os principais produtos que a gente tem hoje, né? depois posso contar um pouco. O segundo pilar que é o de educação, então que é ir dentro de empresas e ajudar a, enfim, começar a surfar essa esse novo momento de como adotar IA, como colocar na prática isso tudo que a gente tá vendo tudo que é lugar agora agora as pessoas falando, né? tentar tangibilizar isso. E o terceiro grande pilar que é o serviço mesmo, que é executar projetos que a gente senta, escuta dor e e executae desenha especificamente paradesenha especificamente desenvolvimento de software, desenvolvimento desenvolvimento de automação, enfim, projetos de consultoria e assim por diante. E aí com a Ratos, com esse nosso método que a gente encontrou de trabalhar, querendo ou não, entre quatro pessoas e entregando, talvez precisaria de muito mais gente para entregar, né, a gente começou a a transformar isso em um método e a gente começou não só a vender isso como um curso, mas também ajudar as empresas a aplicarem isso, né, que é muito que a gente tem tem feito, que é basicamente entender a IA como uma camada, construir uma camada de conhecimento da empresa, para que a IA possa trabalhar em cima dela de forma muito mais eficiente, mais produtiva, mais inteligente e assim por diante.
Então, resumindo, é isso. Mas claro que tem muito, muito assunto pra gente falar disso, né?É, não. E eu, e pegando o gancho nisso, né, eu queria que você explicasse, nem todo mundo, assim, todo mundo sabe o que é o IA, mas nem todo mundo entende exatamente a diferença entre o que que é o cloud, que que é o chat GPT. Todo mundo sabe fazer prompt, né, que nem busca. Eu acho que gastei minha vida inteira fazendo buscas erradas no Google, né? que eu parecia um índio falando inglês, né? Que fala só parecia o brasileiro falando inglês lá fora, né? Falava palavras assim, né? Então eu botava, eu pensava no que eu queria em vez de fazer a pergunta, né? Em vez de escrever lá assim: "Me explica". Que hoje a gente faz com muita naturalidade na inteligência artificial, eu simplesmente colocava as palavras lá, obviamente ele pesquisava errado, né?
Nunca vinha o que eu queria. Eu acho que na Iá a mesma coisa, né? As pessoas têm dificuldade de entender exatamente o que que é. Então, explica aí o que que é inteligência artificial, o que que é um hardness, o que que é um um OS, né? O ratos OS. Explica um pouco a diferença dessas coisas.Perfeito.Para uma linguagem mais leiga.Maravilha. Eu vou tentar não virar aqui um monólogo e ficar horas falando, então me publicem se eu tiver exagerando.Po, fal,mas eu gosto de começar explicando e de um jeito que talvez seja meio chovendo molhado assim, mas é que cara tem que entender, as pessoas têm que entender o que que é um grande modelo de linguagem assim, né, que é um de de forma muito simplificada, é um grande computador que estudou todo o material disponível gratuitamente na internet, publicamente na internet, então todos os livros, todos os artigos, todos os fóruns e tudo mais. E quando tu manda uma mensagem para ele, manda um imprompt, né, um input ali para para aquele modelo de linguagem, ele tenta encontrar as próximas palavras que completa a tua própria frase ali como resposta matematicamente. Então ele faz um cálculo matemático maluco lá para saber onde, naquela base gigantesca de treinamento dele, ele deveria consumir informação para te trazer de volta algum resultado que faça mais sentido com aquilo que tu mandou. E entender isso muda muito e faz as pessoas entenderem porque que é tão importante fazer um bom pronto, um bom pedido, né? Às vezes eu até achava antes de eu eu de eu cair essa ficha, eu achava meio estranho chegar e falar para ah se comporte como um grande especialista e tal coisa.
Parece meio fod nada a ver, né? O cara falar isso paraá como se ela fosse realmente personificar um especialista em alguma coisa,mas depois que a gente entende que ah, beleza, isso faz ela procurar em lugares diferentes lá no cálculo matemático dela, faz todo sentido. Então isso é uma coisa. depois que as pessoas entendem que fazer bom bons promptes muda muito o resultado de conversar com uma inteligência artificial, seja ela o chatpt, o Cláudio, Gemini, que tem nos celulares do Google ali ou qualquer outra, tem um jeitos melhores de tu fazer que tu não com que tu não precisa ficar o tempo todo se explicando e fazendo prompt gigantes, né, fazendo fazendo pedidos gigantes, que é tu criar uma camada de contexto de de de explicações e e coisas sobre a tua empresa, sobre o que que tu faz, sobre o que que tu acredita, sobre o teu tom de voz e assim por diante, que é o que a gente tem chamado muito de ratos OS, né? Então,quando a gente usa um modelo de A no chat, na versão chat do navegador, ele é um modelo de A poderoso e tudo mais, mas ele vive ali no na nuvem da da Antropic, na nuvem da Open AI, que são as donas desses desses modelos, desses produtos, esses modelos de a quando a gente usa IAS mais avançadas, como Cloud Cowork, Cloud Code, ou o próprio GPT Work que foi lançado agora bem recente, ou Codex, que são IAS mais avançados, IAS que podem mexer nos arquivos do teu computador, tu cria uma oportunidade ali de se eles podem ler todos os arquivos do meu computador e eles leem muito rápido os arquivos e editam esses arquivos muito rápido, eu posso começar a organizar todo toda a inteligência da empresa, aquilo que fica só na nossa memória ou ou em drives separados, em arquivos separados. Eu posso começar a organizar esses arquivos para toda vez que eu abrir uma conversa com aquela com aquela mesma IA, ela saber o que que ela tem que ler para me responder aquela pergunta. Então, além daquele treinamento gigante que ela tem lá no início, do treinamento do modelo mesmo,
Que é um igual para todo mundo, genérico, igual para todo mundo, tu cria uma camada de um har teu próprio harness ali em cima do, depois eu vou explicar um pouco melhor que é um harness, mas tu cria uma camada de contexto da tua empresa que que a IA consegue consumir antes de te dar uma resposta. Então teus prometes podem ficar pequenos de novo porque ele tá fazendo precisa mais deja como eu.Exato. Não precisa. Exatamente. Exatamente.Legal.Então é mais ou menos por aí.Legal. E só uma dúvida, voltando uma casa ali, na conversa anterior, hoje, YouTube, consultoria ou curso, o que que hoje a composição hoje do do seu negócio assimde receita do jeito quede receita.Putz, acho que, cara, se a gente for pegar últimos meses, o canal tem 4 meses, né?
Então, se a gente for pegar esses últimos 4 meses, provavelmente o curso já representa um 50%.Tá? Acho que vai aumentar.É, né? Porque é uma dúvida minha, porque a gente, eu gravo o podcast, por mais que a gente tenha estrutura toda aqui e tal, é com Gian, né? Não tenho muito essaesse hábitohábito de de falar e gravar com as câmeras também. Não, não tenho muito hábito nem jeito, talvez. Mas é uma dúvida legítima, porque curso sempre ah às vezes eu fico o sábado dia inteiro dando curso aqui deÉ mania de professor, né? de e de com tanto founder ses do love com o Thiago do digital e tal. Pô, legalim, mas só que assim eu eu também assim o Gian tava falando, mas ah, tem que falar mais. Falei: "Cara, mas aí eu não trabalho, né?" Tipo, aquela brincadeira, você você é você é professor, você só você trabalha só da né? piadinha que é constante. Então é uma dúvida legítima minha ali, porque eu eu entendo que ah você se expor, né, o YouTube te dá projeção, escala para as pessoas visualizarem, mas aí é o curso hoje é 50% do negócio.
Hoje já hoje já é eu acho que vai crescer muito. Inclusive, a gente conversa bastante nos bastidores com o Gian, inclusive, que ele tem nos ajudado algumas coisas com isso,porque a gente propositalmente tá reorganizando o Dobra Labs hoje para que me dê mais tempo para ficar fazendo o que eu tô fazendo, que é criar conteúdo, virar um um youtuber, um creator, que é o que eu mais temia, mas enfim, tô virando, né? Já virei. Acontece, acontece.e para que a gente consiga, porque que o que que aconteceu, né? o essa criação de conteúdo e a venda de cursos, ela virou um produto, virou uma fonte de receita que eu acho que vai crescer muito ainda. mas ela também alavancou muito o nosso, a nossa aquisição de clientes pro Doblabs, né,paraas consultorias.Então, quem faz o curso lá baratinho, que a gente vende, depois mesmo aplicando, nos chama para para ajudar a implementar, para ajudar a fazer coisas. e tem também gente que chama direto do Obra Labs para algum projeto antes mesmo de entrar no curso. Então,a gente tava naquele dilema, pá, se eu começo a pegar muito cliente aqui, eu paro de de gravar aula e gravar vídeo pro YouTube, porque não tem como conciliar as duas coisas. também tenho duas filhas, né, que é o que mais me temoe é a parte melhor da história.
Melhor parte da história.ou então a gente reorganiza nossa nossa nossa operação ali para que eu consiga, óbvio que tá junto nas entregas, mas que a galera consiga entregar mais coisas para poder ficar blindado ali para fazer conteúdo. Então é isso que a gente tem tentado fazer hoje. Assim, a gente percebeu que, cara, curso, querendo ou não, é muito satisfatório pra gente. A gente gosta de ensinar, as pessoas têm nos dado feedback assim, cara, mudou minha vida, minha empresa mudou em dois meses com o curso da R. lá e tal. e ao mesmo tempo é um troço que nos traz muita venda para serviço também, sabe? Então,é porque o cara a a sequência é com quem eu aprendi, eu quero fazer alguma coisa, né?Você tocou num ponto que eu acho que é interessante de discutir, né?Examente.legal, tá todo mundo fazendo curso ou todo mundo se expondo aqui no TikTok, no Instagram, porque aí é minha opinião, né? Nem todo mundo tem o mesmo talento para fazer todas as coisas, né? Então assim, você comentou: "Ah, eu nem sei se eu devo fazer". Eu não sei se todo mundo deve fazer, né? Eu me questiono muito isso, né? Eu por obrigação da profissão, faço muita palestra, tenho podcast, não faço bem e às vezes eu fico me olhando, talvez a gente é um pouco mais crítico com a gente que a gente é com os outros, né? falo, cara, será que isso é eu que tem que estar fazendo isso ou alguma outra pessoa, né? Então eu acho que a gente compra modelos, né, de de mundo, né, agora as pessoas estão se comunicando, não precisa ser, tem outros jeitos de fazer. O que não dá é você não se expor, né, no mundo de hoje, se você não tiver em exposição,quem vai saber que você existe, né?
Agora, qual é o seu formato, né? Eu vou lançar um livro chamado identidade, porque eu acredito nisso, né? Qual éa quais são as características da tua identidade e como é que essa identidade pode se expor? é falando igual ele fala lá no no canal dele, às vezes não é, né? Então eu a gente fica um pouco cansado de ver gente repetindo gente, né? Você vê um estilo, aí de repente você começa a ver aquele estilo em todos os lugares. Sete isso, né? Cinco dicas,né? Clip, clickbait, né? Legal, tal, mas chega uma hora que fica overload, né?Qual é o gancho? Qual é o tal? Muita técnica, né? Isso, isso é uma parada legal da gente falar assim, pegando também nesse mesmo assunto, é que, cara, eu sempre fui um cara meio reservado assim, não não, apesar de não aparecer quando eu tô falando assim na nos vídeos e tal. então eu achei no YouTube, eu achei um jeito mais tranquilo de cara conteúdo. No meu Instagram, se você for ver lá, tem três fotos de sei lá 10 anos atrás e eu nunca mais postei nada, não coloco story, não coloco nada. Nem no da Raps, né? R agora que a gente tá começando a alimentar lá, então eu crio meus videozinhos pro YouTube ali, publico, saio, não olho, olhar os comentários,para contar minha vida no YouTube, né?
Então tem isso. Exatamente. Então achei esse formato para mim melhor assim, porque eu não gosto muito de me expor, então o Instagram p chega a me arrepiar, né? TikTok, essas coisas, eu só boto o corte lá e deu. e outra coisa é que eu também já fiz muito muitos cursos sobre vender cursos, né? Sei que você dar dinheiro e tudo mais, mais disso, mas ao mesmo tempo me arrepia os métodos que os caras usam para isso assim, né? Então, ah, às vezes dá uma preguiça de eu ver assimul,tem que fazer a fórmula tal, não sei o que lá, criar escassez, cara. Eu sou, eu odeio isso assim. Então a gente tá tentando fazer, a gente tá vivendo disso, tá vendendo o curso, tá sendo uma fonte de receita maravilhosa pra gente, mas a gente tá tentando fazer de um jeito diferente, não não cair na na vala ali deÉ. E e eu acho que o ponto aqui legal, funciona, né?
Não, totalmente para quem consegue, não precisa ser uma regra para todo mundo.Exatamente. Exatamente.Sim. Tem boas ferramentas. Acho que dá para você ver o que o que esse cara tá fazendo e tentar aprender com ele e fazer do seu jeito,né? eu acho que não precisa fazer exatamente como o outro tá fazendo, né? Então ele, eu porque eu disse, né, quando eu peguei o primeiro vídeo, eu gostei do jeito de falar, né, o jeito que ele tava explicando, um assunto que é do interesse de todo mundo. E ele tava explicando um jeito muito simples de entender. E aí você vai vira seguidor, fala: "Bom, aqui eu vou me inscrever, né? Vou me inscrever, vou acompanhar". E passei a acompanhar. Então, acho que não tem obrigação de fazer, né? Tem obrigação de se expor,né? É, não, não. Por isso que eu falei legítimo, porque é isso, cada um tem uma forma, né? E às vezes até a forma que você se expõe no vídeo e tal, não conecta com algumas pessoas ou várias, né? Mas tentando entender. E aí por isso que eu falei, né, de de de como compõe a sexta, né, porque com certeza para você vai ser de uma forma, vai ser de outra forma, para mim vai ser de outra forma. Então é, mas eu se expor necessário, né? Mas sou tímido, pô.
Mas não tem problema nenhum, porque eu também sou tímido. Ele, pelo que ele tá falando, também é tímido. Sim, sim. O o importante é não se deixar vencer pela timidez, né?É, é a única batalha, né?É, essa é a única batalha e ela é interna. Mas voltando pro pro que você tava fazendo, né? Então, você tá estruturando a dobra labs nessas três frentes, né? uma consultoria, uma parte curso e a outra parte eraserviço.Ah, a parte que vocês fazem pra gente, para vocês mesmo,tá virando que tá virando produto. Conta um pouco dessa.Não, perfeito.Quais são os produtos que eles estão?a gente tem criado muita coisa pra gente, né? E a principal de todas, querendo ou não, é o que virou o ratos os que a gente chama, que é basicamente um sistema operacional. Não é bem um sistema operacional, mas a foi o jeito que a gente achou mais.Eu achei ótimo porque parece capaz de explicar. Éque é como se fosse uma camada de A que tu coloca por cima. por baixo, na verdade, da IA que tu usa. Então, se tu usa o cloud, se tu usa o chatpt ou qualquer outra IA do mercado, agente de do mercado, tu tem uma camada tua própria ali que até a gente brinca que não importa, daí a gente tem aquele loop infinito, né? Ah, agora o a Open AI lançou o melhor modelo, vamos ter que todo mundo usar o modelo da Openi. Daí na semana seguinte agoracloud virou o melhor modelo, então vamos usar o cloud, ficar aquele loop infinito, cada semana um lanço,de relevância no Twitter, né? um modelo novo melhor. Então, se tu tem a tua própria camada, o teu próprio sistema operacional de a bem construído, que é o que a gente fez pra gente, agora tá ensinando as outras pessoas a fazer, a gente consegue tranquilamente, se precisar trocar de modelo. Essa semana a gente tá usando cloud, na próxima a gente tá usando opini. O que importa é o que a gente construiu ali, que tá agnóstico a modelo, né? Talvez em inglês seja melhor essa esse termo, né? Model agnostic, enfim. Mas a gente tá construindo essa camada essa camada mesmo de A, que é base de conhecimento,
A as habilidades que tu treina ao teu agente de A para fazer, as integrações, né, o acesso que tu dá ao teu a tua IA das ferramentas que tu usa, os sistemas que tu já usa. Então a tua IA começa a ficar de fato como se fosse um grande colega de trabalho ali, um grande colaborador da empresa que assim como o humano, ele tem acesso às mesmas ferramentas, a mesma base de conhecimento, né, o mesmo memória, digamos assim.. e assim por diante. E aí é esse é o nosso principal produto do momento, assim, que começou como uma coisa que a gente fez pra gente e querendo ou não, quando a gente começou a ensinar, a gente perceu, cara, isso aqui é uma coisa que todo mundo vai precisar daqui pra frente assim, né? Não necessariamente que o nosso jeito é o certo, porque não tem jeito certo, é muito novo, a gente brinca, né? Tá todo mundocortando mato ali agora, ninguém sabe qual que é o modelo certo, mas pra gente tem funcionado muito bem e a gente tá aplicando em vários lugares, tá dando super super certo também. Mas uma dúvida que eu tenho ó, vou num numa devaneio aqui, né? Então, LLM ou os modelos de linguagem estão caminhando isso de uma forma bem estão caminhando para uma comoditização, né? Então assim,a entrega de um grande modelo e a entrega de outro grande modelo toda semana é bom do mesmo jeito.
E aí eu sei, né, pelos vídeos que você gosta muito da Antropic, Antropic e Clod. Beleza. eu, pô, as atualizações do Codex explodiu,estão mais legais, né? explodiu. Tá muito assim, é maravilhoso. Eu tenho aqui, eu tô aqui gravando, gente, mas é o Codex tá rolando aqui. Aí eu tenho um cara orquestrando quatro tarefas diferentes. Vai ser tipo eu que deveria orquestrar. Eu tô orquestrando quatro, cinco tarefas diferente que ele acessa meu computador, busca os dados, cria um docker, faz o o staging. Cara, é sensacional. e aí o fazer o ratos o évai limitar isso.
É, então, quanto limite o crescimento? Já que o Claud Open Ai, a Monchot lá com Kim também estão trabalhando e na construção de Harners, né?Perfeito..É só uma pergunta, uma pergunta.Eu não daria uma resposta, mas eu quero ver a sua. Todas também. Tá quieto, tá quieto. Quero ver, quero.Não, essa pergunta é maravilhosa. Essa pergunta é boa.É muito inteligente essa pergunta porque eu acho que são até tem, se pudesse mostrar um slide, depois eu mando para vocês pegarem aí. Mas é, tem um slide que eu mostrei na naNós vamos botar na edição, viu, Eric? Boa. Tem um slide que a gente fez para para uma palestra nova que a gente testou ontem, que ajuda a entender isso, que é basicamente o seguinte: o modelo de A, ele é o modelo, ele recebe uma chamada e responde uma coisa e depois o que é feito é o harness da do codex, do do cloud code, do Kim Code e assim vai.
Então o harness é são as ferramentas que o modelo pode chamar, quanto tempo ele pode ficar pensando antes de responder, tudo aquilo que essas empresas estão configurando, né? E eu não tenho,mas fecharam uma conta meta. Não vem pra nossanem saiu no microfone. Foi só a gente que ouviu.Só a gente que ouviu, mas bateram meta aí, ó.Perfeito. então o que eu queria dizer é que, cara, eu não tenho a menor audácia de tentar fazer um harness melhor do que os engenheiros da Antrópicos, os engenheiros da Openea e tudo mais, né? Então, o que a gente tem feito é a nossa camadinha de harness em cima do harness deles, né?Sim. E o uma coisa que ajuda muito é que o mercado em si, e quando a gente fala de harness, então é isso, né? Só para quem não sabe, é essas coisas que o modelo de A pode tá ao redor do modelo de A, que fazem com que ele fique mais agêntico, aja para nós, execute, pense assim por diante, pensa entre as e do jeito que a gente gostaria que ele fizesse, né?
Do jeito que a gente gostaria que ele fizesse. E a gente tem a nossa camada de harness, então uma leve camada em cima do harness deles. E aí a gente tá construindo isso de forma agnóstica, né? que é o que que é o quando eu falo agnóstico, apesar de ser uma palavra em português meio ruim para isso, ela quer dizer que se hoje hoje eu posso abrir na mesmo na nossa mesma pasta de arquivos e coisas configuradas lá, eu posso abrir o o Codex, o Cloud Code, o Kim Code, o Open Code ou qualquer outro.Todos eles vão conversar,todos eles vão funcionar nesse mesmo lugar. Então, por isso que eu digo assim, quando a gente constrói o nosso próprio Harmes em cima disso, não importa qual harms a gente esteja usando desses dessas empresas, vai funcionar muito bem. isso aconteceu o naturalmente o mercado ele criou um padrão, né, tirando Antropic. A Antropic tem o padrão próprio dela que é o cloud. Lá, que é o arquivo de instruções, a pasta é pont tudo é um padrão deles específico.
Agora tem marca registrada, né, Código Gerar, né? agora tá rolando,mas o resto do mercado todo tá seguindo um padrão, que é o todo mundo usa o mesmo nome de arquivo de instrução, todo mundo usa o mesmo nome de pasta de de skills, de habilidades e assim por diante. Então, a gente fez uma um jeito lá de que o ratos os OS ele funcione em qualquer harness que tu plugue ele naturalmente para justamente para evitar isso assim e pra gente não ficar preso a um a um modelo, né? A gente é super fã da do cloud ainda, é, né? A gente ainda tem um pouco de de apego assim, apesar de que a gente tá vendo que o Codex tá voando e por isso a gente tá usando o Codex também, né? Eu tô adicto o Codex, cara, tá demais, tá demais.Ele tava tentando me catequisar aqui antes de vocês chegarem.Não, porque a história doque eu falei, me explica a diferença, né?
Rapidinho, cara. Open assim, contratou uma galera que criou os atalhos do da do Macos. Essa história você estão ligado, né? que qual que era a manha dessa desse time que os ató do macOS você consegue controlar algumas coisas dentro do seu computador. Portanto, então a história clar o Codex e foi para um caminho que usa muito seu computador. Então meu computador tem 48 GB de memória e 32 rodando quando tá rodando o Codex.Fritando,fritando. A bateria dura 3 horas. Mac que dura o dia inteiro 3 horas, ele roda muitas coisas no seu computador. E foi uma sacada legal, cara, porque a o Cloud Cod tá tá muito ligado ao ao desenvolvedor e eles vieram para um viés, um uma estrutura de usar seu próprio computador, seu próprio seus próprios arquivos, tal. Então ele roda mais no seu computador do que na nuvem, na Então isso mudou bastante o vetor ali do do Codex. E cara, isso eu achei impressionante.
Montar até assim, ele controla o meu Illustrator, o meu Photoshop, eu preciso fazer uma tarefa ali 70 vezes, ele pum, você roda, ele é muito rápido para depende do seu computador. Mas ele ele é assim, eu eu entendo igual Coca-Cola e Pepsi, cada um tá correndo sua corrida,né? E e e e e tá tudo certo, mas e o caminho que o Codex está indo e não é a gente não tá ganhando nada por isso. Poderia inclusive nos créditos e tal, mas gente, falei pro Dudu, falei assinei o Cloud por causa dele. Os caras não liberam o lí de afiliado pra gente, né? Isso aí tudo bem. Então, mas cada um tem uma corrida, cada um tem um formato e isso não quer dizer que o a antropópica não vai passar ou o Kim não vai passar ou menos que, pô, deu uma tava indo super bem, né? E com a história do Facebook ali, parece que perdeu um pouco a energia, tal. e aí entra nessa história do da importância do Harnet, que aí o que Dudo tava explicando que eles criam uma camadapara controlar o Harness já. desenvolvido, né? Eu acho que eu tentei simlificar o que você falou ali. Ele cri uma camada para já trabalhar no harness harness desenvolvido usando seu o seu conhecimento imputado. É isso.
Exato. Exatamente. A nossa camada ela mexe só com pastas, arquivos, habilidades, tudo mais que são usadas pelas por esses agentes, né? por esses harness de agentes. Então, se hoje, ah, agora o Kim, o Kim Code lá é o melhor agora, cara, tu pega o Kim Code, instalha teu computador, abre ele na mesma pasta e tu tá pronto para trabalhar. Tava trabalhando em outro lugar.Isso é a parte mais legal assim, né? E que na verdade foi uma decisão que a gente tomou há pouco tempo atrás, não nasceu assim, né? O, até porque o o próprio Codex e ele foi criado depois que a que a Open se deu conta que a Antropic tava dominando o mercado primeiro pelos desenvolvedores, né, por causa do cloud code, mas principalmente quando a Antropic percebeu que a maioria das pessoas estavam usando cloud code não eram desenvolvedores, eram pessoas de white color que eles chamam colarinho branco, se trabalha de escritório. Os caras estavam usando Cloud Code, tanto que eles criaram cloud Cowork, né, que é uma interface mais bonitinha do Cloud Code, mais controlada ali para Leigos. E aí a a Open falou: "Cara, a gente tem que pegar esse mercado, senão a gente vai perder todo mundo". Um monte de gente começou a migrar pro cloud, deu aquele hype todo do cloud muito tempo atrás, sei lá, dois meses atrás, né?
E aí agorauma loucura, né? O tempo, né?Muito pouco, muito tempo atrás lá, dois meses atrás, sei lá. E aí o o Codex agora, cara, atropelou e tá tá passando com funcionalidades melhores e provavelmente daqui a pouco tropic vai passar de novo e aí vem o Kim e aí vem e assim vai. E aí por isso que é importante a gente tá preparado para poder só trocar e abrir na mesma passa e sair trabalhando.É sensacional. Sensacional. O ahã quando a gente essa história da organização que a gente consegue ali com Codex, né? Então assim, tipo, eu consigo que você eu acho que tem essa relação, né? Então, quando você tá ali no chat PT, perguntou, responde, perguntou, responde o mais rápido possível, com alucinação e às vezes não. Aí você muda pro modelo de work ali de o modelo agêntico, ele trabalha mais em cima. Aí você vai para um outro modelo que você consegue ter um cara que orquestra várias outras tarefas e organizado em projetos. cara, vai ganhando uma potência, né? Então assim, tem uma amiga nossa que, me manda WhatsApp: "Nossa, eu tô apaixonada pelo Codex". Porque resolveu assim, resolve uma história tipo, desde para quem não tem conhecimento técnico, é criar um domínio, hospedagem, cara, e vai por questão tudo isso daí.
E aí essa, eu acho que esse aqui é o eu fiz essa pergunta porque eu acabo e aí eu vou querer perguntar isso para vocês sobre a filosofia do desenvolvimento, né? Eu tava falando com Gian que a gente gosta de pessoas, acredita, nós queremos e como criar seres humanos ampliados. Eu até falou: "Pô, eu tento usar aqui uma uma dinâmica que tudo que eu que eu faço aqui é como eué compartilho e como eu deixo as pessoas com mais o ser humano ampliado, o ser humano mais, sabe como eu entrego mais eficiência pro cara, tal, que também se predispõe a a fazer isso, né? Então, tem crítica, mas tem gente que sábado o dia inteiro um monte de gente rodando aqui, né? Maior clube de código e tal e trocando experiência. Sábado, dia inteiro tem gente tá vendo futebol, tem gente tá bebendo, entendeu?
Sem crítica nenhuma, cada um seguindo seu seu caminho. Eu durmo às vezes contigo ouvindo os lá no YouTube, tal. Gian também no quando ele dorme, né? Ele dormiu oito, a média é 8 horas nana semana. Essa é média boa.Eu tava contando, só contar pr porque a gente faz piada antes. Você conta metade dar contexto. Eu tava dizendo para ele que o médico me recomendou a dormir no mínimo 8 horas. Aí eu disse que essa semana eu vou conseguir, só que somando todos os dias dormir às 8 horas, né? E eu e eu e a história é sobre isso daí. Então, como que e desse caminho, dessa predisposição aprendizado, tudo que nós estamos falando e esse agnóstico, ser agnóstico da tecnologia, não ter o lockin, né? Você já se fou no loquin de banco de dados? Eu fiz uma migração, demorou um mês, porque eu tava no loquinho de uma ferramenta de ademorou um mês. Um mês antrópic já virou outra coisa. Não, que tudo bem, ele ficou lá rodando, mas ele demorou um mês para fazer uma migração de banco de dados, cara, porque eu tinha a facilidade ali de criar um frontend e aí eu fui fazendo ali, aí eu falei: "Agora vou fazer direito, né? Agora ficou legal fazer direito." Aí foi um mês de migração.
Mas a questão qual é? tem, você tem uma filosofia assim, eu tava falando Gian, dessa minha poliana, né? Então, como a gente quer ajudar o mundo,quero é ser seres humanos aumentados. Então, tudo que eu faço tem que ter essa essa história das três inteligências.Qual a filosofia que vocês Eu disse para ele que eu achava que vocês tinham uma uma característica comum que é entender que o mundo agora não permite mais coisas fechadas e que não adianta eu querer montar esse modelo de negócio e achar que ninguém vai mexer, porque hoje tá tudo disponível para todo mundo. Entãoéisso vem dentro da dobra, né? Conceito de abertura radical, né? Acho que vale a pena se comentar um pouco.Ah, fala você, fala você depois. É, não é, acho que sobre essa filosofia de abertura,ela é ela pode ser até um pouco angustiante no no dado momento, porque a gente gosta dessa linha mais confortável, de saber que o nosso tá protegidinho ali e que quanto mais a gente se proteger naquele nosso mundinhomais competitivo a gente é, né?
Só que é, na nossa visão é um pouco inverso disso, né? É, quanto mais você consegue se abrir, você fica de fato competitivo, porque aí com a abertura você consegue tertodo tipo de colaboração, você consegue ter todo tipo de melhoria e avanço em cima daquilo, né, de cer de certa forma. É claro que você tem que também abrir mão do, sei lá, de alguma questão de ego ou medinho de ser criticado, porque quando você abre aquilo também já cai por terra, né? De certa formatá exposto.Tá exposto, muito exposto. E aí essa posição de exposição, vulnerabilidade, quase que radicalmente, ela ajuda você a se desenvolver não só o seu software, não só a sua comunidade, não só o seu trabalho como um todo.. Então a gente, acho que eu nunca tinha parado para pensar nisso, mas realizando agora isso que a gente tá falando, acho que olhando para nesse universo de inteligente artificial, tudo isso que a gente tá conversando agora, o isso exponencializou cada vez mais esse tipo de abertura, né? Porque agora, cara, não adianta você fazer um código e achar que você tá protegido e que aquele código nunca mais vai ser e aquilo vai te ajudar, aquilo vai te dar vantagem competitiva. Não é mais isso que vai te dar vantagem competitiva, né? Assim como não é mais a gente querer ter um harness ou querer ter qualquer coisa nesse sentido.
Sim.A gente começou a entender que quanto mais a gente abrir, contribuir, criar e criar e soltar assim pro mundo, digamos assim, é isso que vai fazer a gente ser competitivo, ainda mais nesse momento devolatilidade. Partil, eu fiz essa proposta no nosso mundo do design ali, a gente nossa origem design, voto de pobreza, né? Aí eu compartilhei isso, o pessoal não entendeu assim, tipo, você como assim vai abrir? Não, n tava nessa história aí falnão, mas é isso, né? Tem as pessoas que já estão nesse mundo, tem quem não tá. E eu não acho que nem que tem mundo certo, nem mundo errado.Exato. Tá,cada um tá num momento, tem que respeitar o momento. Mas aí essa fala dele é era mais ou menos a minha resposta para você. E foi o que eu disse para eles, né? Quando a gente começou a a discutir esse tema, eu eu dei uma dica para eles, eu falei assim, ó, larga tudo que vocês estão fazendo, faz o faz o os, porque esse aí é o a grande ideia de vocês. Por que que eu disse isso? Porque eu acredito que, um pouco do que eu tava te dizendo antes, eu acredito que isso que você tá vivendo com Codex e as dúvidas que você tem, etc., isso é dúvida num nível de complexidade de quem usa e gosta e entende e tá aim testar, que é um pouco do que eles fazem. 99% do mundo já entendeu que isso aí é legal, já testou o o nível básico, mas não tem a menor ideia de como é que ele faz a transição, né? Então, o Ratos OS ou PAN de OS, no nosso caso, né? o sistema operacional do seu próprio negócio que carrega uma um tempero da identidade do seu negócio para dentro do mundo da inteligência artificial, ele permite que
Você com a e aí vem a relevância do que eles fazem, né? Não é só o produto que ele tá oferecendo, é como é que eu faço para sair da onde eu tô e chegar aonde eu quero chegar, né? Eu fiz ontem uma palestra num evento, vocês devem conhecer o Felipe Cotler, né?Já ouvi falar dele,o cara que tem uma certa notoriedadeconhecer não,pessoalmente não. Pessoalmente não. E o Philip Cotner tava lá ontem nesse evento palestrando. Eu sei que ele ficou muito feliz de palestrar no mesmo evento que eu, né? Eu deve ter ficado muito orgulhoso. Total. Ele obviamente era figura principal. Eu tava lá num outro palco fazendo. Mas e ele tava dizendo isso, né? O cara com 95 anos de idade, o cara que ensinou gerações e gerações o que que significa marketing. Tava dizendo: "Olha, marketing é a atividade que faz com que a empresa deixe os outros felizes, né? E o que que deixa alguém feliz? Não é o PAN de OS, o Ratos OS ou o sistema operacional. Isso é só o veículo da felicidade. A felicidade é putz, eu que não sei usar isso. Agora entendi o que é isso, consigo usar isso, consigo colocar uma camada minha dentro disso. Porque no fundo o ruim da inteligência artificial é usar algo que todo mundo usa e eu vou produzir a mesma coisa que todo mundo produz, né? Mas a gente sabe que a inteligência artificial não funciona assim, né? Ela depende de quem demanda ela, né? Então você tem um sistema operacional, que é um bom nome, né? para dizer assim, pelo menos eu entendi o que que é que faz o que o iPhone fez, né, no mundo dos aplicativos, assim, cara, simplifica. Uma criança de 5 anos pega na mão, viu três gestos, já sabe usar. É isso. Esse é o grande a grande oportunidade da inteligência artificial, quem vai produzir essa essa interface
Que facilita a vida das pessoas, né? Porque você tá lá mergulhado com 32 computadores, cada um rodando. Mas cara, você igual você tem poucos, né? Eu, por exemplo, não sou igual a você. Bom, já pensou dois igual.É dois maluco. Então, eu acho assim, a grande beleza do que vocês estão fazendo tem a ver com isso, né? Tem a ver com e aí tem a ver com a colaboração que você tava falando, né? Ao se abrir para compartilhar com os outros, como é que eles podem fazer isso? que é uma ideia muito legal, as pessoas começam a demandar para vocês, assim como eu fiz. Cara, essa ideia de vocês é muito boa. Eu não quero ficar limitado a vocês, mas eu cada vez que vocês me ajudam, eu tenho mais vontade de fazer com vocês, porque fazer sozinho às vezes eu não tenho tempo e eu tenho dúvida. Então é um jeito diferente, né?
Diferente do mundo antigo de você conseguir realizar as coisas pela relevância e não pela obrigação, não pelo: "Ah, se você comprar de mim eu te ajudo, se você não me comprar de mim, eu não vou te ajudar." Todo mundo,quem quiser embarca e se tiver bom aqui fica, se não tivervai. Mas é um princípio da tecnologia, né? Então esse princípio da tecnologia de compartilhamento para conseguir exponencializar essa história toda. Então quando você abre, você se expõe, né, assim, suas fragilidades, seu conhecimento, tal, mas aí é ótimo porque suas sombras, né, todo mundo tem suas sombras, seus brilhos. Aí você soma com os brilhos dos outros nas suas sombras, tal. E só apaixonado por tecnologia.É animal, animal.Parei. Fosse tudo aberto, a gente não teria todas est tudo que a gente tem hoje assim deE quais são os próximos passos da de vocês? Boa. Eu acho que pegando o gancho, inclusive com essa que tava falando, o nosso próximo produto, né, que querendo ou não ainda o ainda é em cima do mesmo produto, a mesma ideia de rá os nosso próximo produto é ele virar um um instalador tão fácil de usar que talvez mate mais pro para curso, né?
O cara não vai precisar fazer o curso para usar porque ele vai instalar e vai sair usando.se matar, tá bom, né? Exatamente.Então a nossa a nossa grande energia agora tá alocado muito nisso assim de transformar o o que é feito com ratos hoje, mas ainda de um jeito muito putz, tem que ir lá rotar, puxar, lincar com bit hub, sei lá onde, não sei o que lá, um monte de coisa mais técnica assim, a gente deixar isso maisamigável para Legos possível. Então, a gente tá fazendo um instalador que vai rodar no Mac, no Windows, no Linux, sei lá onde. E o cara literalmente vai instalar, vai ser entrevistado, vai sair com seu OS rodando agnóstico, a modelos, a Harnes e assim por diante. que sincroniza magicamente sem precisar ficar lincando com jeitos difícil de drives para ele sincronizar, pode liberar pras pessoas do time e assim por diante. Então a gente tá trabalhando muito nisso para colocar isso no mercado, porque é uma é uma dor que a gente tá tendo nosso, assim, tipo, a gente beleza, a gente é mais técnico, a gente é mais nerd, a gente vai lá e fusta, dá um jeito, tanto que a gente tá usando, compartilhado com um monte de gente ou a gente quando a gente implementa para alguém, a gente faz isso, mas as pessoas mais leigas, elas batem muito cabeça ainda com esse tipo de coisa. Então a gente quer que seja, cara, fácil de usare com as dúvidas mais burras do mundo, aquelas dúvidas que você nunca ia pensar, a pessoa tem. Examente.
Exatamente. Então esse é o nosso próximo grande passo sem pensar muito lá na frente assim, porque acho que não dá, hoje em dia tá mais difícil de pensar tão à frente, mas próxima semana talvez nasemana que vem, né? Exatamente. Então a gente tem essa visão assim. e eu acho que é isso, cara. Eu acho que talvez respondendo um pouco melhor assim, pensando um pouco mais a média e longo prazo, eu acho que antes tu tocou nesse assunto, a IA cada vez mais tá virando uma commodity, né? E própria frase do Sam lá que a gente fala bastante que é comprar e tu vai comprar inteligência como tu compra água, luz ali, tu paga mensal ali o que tu tá usando de inteligência, né, que é o que a gente já tá fazendo, querendo ou não,só tem um mensalum motorzinho rodando ali atrás. Exatamente.Tem um componente legal que é a é ser democrático, mas é como água, luz e o ar, a gente fica depende. Fica dependente e chega uma hora que a gente nem percebe, não dá mais valor, né? Isso vai acontecer com com a IA também agora.
Beleza, agora tem aquele 1% lá que tá indo além, tá ganhando, tendo um ganho de oportunidade. É, mas essa janela de arbitragem, ela vai acabar o momento. Vai chegar uma hora que todo mundo vai usar, que nem usar computador, que nem usar internet, sei lá, escolher vivo ou claro, né?Exato. Óbvio que vai, tem gente que usa melhor, tem gente que usa pior e e por isso tem vantagem competitiva. e acho que da mesma forma vai ser isso, assim. Então, 90% da de de a assim é saber como usar ela, como configurar ela e muito menos apertar botão, né? Porque eu acho que apertar botão, cada vez mais vão ser lançados produtos que deixam fácil. O próprio essa semana lançou o groc bot lá do Zom Musk, cara, é como se fosse um open claw, um herms lá, aqueles agentes na nuvem, só que muito fácil. Com dois cliqus, o tatuato tem o teu agente 24 horas por dia trabalhando ali.Em perigo,é perigo. Então cada vez vai ficar mais fácil para ler. Eu acho que o que o que muda éé um meio até contraditório, mas é beleza. É como tu vai usar CA e também o que que tu vai estudar fora de A, né?
Vai chegar uma hora que a gente vai parar de estudar e porque a gente já aprendeu grande parte e vai importar o que o cara já estudava antes, que é como fazer marca, como fazer marketing, como fazer negócio, porque aí essas pessoas que sabem mais disso vão saber vão saber conduzir a melhor para caminhos que elas querem, para não ser só aquele resultado genérico que a faz quando a pessoa só pede uma coisa de qualquer jeito, recebe de volta sem saber conduzir, né? Então, enfim, talvez filosofia demais. Esse ponto é legal, mas só complementando que a gente vê na comunidade que os os case hoje a gente até lançou no grupo lá para ver tipo o que que a gente tem de case de alunos que eles podem compartilhar, que a gente pode colocar na página lá e tudo mais. E a gente vê que os os cases mais legais não são necessariamente dos caras que entendiam mais de tecnologia,mas sim das pessoas que entendiam mais do seu próprio negócio. E aí com o IA conseguiu fazer algo bizarro assim, porque ele e de novo, né, ele não precisa ser um super especialista em código nem inteligente artificial. Se ele já entender muito bem do que ele faz e aprender no curso falar com a gente como como aplicar isso, esse cara tem um potencial de explodir muito maior do que um cara que só é especialista em IA, sei lá, o cara que conhece todas as LLMs possíveis. Legal, mas um cara que conhece todas as LMs possíveis, mas é um nutricionista que consegue pegar isso e fazer qualquer outra coisa com isso. Ou é um cara do mercado financeiro que vai pegar todos os cálculos e modelagens que ele fazia antes no Excel e vai começar a fazer isso agora com ia.
Esse tipo de pessoa tem, pelo que a gente vem observado, tá tendo mais sucesso, sabe?Assim, eu tenho notado isso. Então, eu essa semana tava dando ali os primeiros passos, né, aula dos primeiros passos e quanto mais o profundo conhecimento de uma pessoa sobre um tema, melhor ele vai conseguir performar na com inteligência artificial. Então assim, e aí quebra um paradigma e um mito, né, assim, nós vivemos ali um paradigma e um mito da a geração Z, o pessoal que já é nativo digital, tal, mas, cara, quem tem experiência e conhecimento faz muito com a inteligência artificial, não importa a idade, porque é um é uma conversa assim, é uma conversa e se você sabe o que pedir, ela vai te entregar e você pode pegar, usar inteligência artificial só para fazer meme, né? Beleza, legal. Mas agora quando você tem conhecimento de todo o processo e aí é o poder que o Gian tá vivenciando também e curtindo, que tá curtindo, né, Gian? Para caramba.
É, e você sa você consegue extrair muito, né, cara? Você tem conhecimento do da estruturação, ah, do modelo de negócio, do que você vai pedir, aí você consegue extrair muito o pessoal assim, eu como eu também não não venho no curso, né? Nós faz curso com o pessoal, mas cara conseguir estra muito. Você não precisa ser um profundo conhecedor de tecnologia mais, não é isso?É, cara, eu acho que é literalmente isso, assim, a Iá, para quem não sabe, quando a gente faz um pedido lá para ela, ela tenta encontrar padrões naquele treinamento gigante dela, ela sempre vai pender para um, o pêndulo dela sempre vai meio que pra média ali do que ela vai encontrar. Então, por isso que todo o site que a gente faz com IA é igual, só pede um site. Por isso que todo o texto que a gente faz com IA é um texto que tu já sabe que é feito por IA, porque sempre ela volta aquele pêndulo para aquele mais ou menos aquela média do que ela encontrou lá no nos parâmetros dela, né? Então o que vai mudar o que que vai o que uma criação, alguma coisa que foi feito com vai ser o como tu tá conduzindo ela, o que que tu tá dando de repertório teu próprio e assim por diante. Então é isso.
Não se não sei se a galera sabe, né? Já contei para vocês essa história. Em 2017, eu cofundei uma startup de inteligência artificial chamada Nindo, com Dimas, que é do Sul também. Acho que os caras do Sul gostam de inteligência artificial.e essa essa startup ela foi acelerada num programa do Facebook com a Artemíia, né? Então, eles selecionaram algumas startups para acelerar. Essa startup foi acelerada lá. a grande 2017 nem faz tanto tempo assim, mas para Iá parece que faz uma eternidade, né?Não, que a gente fala hoje é novembro de 2022.Então, antes era,então você imagina 2017, é, não, 17 ou 19, acho que é 17 ou 19. O projeto começou em 17, mas a gente foi acelerado em 2019.
E dentro do ali do Facebook e Artemíia financiando as startups, então estavam todos os os empreendedores lá e a maior dificuldade que a gente tinha era explicar pros caras o que que é essa de inteligência artificial, né? porque todo mundo ouvia falar, mas ninguém conseguia entender, porque não existiam essas essas IAS que a gente usa hoje. E eu me lembro, né, o meu papel ali era traduzir como como bom designer, né? Eu falava pros técnicos: "Me explica que é essa?" E aí eles me explicavam, eu dizia: "Ah, então nós vamos explicar isso de um outro jeito". E aí a gente tava numa conversa ali com os executivos do Facebook e todo mundo, me explica aqui que que que é seia. Eu dizia: "Olha, o jeito que eu expliquei naquela época, que eu acho que ilustra bem o momento que a gente tá vivendo, você imagina o seguinte: Eu sou um cara que eu tenho um monte de ideia e eu sei o que eu quero fazer. Eu não tenho acesso à tecnologia. Para ter acesso à tecnologia, eu preciso encontrar um cara que entende de tecnologia. Eu preciso explicar o que eu quero. Aí esse cara vai ouvir. Então já tenho uma primeira, um primeiro problema aqui, né? Eu, o primeiro tá em mim. Eu vou pensar e eu tenho que conseguir falar o que eu pensei.
Já perde um pouco aJá perdi contexto até não poder mais. Sim,né? Segundo, você vai ouvir, você é o técnico, né? Você é o cara que entende tecnologia, você vai ouvir o que eu falei com a lente do teu conhecimento, que significa na época da tecnologia era o seguinte: eu só conheço, só sei programar em Java ou em Então eu vou limitar o que eu tô, o que eu tô ouvindo porque eu vou ter que produzir alguma coisa para você já encaixando no meu limite.Aí eu vou executar aquilo que você me pediu, aí eu te entrego, né? Aí você me entrega a tecnologia, aí eu que sou usuário, eu que fui o cara que demandou, eu que tive a ideia, vou começar a usar. Invariavelmente, né? Quem viveu essa época de pedir coisas pros outros, na hora que você começa, mas dá para fazer isso que eu também nem pensei? Aí eu falo: "Não, aí eu parava aqui porque eu dizia: "Puta, mas eu tenho que pedir pro cara de novo, vai gerar um outro orçamento".
E aí a explicação que eu dei pro car é o seguinte, imagina o seguinte, acabou essa camada, a tecnologia veio pra minha mão. Quando a tecnologia veio paraa minha mão, eu não preciso entender mais nada de tecnologia. E a Nindo fazia o quê? Ela criava uma ID do usuário e ela por trás ela gerenciava as IAs e entregava a IA que melhor se adepto sem você ter que escolher nano banana, né? Essa era a tese da Nindo, né? ela ia gerar a resposta a partir da pergunta. Na hora que você fazia pergunta, ele sabia quem você era. Ele não tinha, não existia essa ideia do pan de OS, mas a Nindo era uma era para ser uma camada individual de IA para eu quase que uma ID do usuário, né?E e ela fazia isso aí que na hora que eu expliquei isso,é, e para mim o que tá acontecendo agora é exatamente isso, né? as pessoas têm à sua disposição uma tecnologia, a maior tecnologia que eu precisar para fazer absolutamente tudo que eu tudo que eu precisar e não é só a tecnologia, veio junto o conhecimento, né? Então assim, eu não preciso mais estudar um determinado assunto. Eu preciso estudar contabilidade para pedir para tentar fazer um documento, uma análise de DRE. Eu pego os dados, jogo ali e falo, faço uma análise de DRE seguindo os padrões da contabilidade brasileira.
Ele vai lá produzir uma análise, né? Então eu não preciso mais de todo o conhecimento do mundo. Então eu não preciso do conhecimento e não preciso saber usar a tecnologia. Eu simplesmente joguei tudo para dentro do mesmo lugar e agora fica nosso critério usuário. Como é que eu vou lidar com isso, né? Então, para mim, para mim o grande a grande, o grande ganho da tecnologia veio em cima disso, né? eu eu eliminar todas as fricções que tinham no meio da tecnologia.Essa barreira e do conhecimento, né?Essa barreira técnica não existe mais.Não existe a técnica e não existe o Eu acho que o o bônus que eu não pensava naquela época tem a ver com conhecimento, né? Como ela foi treinada, né? Em cima de base de conhecimento de tudo, tem a minha disposição ali tudo que eu é só dizer comporte-se como um matemático que ela vai lá e faz a conta que você precisa, né? Ex.
Acho que é um baita de um ganho, né? A gente brinca que quando a gente vai ensinar em algum lugar, numa empresa, em algum lugar ou tentar ajudar as pessoas a adotarem a, os caras ficam, putz, a gente nem passou direito pela transformação digital ainda, né, cara? Pouco tempo atrás tava todo mundo noiado com isso, assim. E cara, o grande lance é esse, com o IA talvez tu te ajude a a te puxar e passar pela transformação digital, que muita gente nem passou ainda, porque agora tu não tem mais barreira técnica, né, de desenvolvimento de código, de tecnologia e tudo mais. Então,é, e você não precisa fazer um grande orçamento para começar também, né? Exato, exato.Basta assinar 99. Aliás, nem assinar, né? Você pode pegar a gratuita mesmo. Depois você, depois que você gosta nasvocê começa a assinar. Mas eu acho que eu concordo, né, com o que você tá falando de que daqui a pouco a IA vai virar água, telefonia, luz, energia. E aí vem as camadas de negócio, né? Você falou que você não gosta nem de de ficar pensando muitos anos na frente porque não dá para pensar, né? Mas como é que vocês estão pensando os anos na frente, né? que fazendo o que vocês estão fazendo, algum pensamento vocês estão produzindo em relação a futuro.
Não, total.menos que a gente, sei lá, né?Deveria, né?Mais curto prazo até que falar po falar, pode falar.É, mais curto prazo. Eu acho que o o grande lance assim a gente e talvez entre aquela nossa tese, tese de generalista, né? E, cara, a gente é tão generalista, a gente é especialista em poucas coisas e talvez em nada, né?A gente é tão generalista que, cara, se daqui a pouco a gente perceber que tem alguma coisa nova surgindo, a gente vai se adaptar muito rápido e vai conseguir.Amassa tudo, joga fora, começa de novo. a gente a gente é mais ou menos assim porque, claro, óbvio que tem vários contextos que nos permitem atuar dessa forma, e até nosso design de organização, como a gente tem pensado o negócio e tudo mais, mas ah, a gente é muito generalista, assim, a gente é de fato, a gente gosta de aprender um pouquinho de cada coisa, porque a gente acha que a gente consegue conectar as coisas de forma muito rápida e melhor do que sendo super especialista. E hoje, literalmente, a gente tem nossa tese que talvez seja de médio prazo, se a gente for pensar no tempo da IA, né? Mas é de curtíssimo prazo se a gente fosse pensar no tempo de antes,que é a gente vai deixar isso mais tangível e quando quando a gente conseguir chegar lá, aí a gente pensa nos próximos passos assim. Então a gente ainda tá meio que sem muito.
Mas esse é um jeito de administrar ansiedade ou o que você acredita que vai ser? Eu acho que eu acho que eu acho que a gente tem é uma coisa que eu acredito também me inspiro em vários vários jeitos de fazer negócios mais atuais, talvez nessas eras mais digitais como a gente tá vivendo hoje, no sentido de não criar coisas muito densas e pesadas que seja difícil de mudar se precisar. E cara, quem estuda um pouco sobre o futuro, futuros, né? Quem estuda sobre inteligência artificial sabe que a coisa realmente tá indo para um caminho, quer dizer, a gente não sabe para qual caminho tá indo, a gente tá só indo, né, junto. Então, a gente gosta, a gente por por intenção e por escolha, a gente tá escolhendo ser leve e poder mudar de negócio se precisar, de forma muito rápida assim. Acho que é isso. Talvez não seja umaÉ. E aí eu vou jogar uma pergunta aqui, se você quiser responder também, fica à vontade. Você também, viu?
Tô tentando esticar a corda pro futuro. Tá todo mundo fugindo do futuro.Tô fugindo. Tô fugindo.E eu entendo o motivo porque nenhum de nós tem a pretensão de saber que que vai acontecer daqui a 10 anos, né? Acho. Mas o que se fala é que, né? E o Suttman tá falando agora que a gente já passou a linha do singularidade, né? a já tá nesse nível e que só estamos esperando os outros entrarem para ver como é que a gente vai organizar isso para não criar pânico. E o que se diz muito é quando chegarmos nesse ponto, a humanidade vai mudar radicalmente. nada vai nada mais vai ser do jeito que é, né? E o meu do meu livro que eu vou lançar a identidade, o primeiro são três volumes, né? O primeiro é uma obra de ficção desse de 2128.
Aonde eu falo desse mundo onde ninguém mais trabalha, né? O livro chama identidade e a e o e o contexto do livro é quem quem é você quando você não precisa mais ser um profissional, né? Porque a gente não se dá conta, mas a gente se define pela nossa profissão,não pelo que a gente é, a gente se define pelo que a gente faz.Quem é vocênum mundo como como esse, né? Onde não tem mais profissão, né? não tem mais profissão, dizem que não tem mais dinheiro, que não precisa, abundância infinita. Como é que vocês quando pensam no futuro, como é que é esse mundo aí? E é bom ou é ruim? Cria ansiedade ou não cria? Como é que vocês pensam esse mundo aí?Cara, eu acho que a minha maior ansiedade vem pensando nas minhas filhas, assim, sinceramente,quehoje eu já trabalho já pensando em, cara, eu preciso ter um jeito de trabalhar que me comporte, encaixar as coisas que mais são importantes para mim, que é ter tempo para minhas filhas, cuidar, curtir elas evida, né? minha família. então tudo que eu já faço hoje já é pensando nisso.
Então, se eu talvez o meu futuro não me preocupe tanto, mas eu me preocupo mais no delas assim, no delas assim, né? Tipo, às vezes, ah, quando eu vou falar com pessoas já com, sei lá, 10 anos a menos que eu, eu tenho, eu tenho 35 anos, mais ou menos. Acho que 35, é 35 anos.Quer perguntar pro Cláudio aqui?Pergunta pro meu Cláudio, por favor. Acho que eu tenho 35 anos, né? Não acho, tenho certeza. E quando eu penso, sei lá, pessoas de 10 anos atrás de mim, quando eu tô falando, sabe, com algum familiar, algum parente que tá pensando o que que vai estudar, o que que vai fazer, cara, mano, cara, estuda o que tu quiser, porque a gente não sabe o que que vai acontecer daqui a 10 anos, né?Então, a minha ansiedade é muito grande com relação mais à minhas filhas mesmo. mas se a gente for, sei lá, exercitar a imaginação, né? Porque qualquer coisa que eu falar que pode ser uma completa besteira ou ou lá na frente acertar, né? Eu acho que talvez essas discussões de que os empregos vão mudar completamente ou talvez não vai existir empregos fazem muito sentido. não, não, talvez aqueles papos de renda básica universal façam muito sentido.
Talvez um modelo de de sociedade, de organização, talvez precise ser completamente implodido e conversado no zero, repensado.Talvez só uma renda básica universal não vai ser suficiente. Então eu, por ser um cara já ansioso com o próximo ano, eu prefiro não pensar tão longe e viver.Mas se eu tivesse que apostar, vai ser esse mundo assim,cara. Eu acho que vai. Eu acho que eu acho que coisas muito muito grandes vão acontecer. Talvez a os grandes as grandes companhias que estão enxergando isso mais de cima ainda não estejam criando muito alarde em cima disso para não ser tão alarmista, porque até porque saiu um paper da tropic semana passada retrasada dizendo que ah, não afetou tanto os empregos ainda IA e tudo mais, cara, é impossível. Hoje a gente tá falando, beleza, de trabalho de colorinho branco, a gente tá falando de fazer trabalho que 10 pessoas de marketing, sei lá, de faziam em uma pessoa, empresa de uma pessoa valendo 1 milhão de dólares.
É, cara, não é bem assim, né? E quando a gente começar a falar, sei lá, de carro autônomo, de outras coisas, de daia impactando outras outras áreas, é impossível a gente não pensar em na sociedade se organizando de de Acho que acho que isso vai acontecer e mais rápido do que a gente imagina, inclusive, né? que sempre que a tecnologia evoluiu ao longo da humanidade, teve um gap ali de tempo que demorou para as coisas se encaixarem, só que agora eu acho que esse gap vai ser um gapbizarro, né? Muito acelerado, não vai tá dar tempo da gente se reorganizar devagarinho e ter uma crise voltar. É alguma coisa maior assim que vai acontecer, talvez, né? Talvez tá deixando meio pessimista.É,mas cara, os humanos sempre descobriram e deram um jeito, talvez não o melhor jeito, de se readaptar. Então, acho que a gente vai acabar se readaptando. Vamos pensar por essa ótica aí.
É, eu eu a minha a minha reflexão sobre esse assunto é de que nada do que a gente é capaz de pensar hoje vai ser do jeito que vai ser mesmo, né? Por quê? Porque a gente usa as lentes de hoje para pensar um mundo que não tem essas lentes.Exato.Então, eu tava até falando isso para ele, né? Eu tenho a premissa de que 50% do que eu tô vendo tá errado, 50% tá certo, né? E eu fico tentando encontrar ali os sinais. para tentar imaginar esses esses esse futuro, né?Acertar os 50%,errar o mínimo no meus 50%, né?mas eu acho assim, não vai ser nada daquilo que a gente tá achando que vai ser. Então, toda a definição de vai ter emprego, não vai ter emprego, acho que não vai ser bem assim. Minha pode estar no 50% errado, mas a minha aposta é essa. Mas eu acho que vai ser muito diferente do que tá hoje, né? E a minha angústia, que eu também acho que todo mundo fica angustiado. Eu também me me angustio mais pelo pelo mundo que vai ficar, né, do que até porque eu tô numa parte da vida que já começa a andar pro mais pro fim do que pro começo, né?
Porque se eu viver 100 anos, eu já passei da do meio, né? Então, já tô mais pro fim do que pro meio, supondo que eu vou viver 100 anos, mas me preocupo mais com as com as minhas filhas do que comigo, mas eu sou eu sou otimista por natureza, né? Então eu não acho que vai ser muito ruim. Eu acho que a passagem talvez seja um pouco mais ruim, né?Dói dói um pouco mais. É difícil a gente achar o que fazer com o nosso tempo livre assim, né? Pô, eu gosto de quando eu tô com tempo livre trabalhar também. Ela vai darada, né? Então que nós vamos fazer sobre tempo, né, galera?Mas você você tá nesse momento de reflexão compartilhada ao SS fala que vocêfala aí o que que você acha como você veu veio um novo futuro, novo começo de eraé dificuldade também de de imaginar isso. Eu não sei o quanto vai ser e aí é difícil porque é uma coisa que a gente nunca viu de novo, né? Mas eu não sei o quanto a gente tá falando disso num lugar meio ainda, a gente pode estar milp, dado o nosso contexto até como ser ser humano aqui, sabe? Assim, contexto que eu digo até sociológico e etc, né?
Então, não sei como é que isso vai ser olhando pro pro mundo como um todo ou se a gente tá só olhando numa bolhazinha aqui de São Paulo, entendeu? É. então é, eu tenho esse medo porque talvez,sei lá, olhando pro Brasil do tamanho que ele é, eu não sei quantas pessoas hoje e tem acesso, sabe, a a a tecnologia como um todo. Não sei como isso vai impactar as essas pessoas, sabe? Pessoas que não que nem usam hoje celular direito ou qualquer outra coisa assim e vivem bem ainda, né? vivem numa vida que pra gente é quase que é o que a gente vai querer voltar assim, que é o que eu sei lá, eu gosto, eu sigo bastante aquele mano Deivinho, tá ligado? Quando vi um cara, um youtuber também, depois vejam o canal dele, era um cara muito legal e ele tem uma teoria que ele fala sobre o grande,é o canal churumi na internet.
E ele tem essa teoria do grande rollback, assim, ele fala que vai chegar um momento que talvez a gente evolua tanto que a gente decida dar uma segurada, parar um pouco ali, travar aquilo e voltar e começar a voltar para algumas coisas.Talvez a gente pode começar a colocar em cheque atéa credibilidade digital, né? Porque com tantas coisas como, sei lá, deep fake que a gente vê hoje em dia, até mesmoslop,o slop, como é que a gente vai conseguir, tipo, garantir que a gente acredita nas coisas queão estão sendo produzidas digitalmente, né? Talvez o analógico ganhe força depois,não sei. Então sabe, eu acho que ainda tem outras outras coisas que podem acontecerdo que necessariamente uma super revolução assim da tecnologia, sabe? Então não vai,não tenho não tem uma um um chute ainda de certeiro assim, sabe?
Ó, só legendando ali. E a slop é a repetição da própria gente, assim, numa forma bem simplista. Então você acaba vendo que teve até um movimento Volta Canva, né? Porque já não era bom. Aí volta cama porque ficou tudo igual. Então volta a cama. Então teve um movimento que segue num padrão numa média, né? E aí? Aí agora na naquero ouvir a tua opinião sobre o futuro. O que que vocêé na opinião aí da discussão filosófica sobre o futuro, né? Então por isso que comecei a escrever sobre adaptabilidade e aí minha percepção, né? E olhando o fato histórico, a humanidade ela veio melhorando desde o do que a gente tem de registro histórico, né? De fato histórico, né? por mais todas as críticas do capitalismo, que for, mas cada vez mais a humanidade tem melhorado e e a gente tem encontrado, né? Então, o coliseu, o que acontecia ali, aí escravidão, tudo, tudo tem melhorado continuamente. Eu não acredito que nós vamos para um caminho tão ruim, né?
Então, se tivesse uma visão assim numa foto do futuro, ela ela mais ela é mais integrada com a natureza do que aquele mundo cinza, Cborg, que a gente via na ficção, Medmax, né? Então eu eu e aí não é minha visão é a visão do do do reflexo da da tecnologia, porque no final, né, se fosse para recomendar que você vai estudar, estuda ciências humanas que é vai te ajudar mais, porque ela é agnóstica, a tecnologia ela muda, mas os fundamentos ali, as motivações humanas continuam iguais, né? O bichinho ele nasceu com o mesmo bug, os mesmos defeitos, tal. Então, essas as ciências humanas e e aí visão de futuro, eu assim já já nós vamos conversar com o Mário Rosa, que fala sobre futuro, fala sobre design especulativo e aí eu falo com ele bastante, a gente tem conversas, reflexões imensas assim sobre e eu falo: "Cara, no futuro é um conceito, ele não existe, só existe hoje. O que a gente viu do passado é o buraco da agulha do que a gente viu, porque a gente não viu todo e só vive hoje, cara. Futuro, você se arriscar. a projetar e falar assim: "Não, vamos futuros desejáveis". Cara, é legal, é um tempo de reflexão de algo que não vai ser, porque se a a Open AI tem que mudar, Antáfico tem que mudar e eles estão com ou dinheiro e time e tal ou China ou o que for, tem que mudar o caminho porque eles não conseguem dominar o que vem e o futuro, né? Porque no mundo talvez idealizado, não no começo da PMA, mas ali no do meio pro para agora, não era TLM
Prix rodando a sua máquina. A gente vê alguns movimentos aí, são sinais fracos que nós vemos. É aquilo que você fala e Gian fala assim: "Pô, você tá lá lá na frente vendo algumas coisas e e eu falo: "Eu sei, ali tem um monte de perão de energia que não vai acontecer agora. Só tô tentando não sair do do daquilo que vai mudar ali do que só tô tentando me manter conectada porque vai mudar para caramba. Eu não tenho mínimo controle, expectativa. A gente quando fala de futuro, eu falo só pensei em adaptar.Olha que interessante essa questão de futuro, né? Para mim o futuro, eu sou muito estudioso do comportamento humano, né? E o o Ludvig tem uma tese que diz que a tem um livro, na verdade, de que é uma tese econômica chamada ação humana.
El diz: "O ser humano só se move, só só age baseado em três premissas. uma situação de desconforto. Primeira précondição paraa ação humana. Segunda, uma situação de maior conforto, ou seja, você conseguir olhar pra situação que você tá e perceber a mudança. E a terceira é a fé do próprio indivíduo de que uma ação dele vai tirar ele do ponto A e vai levar pro ponto B. São os três princípios da ação humana. fé, desconforto enão é desconforto, uma situação de maior conforto e a fé de que uma ação do próprio indivíduo vai tirar ele do ponto A e pro ponto B. Segundo ele, as três précondições da ação humana. Quando eu olho para futuro, um pouco diferente do que você tá falando, mas tá dentro da frase que você falou, eu olho ela como inspiração, né? Então, essa projeção de futuro mesmo, aqueles que dizem que não gostam, e você mesmo disse isso, você disse, e eu eu olho para aqueles sinais para me conectar com ele? Por quê? Porque esse é o futuro que você tá desenhando ali, que é o que te gera motivação para você fazer alguma coisa e ou se aproximar ou pelo menos andar naquela direção, né?
Então, pro futuro, para mim é menos sobre acerto e mais sobre direção e energia de movimento, né? Inspiração,é energia de movimento, né? aquele que te move.E eu acho que esse exercício é um exercício positivo. A gente, pelo menos, quando a gente discute com os nossos clientes, a gente diz: "Ó, quem eu sou, quem eu quero ser, ponto A e ponto B, como é que você vai sair de um lugar e vai ir pro outro? Que tipo de transformação e que tamanho de transformação você tá pensando?" É, eu fico olhando essa aceleração e pensando e refletindo essa história. pô, meu padrinho foi, ele entrava numas viagens quando não tiver mais telas, tal. É um barato assim essa reflexão com ele e eu acho que faz parte, é importante, né? Masé algo tão incontrolável, né, G? Tão, né? Não consegue ver 5 anos paraa frente hoje. É tão difícil.
Então, mas ele é difícil se você partir da premissa que você tá tentando enxergar uma coisa exatamente como ela vai ser.Sim. Agora você pode enxergar alguma coisa sem necessariamente querer que ela seja exatamente daquele jeito. Por que que as pessoas erram, né, quando elas imaginam o futuro e às vezes você imagina o futuro e anda atrás dele e ele passa na sua frente sem você perceber, né? Aquilo que você desejava passa na sua frente sem você perceber. Por quê? que a gente se apega tanto à forma do futuro que a gente quer imaginar que às vezes a gente não percebe que exatamente aquilo que você imaginou tá passando na sua frente com outra roupa, né? Você não se conecta, você não percebe. Então eu acho que é menos sobre características exatas e mais sobrevelha roupa colorida no meu exato tal, né?
É mais sobre inspiração, né? Sobree e ter uma atenção maior, né? Eu uso um exemplo para explicar pros pros meus clientes. A gente tem uma, eu uso até o Bergson para explicar, né? Uma um cara da filosofia para explicar essa ideia do tempo, né? A gente costuma chamar de passado, presidente, futuro. O Bergson dizia: "Olha, não existe, né? Na verdade, tudo acontece em unidade ao mesmo tempo". O presente, a experiência com o presente, ela é uma experiência que antecipa. Ele dizia: "Consciência é a capacidade de reter o que não é e antecipar aquilo que ainda não é". Então, o estado de consciência é uma eterna lembrança e antecipação. Você se recorda e projeta o tempo todo e a sua experiência no presente, sua consciência é exatamente isso, né? Então, essa separação de tempos é só um jeito interessante de você ordenar as coisas no mundo. E eu uso um exemplo dizendo, ó, a gente tá acostumado a perceber passado como causa do presente, presente como causa do futuro, mas na verdade não deveria funcionar assim, porque o futuro imaginado movimenta um presente a tomar decisões que vão que ao tomar essa decisão eu decido quais passados continuarão existindo. Portanto, passado não é causa de presente. passado é consequência de presente e futuro é aquilo que puxa o presente para uma para uma direção ou para outra, né?
Com certeza o que a gente cria cria a gente de volta. GrandExato. Porque você cria no futuro e isso te modifica no presente e aí ao se mudar no presente você decide que que passados continuarão existindo na sua vida, né? Porque no fundo passado é uma consequência que é aquela sua apresentação das cada bolinhas de disparav e e assim e o que a gente não percebe é que uma coisa é o é o mundo na cabeça, né, na imaginação, outra coisa é ele na realidade. Então quando você projeta um futuro e exige da realidade a forma da imaginação, esse futuro às vezes passa na tua frente, você não percebe. É, masporque você você não tem repertório suficiente para imaginar o futuro com tanta precisão assim para identificar quando ele tá chegando, né?
Mas essa é a minha crítica à história dos futuros desejáveis, né? Você acha que algum sacanagem, né? Mas você acha que algum taxista desejaria um Uber?Não,não, porque é a a é a a é o amor a a ao passado atual, né? Então ele não vê. E aí é isso que torna tão difícil, né? Vocês vocês como que vocês vem essa história da é que toda a transformação começa quando o conforto termina. O medo é antissala dessa transformação.Sim, mas o tá tá fora do futuro do futuro desejável porque ele independe do externo.Desculpa, gente, a gente tá tão fando essa história. Mas eu acho que é isso, mas eu acho que tem partes control cer não controláveis, mas de certa forma controla um pouco mais e partes que tu não tem controle, né? E aí acho que o grande lance dos futuros desejáveis é a gente tentar influenciar um pouco no no que a gente tava falando ali, a gente criar agora algo que a gente quer ver lá na frente, né? Então ali a gente tem talvez um o a ideia dos futuros desejáveis,é mais projeção,mas claro, com certeza tem outras outros futuros acontecendo sem o nosso controle que aí talvez, né, a gente vai ter queque é o input do contexto externo, né? A gente volta pro tema aqui naVoltamos paraar.Quanto tempo já estamos aí? Só para3:15,1 hora30. É, então já estamos chegando no final, infelizmente, né? Tinha um monte de outros assuntos. A gente marca outro podcast porque não vai dar para falar sobre todos os assuntos. quer fazer uma última pergunta aí?
Não. Acho que é com vocês aí chegou surpresa. Tava aqui, ó, dando, respondendo os prontos. Quer fazer uma pergunta aí? O cara tava,né? Não, você é pra gente poder avançar nessa nessa nossa maluquí da imaginação ali do que pode do que pode ser futuro. o que hoje vocês têm t olhado assim como menor crença e maior crença dessa construção da da IAV? Você já falou da da tecnologia agnóstica, nós já falamos da camada de harness e tem algo que para vocês ainda é muito difuso, muito uma nevo assim duvidosa, cara. Eu acho que, cara, eu o que eu acho que talvez mais me deixa um pouco com dúvida em relação ao que vai acontecer com Iá, esses movimentos que a gente tem visto de regulação e tudo mais, né, de próprio governo e querendo controlar quais modelos vão ser liberados ou não e tudo mais.
Eu acredito muito nesse futuro onde a gente vai rodar nossas ias locais, que é uma coisa que vocês estavam falando ali, mas ao mesmo tempo eu percebo que hã talvez a gente demore um pouco para chegar lá ou a gente a gente tenha coisas que no meio do caminho que façam impeçam um pouco da gente chegar lá, né? Então, minha maior dúvida hoje é assim, é em que momento a gente vai conseguir colocar isso para rodar nos nossos próprias máquinas, nossos próprios computadores e parar de depender externamente de uma grande companhia controlando esse modelo. e o quanto a essa regulação vai afetar isso ou não, sabe? quanto essa essa tentativa de regulação vai afetar isso ou não. Então, a nossa pira é que talvez muito em breve, muito antes do que a gente imagine, a gente vá ter alguma algum algum algum breakthrough novo ali, alguma algum lançamento novo de tecnologia que faça com que a gente consiga rodar essas coisas de forma local e aí realmente a gente tem um ganho ali competitivo. e e pare de depender dess dess desses desses dessas companhias que estão nos provendo a inteligência ali hoje, né? mas a mais tempo um pouco turvo assim, porque cada vez que a gente vê alguma coisa acontecer nova, a gente percebe que talvez a gente esteja com algum alguns percalços no caminho assim. Não sei se vocês expli alguma coisa para contar.
Talvez esteja sonhando demais, né?É, sonhando demais. Exatamente.Esse esse é o mundo desejável, né?Uma coisa que eu sou curioso, na verdade, e aí nem é falando de futuro, né? Voltando nesse o que que vai acontecer nesse nesse meio tempo aqui, tipo esse ano, no ano que vem assim, tá sendo tá sendo curioso de observar essa transformação no trabalho, aquilo que a gente tava comentando até antes de começar ali do tipo como que as pessoas nesse curto período de tempo aqui ainda de transição vão ver os seus trabalhos sendo transformados assim, porque de verdade assim com toda modéstia assim, mas o que a gente tá fazendo na na Dobra Lebs hoje, a forma como a gente tá trabalhando com ratos OS, etc. Às vezes eu me sinto trabalhando no futuro, sabe assim? Às vezes eu me sinto uma pessoa, um profissional do futuro trabalhando já num outro lugar assim. E então eu tô curioso para ver como é que vai ser essa transição de mentalidade mesmo das pessoas, aprendendo a usar IA, não só para, sei lá, fazer um prompzinho ali, traduzir um e-mail e etc. E quando mais pessoas começarem a ver esse potencial gigantesco, que é você usar, como você tá usando aí o seu Codex, com vários agentes disparando coisas e você tá resolvendo seu dia aí, quando isso isso começar a ser escalável para muitas pessoas assim, para a gente começar a ver assim,é, não necessariamente lá para o para todo mundo, mas sei lá, começar a ver os grandes centrose começando já a trabalhar com isso de uma forma mais estruturada e menos individual né? Ainda ainda são vários testes individuais de pessoas fazendo coisas legais ali com sua com a sua LLM favorita, mas daqui a pouco eu imagino que vai começar a ser algo mais transformacional mesmo assim. E é isso, eu tô curioso para ver. Isso vai
Acontecer bem bem rápido assim esse ano, ano que vem assim.É, o bom é que a gente tem que esperar muito tempo para ver, né?Pois é, acontecer rápido.Vocês tm perguntas,cara? A minha curiosidade, eu acho que é muito nesse nessa linha que tu puxou agora do do que vocês que talvez estejam mais imersos nessa nessa nessa nesse estudo de futuros e tudo mais, tão tão enxergando não pro longo prazo, não pro lá na frente, que é o que a gente tava talvez discutindo um pouco antes assim, mas pro agora assim, para sei lá, daqui a 2 anos, 1 ano, 5 anos,éo que que vocês enxergam dessa doideira que tá acontecendo assim, porque é uma curiosidade que eu tenho e já vi opiniões muito diferentes de pessoas diferentes. Entãoé, eu eu aí vou dizer minha opinião, né?
Tem nenhum compromisso com a verdade. 50%50% de certeza. 50% bom, né? Pode falar qualquer coisa que tá tudo certo.Exato. Eueu acho que a gente não vai ter mais na vida nenhum momento de agora passou, agora vamos ver como é que nós vamos se organizar nisso que passou, passou essa onda, né? Para mim, essa onda vai continuar virando onda porque acho que as mudanças elas estão acelerando e elas vão continuar acelerando. Não vejo. E essa e essa transição para mim vai ser o novo o novo normal, né? E aí em cima disso, nesse período curto que você falou, eu acho que o maior desafio é uma questão de letramento, que é um pouco do que ele tava falando. Eu vendo ele trabalhando com o sistema operacional, é uma lógica tão diferente de trabalhar, né? Porque a gente tá acostumado a fazer as coisas de uma determinada forma e a gente fica tentando fazer ela na inteligência artificial, que é diferente de pegar, e eu vejo você fazendo lá no no ratos, né?
Ô irmão, faz isso aqui e tal, não sei o quê. E é, e aí e a Iá vai lá e faz, né? Então eu converso com o computador e não fico escrevendo promptes, imaginando. Eu simplesmente bato papo e peço pro meu assistente, né, meu sistema operacional fazer parte das minhas atividades no dia a dia. Então essa transição do jeito que a gente faz hoje pro jeito como é possível fazer com a inteligência artificial, eu acho que é o o horizonte de curto prazo, né? E para isso precisa letramento, né? Eu preciso entender exatamente o que significa essa mudança. Eu preciso aprender a me comportar de um jeito diferente. Acho que todo mundo tá vivendo um pouco disso com a Iá, né? Agora você precisa fazer promptes, né? Que de prompt é essa, né? Você tem que escrever isso. Camada um, camada dois, camada três. Hoje eu já vejo as pessoas, eu vejo comigo, né? Na hora que eu escrevo com a inteligência artificial, já tá meio incorporada essa regra, né?
. E eu não fico pensando, agora é a camada, agora eu preciso fazer a entrada, agora eu preciso fazer o meio e eu tenho que dizer a saída. Você meio que já começa a conversar desse jeito. Então eu acho que a gente vai viver uma transição de jeitos de interação que vai além do hardware, né? O hardware onde a coisa tá rodando, né? Mas eu não sei se é aqui, eu não sei se é aqui, eu não sei se vai surgir uma outra coisa que é um colarzinho pendurado aqui que eu vou falando e ela vai produzindo, vai disparando em meio e e é no óculos, né? Não sei onde vai ser, né? Mas a minha aposta é que essa transição tem um pouco de educação, de aprender a a existir de um jeito diferente. então eu apostaria no curto prazo nessa mudança, né? Porque tem uma uma transição de de modelo de vida.Você tem um prompt?
Não, para perguntar um prompt é muito boa, né? Não. Então, o que eu tenho visto e aí tem algumas barreiras que são barreiras da do consumo mesmo de necessidade de hardware, né? Mas hoje nosso hardwarezinho, celular, o seu computador, meu computador e tal, ele já tem uma capacidade de processamento muito que já dá para fazer muitas coisas, que a gente ficou viciado em demandar para para data center, né? Então,eu comecei a fazer uma maluquice que, isso eu também queria compartilhar nesse formato, que é, como que a gente consegue distribuir tão o processamento e e o acesso. Então, fiz uma chama Freedom ou Freedom, que todos os computadores viram o data center, sabe?
.Uma maluquícia assim que é tipo,é comando, é o, como é que fala? Otodo mundo minerando Bitcoin.É o Bitcoin. É, é quase isso.É, então eu fiz uma isso daí que aí eu consigo doquerizar tal, você consegue trocar capacidade de processamento em e em diversas máquinas. Comecei a criar esse mundo paralelo, só não existe num gitub na minha cabeça, mas que a gente consiga compartilhar esse processamento e e ficar menos dependente, que aí vem para outra história que como é legal ter a a concorrência, né? Aí você tem um domínio por um governo, aí o outro governo fala assim: "A forma é compartilhar". Aí muito louco que o o governo liberalista combate com com controle e o governo que controla combate liberal, a liberdade e aí você tem acesso aos modelos, tal. Isso é uma maluquícia sensacional. E e e aí voltar para pro papo que que estava falando aí, como a gente a potência da gente compartilhar conhecimento pode nos levar muito mais longe do que nós estamos. Então assim, você acredita queMas no curto prazo, a pergunta dele foi no curto prazo, que que você aposta no curto prazo? Comunidade e compartilhamento.
Compartilhamento.Comunidade e compartilhamento. Eu acredito para caramba nisso. Por mais que cada vez você faz isso, você sofre um pouco se você te criar expectativa do outro.Mas a gente sofre porque a gente foi criado de um jeito diferente, né? A gente tá sofrendo essa essa transição, né? A gente não percebe, mas a maneira como a gente aprendeu como o mundo funciona acabou virando o jeito como a gente funciona, né? Então, abandonar isso é me um pouco dolorido, né? Porque eu aprendi que o mundo é assim, eu aprendi ser eu dentro desse mundo desse jeito.Dói um pouco abandonar tudo isso, né? Dói mais para uns do que para outros.Mas tem um paradigma do compartilhamento da comunidade que é aquela expectativa que todos entendam o formatoe às vezes alguém tá ali só para pegar um pedacinho e e se fechar, entendeu?
Entãoque é para si, né?Que é para si. Então se se você entra nessa nesse mood de compartilhar, você corre mais porque você correu todo dia, cara. Então não se importa com quem vai tentar aprisionar uma coisa e você continua compartilhando, você encontrar mais iguais.Ou seja, a conclusão é que a rato está certa, vocês estão dando na direção certa. Eu acho.Infelizmente a gente tá chegando ao fim. Dudu, falando ali pra câmera, convida a galera para se inscrever no canal lá.Venda, venda, venda, venda, venda.Boa, boa, né? Às vezes a galera me xinga que eu não vendo, né? E não sei fazer isso muito, mas é bom. É, convidar a conhecer o canal da Ratos, então Ratos de A, só procurar em todas as redes aí, YouTube, assim por diante. Se inscreve lá, a gente tem feito algumas reflexões de curto prazo, importante lá no canal.Curtíssimo, semana. Reflexões da semana.
Toda semana. Toda sexta semana. Exatamente. Toda sexta-feira a gente tá trazendo um compilado de novidades não óbvias do mundo da ercnologia para tentar evitar com que as pessoas ficam nessa noia de ficar procurando em vários lugares e ou de caindo nos hypes, né, da galera que tá atrás de cliqus. Então fica o convite aí para conhecer o canal.É, e eu diria que é extremamente útil, porque toda sexta-feira a primeira coisa que eu faço é chego em casa à noite, é procurar o vídeo dele, eu sei o horário que ele posta, né? procuro porque realmente ele faz um apanhado, eu não preciso ficar procurando informação, vem ali digerido, interpretado com curadoria. Isso é um adianto, no mundo de hoje, é um adianto incrível. Sidos, por favor, se despede da galera aí.Obrigado, pessoal. Marcas e empresas também que quiserem contar com o Dobra Labs para consultoria, serviços, desenvolvimento de software, pode contar com a gente também. Sei que tem bastante cliente do Gian aí que assiste, então pode chamar a gente paraar de algum serviço também. E é isso. Bom que veio já entendeu você já entendeu quem é o comercial que tá levando o meu povo,quem que tá levando o meu dinheiro todo, né? É oGaves, por favor, tchau pra galera aí.
Ah, não, valeu. É sempre gostoso aqui. tem pena que tem hora encerra, tal, né? Porque a genteEntão, para não perder oportunidade, que que as pessoas têm que fazer?Ah, curtir, compartilhar, comentar, manda se inscrever, assistir o vídeo até o final,né? Fica com a genteagora. Não adianta muito você falar isso, porque nós já estamos no final. Se o cara saiu antes, não vai ver isso que você tá falando.Por isso que eu falo sempre no começo.Vai mandar falar no toda razão.Vaian. Valeu. Obrigado. Obrigado. Dudu. Obrigado. Aíos. Valeu demaisDudu. Obrigado. Aíos. Obrigado pel um baita papo. E para você que ficou com a gente aqui até agora, um beijo no seu coração e até a próxima.



