Episódio #02 · 23 de maio de 2025 · 1h30

Grupo Tauá: a escolha da nova marca, com a CEO Lizete Ribeiro

Com Lizete Ribeiro · apresentação de Gian Franco Rocchiccioli

Sobre o episódio

O Grupo Tauá começou num sítio de fim de semana em Caeté, na região metropolitana de Belo Horizonte. Os pais de Lizete Ribeiro decidiram construir alguns quartos para cobrir as despesas, passaram dois anos no prejuízo e só viraram o jogo quando descobriram os eventos corporativos durante a semana. Daí nasceu o modelo que sustenta o grupo até hoje: lazer completo para a família e estrutura para empresas, dois pilares que funcionam como seguro um do outro, a uma distância das capitais que é longe o bastante para ser viagem e perto o bastante para não dar preguiça.

Lizete conta a expansão para Atibaia, a lição do pai de que se vende banana onde há muita banana, e o esforço de manter a cultura de chamar cada pessoa pelo nome com 2.500 colaboradores, os emocionadores, formados num treinamento da felicidade e numa política de sucessão interna. Fala também da própria trajetória até a presidência, da profissionalização de uma empresa familiar e do papel dos conselhos.

A conversa revisita o projeto de branding feito com a Pande em 2018, que separou Tauá Resort, Grande Hotel Termas de Araxá e Alegro e chegou ao conceito da vida com mais sorrisos, a história dos personagens Tal Alegres e os planos de crescimento do grupo. No fim, Gian e Lizete apresentam quatro rotas para a nova marca do Grupo Tauá e convidam o público a votar.

Trechos em destaque

“Quanto mais a gente errava, mais a gente aprendia. Quanto mais a gente erra, mais a gente cresce.”
Lizete Ribeiro · 12:06
“A gente vende banana onde se tem muita banana para vender.”
Lizete Ribeiro · 16:15
“Para fazer alguém feliz você precisa ser feliz. E quando a gente faz alguém feliz, a gente também fica feliz.”
Lizete Ribeiro · 22:04
“A coisa mais importante que a gente tem é fazer o emocionador feliz, porque o cliente feliz é a consequência.”
Lizete Ribeiro · 24:43
“Eu acredito muito mais em você do que você mesma.”
Lizete Ribeiro · 33:16
“A marca trouxe clareza, trouxe um caminho, trouxe um destino.”
Lizete Ribeiro · 54:46

Capítulos

  1. 0:00Abertura
  2. 2:55O sítio Jodali e a origem do Tauá
  3. 5:57Por que Tauá
  4. 8:07Dois anos de prejuízo e a virada dos eventos
  5. 9:25Lazer e eventos: um modelo de dois pilares
  6. 12:06Atibaia e o aprendizado de cada hotel
  7. 13:42Um negócio vivo que não para de mudar
  8. 16:15Vende-se banana onde há muita banana
  9. 19:19A semente da cultura Tauá
  10. 22:04O treinamento da felicidade
  11. 23:55Manter a cultura com 2.500 pessoas
  12. 25:41Sucessão interna e os emocionadores
  13. 27:57A trajetória de Lizete até a presidência
  14. 30:36Vendedores e perdedores
  15. 33:16Medos, temperamento e vulnerabilidade
  16. 35:53De empresa familiar a empresa profissional
  17. 40:15A solidão do líder
  18. 44:47O projeto de branding de 2018
  19. 49:52Tauá e Grande Hotel: arquitetura de marca
  20. 53:57A vida com mais sorrisos
  21. 59:36Os Tal Alegres
  22. 1:05:14O futuro do Grupo Tauá
  23. 1:08:58Quatro rotas para a nova marca do grupo
  24. 1:27:13Encerramento

Cortes do episódio

Transcrição completagerada a partir da legenda automática do YouTube, com revisão de nomes
0:00

Olá, olá, olá. Bem-vindos ao podcast Trocando a Lente, um podcast onde o tema os temas são estratégias, negócios e design e onde a gente busca difundir o papel estratégico do modelo de pensamento sistêmico do design e a importância que isso tem no mundo das organizações e dos negócios. Meu nome é Gian Franco Rocchiccioli, sou sócio e head de estratégia da Pande, uma das principais consultorias de branding da América Latina. Como de costume, eu gostaria de começar agradecendo a vocês que estão assistindo pedir que vocês deem um like. Eu eu anotei aqui porque eu sempre quis falar isso. Dê um like, se inscreva no canal e acione o sininho das notificações para não perder nada desse conteúdo, né? Se você gosta desse conteúdo, por favor, indique compartilhe o link desse desse podcast com seus amigos. Gostaria também de agradecer o time da Empath por nós nos receber nesse lugar, como diz o meu amigo Emílio Surita, maravilhoso, lugar lindo onde a gente grava o nosso podcast. E é claro, dar as boas-vindas à minha amiga Lizete, né? A promessa é de que esse papo de hoje seja inédito, inacreditável e imperdível. e a gente vai revelar ao longo da nossa conversa porquê de cada uma dessas coisas. Então, Lizete, muito obrigado por aceitar o convite. É, é um prazer de ter aqui para ouvir a história desse grupo que eu comecei admirando como cliente, depois como fornecedor, depois como amigo e é um prazer te receber aqui hoje. Ah, já é uma alegria estar aqui

1:43

Hoje com você, ah, contando essa história que a gente construiu juntos, né, e que a gente se divertiu no longo do processo, né, agora com esse tanto de I que você falou aí, a responsabilidade ficou grande, né? inacreditável e imperdível. Olha, por que que será que é imperdível? Bom, você que tá aí deve estar curioso porque que a gente apareceu na sua tela, né? Por que que a gente tá aqui, Lizete? Porque você me irritou profundamente falando que a nossa marca de grupo precisava ajustar, por isso que a gente tá aqui. E para contar também um pouquinho como é que a gente veio parar aqui. Nós vamos contar qual é a surpresa ou não. A gente deixa para depois, né? Ah, mas essa é boa demais. Aguarde. Será? Será? Será? Bora lá. Então, para começar, eu queria dar início a esse papo pedindo para você contar um pouco. Não sei se todas as pessoas que estão nos assistindo conhecem o grupo Tauá. Imagino que sim, mas talvez não tenham tido a oportunidade em todos os hotéis do grupo. Então, queria que você começasse contando, voltar lá atrás, né? Hoje você CEO do grupo Tauá, aliás, que cargo, hein? CEO do grupo Tauá, né? eu queria que você começasse contando um pouco da tua história, né? E a tua, principalmente a história do grupo, como é que, como é que começou o grupo Tauá?

2:55

É, ah, as coisas meio que se confundem, sabe, de a história do grupo Tauá com a minha história, porque eu nasci no sítio que virou o hotel. Então, desde pequena, aquele negócio foi construído com aquela aquela coisa de paz, né? Estamos fazendo esse negócio para vocês, filhos, para vocês tocarem durante a vida. A gente já nasceu com a responsabilidade. Então, quando eu tinha 8 anos, o sítio, esse sítio aqui, esse sítio que era o sítio Jodali, lá em casa a gente sempre foi. Ah, Jodali, eu vi a foto, eu falei: "Que que é o Jod?" Eu já, eu já sabia da onde vinha, né? É que a gente sempre foi lá em casa. Impressionante. A gente sempre foi muito criativo, né? Então, meu pai chama João, meu irmão chama João, eu chamo Lizete, minha mãe chama Lizete. Então, assim, a gente tem um processo de criativo muito, você vê que é muito pulsante. E aí o Daniel do meio, né? Não tinha ninguém, virou Daniel. Então, e aí o sítio Jodali, João, Daniel, Lizete, dá até para ver ali, acho que sobre aquelas pedras, é, nós estamos ali, o João tá no J, o Daniel tá entre o Da e é, e eu tô ali no L, sí, sí, né? Então ali era o sítio que funcionou de 1984 a 1986.

4:06

Foram dois anos de farras, fim de semana de sítio, curtição, né? Bagunça. Até que aquela a primeira casa. É onde vocês ficavam aquela ali de cima? Não, aquilo ali aquilo ali era uma casinha de apoio que tinha lavanderia, cozinha, não era a casa ficava ali aquela chinela em cima. Porque quando eu fui em Caeté na no projeto que a gente fez, eu visitei a casa que era a casa da fazenda. Sim. tá lá até hoje. É aquela casinha em cima do Jordali ali. Ela tá em cima do Jodali. Ela tá em cima desse morro aqui, onde a gente pegava papelão e descia. Rola menino. Pegava os papelão e saía descendo, arranhando ali na no morro. Então a gente ia todo fim de semana para lá, todo fim de semana no sítio. Até que um dia meus pais se enfararam do sítio, falaram: "Esse negócio só dá prejuízo, só dá despesa". Aliás, só dava despesa.

4:55

Nem era prejuízo, era despesa. Vamos fazer uns quartinhos aqui para ganhar um dinheiro. Foi assim que tudo começou, né? E aí tinha uma piscina geral. Quem que teve desce? O seu João ou dona Lizete? Meu pai é um cara extremamente visionário. Ele é um empreendedor nato, né? Ele vê coisas que as pessoas não vem. Aquele um que nasce um em 1 milhão que consegue enxergar onde os outros não estão vendo nada. E minha mãe é administradora, minha mãe é centrada. Então essa mistura dos dois que foi que funcionou, né? Porque um visionário solto, sozinho também correndo é igual um maluco, né? Então era ele é ele convencendo ela que ia dar certo, ela acreditando, mas organizando, né? Então essa dupla foi perfeita. E ali era a piscina que o sítio tinha e era piscina quando hotel abriu. Só tinha essa piscina. Essa piscina era de água gelada. Gente, hoje é inadmissível você ter uma piscina de água fria, né? Mas essa piscina ela, eu não sei, eu acho que ela beirava aquelas banheiras de gelo hoje, ela seria um um lugar ideal para fazer. Aí é onde a piscina de Caeté hoje, essa área ali é onde tem o brinquedão hoje. Brinquedão. Tem um Aqu.

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Exatamente aonde tá essa piscina hoje. E você, assim, você tava lá quando essas ideias surgiram, do que que você se lembra das conversas, das primeiras conversas, quando é que eles começaram a fazer os primeiros quatro? Qual a primeira lembrança que você tem? Olha, é engraçado, eu tenho uma lembrança muito clara do nome, da escolha do nome Tauá. E da onde veio? Tauá significa argila amarela, mas meus pais queriam um nome brasileiro curto e fácil, né? para as pessoas gravarem que fosse forte. E essa terra de onde até dá para ver que é a terra bem branca era conhecida como um barro branco. E aí na nas sugestões de nomes, a gente vereador por nomes indígenas, eu não esqueço eles dizendo: "Olha, esse nome Tauá significa argila amarela". E aí minha mãe comentou: "Uai, mas a região lá é de Barro Branco. E aí, então vamos chamar Hotel Fazenda Tauá, né, que tem uma ligação, tem alguma coisa a ver e aí todo mundo quando nos perguntar a gente vai poder dizer: "Tem uma ligação com a terra do local". E nada mais importante do que a terra, né?

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De onde a gente vê tem essa ligação muito forte. E aí ficou Tauá por votação. Meu pai perdeu, ele queria em Boabas, se não me engano, ele perdeu a votação por 3 a do Boabas. Ainda bem que ele perdeu, né? É. E aí ficou Tauá e ele se apaixonou por esse nome. Todos nós nos apaixonamos e a gente tem um orgulho muito muito grande desse nome, né, pela brasilidade dele, assim. Mas voltando lá lá atrás, qual a tua primeira memória? Qual qual que é? Olha, eu tô vendo as fotos. Já vai me vendo umas memórias assim do lado daquele campo. Aquela casa tá ali até hoje. Aqui é você, o João e o Daniel. E o Daniel. Engraçado, o meu cabelo me confunde. Quem é o Daniel, quem é o João, quem sou eu, né? Eu vejo, eu vejo claramente quem é quem. Ai ai. Somos, somos nós três ali juntos. A gente sempre foi super unido. Briga e brincadeira, né? Acho que todo todos os irmãos tem muito isso. A gente é aquela briga, quando brigava, meus pais falavam: "Vocês só vão ter vocês três na vida". A única coisa que a gente leva na vida são os irmãos. Então, a gente e é verdade isso e é verdade. Eu não esqueço disso quando o dia que eu joguei todas as roupas do Daniel pela janela, né? A gente morava numa casa e eu joguei todas pela janela no dia que nós brigamos. Ah, o motivo a gente nunca lembra. A gente lembra do fato em si, né?

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Ai, ai. Mas assim, e a gente sempre foi muito unido e a gente brincou muito nessa piscina, pulava daquela cascata, tinha um pé de maçã no hotel, no hotel não, no sítio, né, que depois virou o hotel e tinha um pé de maçã. Esse pé de maçã deu duas maçãs historicamente, nunca mais deu. E todos nós temos fotos com as maçãs em todas as etapas da maçã. Ah, então muitas histórias ali que a gente viveu. E aí a dona Lizete, seu João resolveram montar um hotel, resolveram montar um hotel fazenda porque os amigos iam todo fim de semana e para eles a a equação era lógica. Os amigos vão, eles se dormem aqui amontoados gerar despesa, gerar receita. Eles vão voltar pagando para dormir bem num quarto bem feito, né? Mas aí nunca mais voltaram. Tivemos que arrumar outra renda. E e a ideia de evento já já foi logo no início de fazer evento. Não, a ideia de evento veio quando a gente passou dois anos tendo só prejuízo, porque não existe hotel que vive de fim de semana.. Então você tem a mesma experiência, já estava montado. Tinha 22 apartamentos, aquela piscina, aquela quadra, exatamente só isso. Um playground de ferro como esse, né? Já estava montado. E de sexta a domingo tinha um movimento legal. As pessoas iam pro hotel para passar o fim de semana com a família, mas durante a semana o hotel ficava as moscas, não ficava nada.

9:25

Não ficava ninguém. E aí é como que a gente vai trazer movimento pro hotel durante a semana? Foi aí que surgiu a ideia nas reuniões empresariais, né? E a gente com todo conhecimento vasto que a gente tinha de hotelaria fez um salão exatamente aqui ao lado dessa piscina, ou seja, com todo o conhecimento de hotelaria, com todo o conhecimento que não funcionou, mas durante anos chamou salão piscina, né? Era um salão ao lado da piscina. Salão piscina. Eu acho que eu vi uma foto dessa. Existe essa foto. Salão piscina. Exatamente. E a gente também super criativo. O salão era ao lado da piscina já lá salão, piscina. Ló. Lógico, né? Mas quando veio essa tacada, foi aí que o negócio começou a virar. Dois anos após, quando começou os eventos. Foi quando começou os eventos. E e isso é o que deu a modelagem do do Tauá de hoje, né? Porque o Tauá, conta aí para quem ainda não conhece profundamente como é que é o modelo de negócio do Tauá. É o modelo de negócio do Tauá. Hoje nós somos cinco hotéis, estamos indo pro sexto, né? abrind no sexto no ano que vem, 2026. E a nossa modelagem, ela é muito clara em dois pilares. Ter tudo pra família em lazer, tudo. Tudo que ela quiser fazer tem tudo em um só lugar, desde boliche, piscina, cinema, vários restaurantes, monitores, recreação o tempo inteiro e também tem uma estrutura impecável para os eventos, né? Então o que que o evento quer? Ele tá com quer tá com a equipe da empresa toda junta, tendo uma boa alimentação, surpreendendo os seus funcionários o tempo todo para eles saírem dali motivados, engajados a produzir aem mais morrendo de vontade de de estar ali do lado de Esse é o sucesso. Olha, fala: "Eu quero ir, eu quero aproveitar essa piscina, não, eu vou ter que voltar com a minha família porque eu não vou ter tempo aqui durante a reunião". Então, esses dois pilares funcionam quase que um seguro do outro, porque esse eventos fica muito ruim, tipo como a veio a pandemia, ninguém se reunia, né? Não

11:07

Juntava duas pessoas numa sala, quçá 30, 100.000 1 pessoas numa sala. É. E aí o lazer começou a crescer muito das famílias quererem estar juntas. Então o lazer segurou essa época e na época que eu vi o boom de cruzeiros do Brasil com dólar a R$ 1, né? Aí foi o evento que segurou. Então uma coisa é um R. É um R. É um R. Exatamente. E também tem uma questão de tá próximo de uma de uma capital, né? Sim. Sim. O nosso modelo de negócio, a gente viu que começou a funcionar com o Caeté. Onde é Caeté? Caeté fica 45 km de Belo Horizonte, né, que é de onde somos, moramos, bastante suficiente para ser uma viagem, mas é próximo o suficiente para eu Exatamente. para eu não tá tão longe. Exatamente. É, você não pode estar perto para querer voltar para dormir em casa.. Né? Não pode estar longe demais para dar preguiça de ir. E essa receita super deu certo em Minas Gerais. Foi aí que a gente foi replicando nas outras praças que a gente foi e surgiu em Caeté, foi o primeiro. Segundo foi Atibaia. Segundo foi Atibaia, que inauguramos em 2008.

12:06

Começamos a obra em 2005, inauguramos em 2008, né, com a mesma com o mesmo sentido, tinha que ser perto da capital, ou seja, próximo a São Paulo, no máximo 1 hora de São Paulo, um terreno plano na beira de uma rodovia para ficar fácil. E aí veio o Atibaia em seguida e começou com 72 quartos do mesmo jeito, uma piscina. E uma coisa que me chamou atenção na primeira vez que eu fui e no hotel é que os eventos que tem lá são eventos gigantescos, né? Para quem não conhece, a estrutura de eventos do Taué é enorme. E eu fui, o hotel tava cheio e o evento lotado e e os restaurantes você não encontra. Então, o pessoal de evento tá num restaurante, o pessoal que tá no hotel tá em outro restaurante, esse esses grupos não se encontram, né? É, acho que isso tudo foi construído com muito aprendizado, muito erro, né? Acho que quanto mais a gente errava, mais a gente aprendia. Quanto mais a gente erra, mais a gente cresce. Então, tá, o Caeté começou muito pequeno e tinha um restaurante só. E ninguém que tá numa reunião, gente, ele quer ir pra piscina, mas quem tá na piscina não quer. Você tá lá de biquíni, tomando sol e passa o pessoal, né, os executivos trabalhando. Então, a família também não gosta. E a gente começou a entender como é que tinha que ser construído, a localização das coisas, onde uma sala deveria ser construída, tem que ter mais de um restaurante para que a família esteja à vontade, mas para que o evento também tenha o seu espaço. E aí foi essa descoberta. Então eu brinco que no 10o hotel que a gente construir aí vai est perfeito, entendeu? Porque a gente vai aprendendo cada coisa. É interessante você tá falando porque uma outra característica que me chama atenção é que eu nunca fui para lá numa outra vez que não estivesse coisas, que não tivesse mudanças da vez anterior, né?

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Parece que aquilo tá sempre crescendo, sempre transformando. Você nunca foi. Nem eu. É impressão. Então, mas aí eu queria explorar, é, eu queria explorar uma coisa que é, são quase 40 anos. Quantos anos tem? 38. 38 anos. Quase 40 anos. É ano que vem, na verdade, 39. A gente faz esse ano 39, fazemos 40 no final do ano que vem. São hotéis gigantescos, né? Em crescimento constante. Então assim, aquilo não para de crescer. eu me lembro quando a gente fez o projeto de branding, a Atibaia já era uma evolução do modelo, né? Tava começando a construir Alexânia, né? depois eu voltei para Caeté. Caeté tava completamente diferente do que tinha sido na primeira vez. Então, como é que é essa dinâmica? Aonde vocês se inspiram para fazer as mudanças, né? Como é que surgem as mudanças? É um é um negócio muito vivo, né? Primeiro porque a gente acredita muito na recorrência. O nosso negócio é que a pessoa vá, seja muito feliz lá com a sua família e queira voltar. E quando a gente começa a voltar muito no mesmo lugar, a gente tem que a gente a nossa expectativa vai aumentando. Então, para encantar quem voltava, não podia ser igual. A gente tinha que manter uma coisa igual, que era a cultura, que é o atendimento, que é a forma de tratar, né? Isso não podia mexer. E isso é um grande desafio. Como é que você mantém a cultura, o carinho, o chamar pelo nome numa coisa que vai crescendo, né? Então esse é esse o desafio constante. Mas como é que a gente traz essa modernidade? O mundo mudou tanto, você fala em 38 anos. Poxa, quantas coisas mudaram, né? Eu brinquei da piscina aqui, mas era normal há 30 anos atrás. O hotel tem uma piscina fria. No dia que aqueceu a piscina era como assim: "Nossa, descobrimos o Brasil, né? As pessoas agora já faz uma piscina fria.

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Ninguém entra, ninguém entra numa piscina fria, nunca mais. né? Então, hotelaria é um ser vivo, então você tem que estiro investindo, trazendo novidade, trazendo mudanças até para ele ficar novo o tempo inteiro. Senão até é igual casa, vai ficando velho. A gente vai estar aqui hoje falando sobre três assuntos importantes, né? Vai ser um podcast inédito, que o pessoal vai ver imagens e fotos que nunca viram sobre a história do grupo Tauá. Inacreditável que vocês vão fazer parte de um momento importante do grupo e a gente precisa da da opinião de vocês e imperdível porque eu tô tentando convencer essa moça de fazer uma coisa que ela nunca fez na vida. Ainda não consegui, mas vou conseguir. Vamos ver. Vamos voltar lá em Caeté. Tava perguntando como é que foi esse processo de crescimento, como é que foi a decisão de vamos para Atibaia. Todo mineiro sonha em ir pro Rio de Janeiro e ir pra praia, né? A gente ia para Guarapari, foi melhorando um pouco de vida, começou a ir para Cabo Fri. Então, todo mineiro sonhava. Então, para onde que nós vamos fazer um outro hotel?

16:15

Vamos fazer perto do Rio de Janeiro, capital, na beira da praia, no Rio. Maravilhoso. Expansão. A primeira expansão, a primeira expansão seria lá. E olha que nós procuramos terreno ali e não foi por falta de procura, não achava. Ou era área de proteção ambiental ou eram preços que não faziam sentido. E aí meus pais foram para Las Vegas numas numa viagem deles, nesse nesse turbilhão de que faremos agora. E quando eles voltaram, eles falaram: "Vamos construir hotel em São Paulo". Como bombineiro, né? Desconfiado e assim, bairrista, falou: "Não, mas São Paulo é muito difícil pra gente". E meu pai falou um negócio que eu nunca vou esquecer. A gente vende banana aonde se tem muita banana para vender. É na feira. Lá em Las Vegas é um hotel do lado do outro. E aqui em São Paulo, lá em São Paulo, né, tem um monte de hotel. Vamos construir um lugar que tem muito hotel já. Nós vamos para lugar que tem muito. Se tem muito é porque as pessoas vão parar, nós som bom, nós vamos fazer onde? Então era pesquisa de feeling, não tinha pesquisa, feeling total, né? E assim foi, feeling bom, hein? Feeling, feeling. E isso, isso a pessoa o filho do empreendedor, né? E aí e assim foi, começamos a procurar terrenos, tinha que ser aí a no máximo uma hora de São Paulo, fizemos um raio que onde que tinha muito hotel. Atibaia sempre teve muito hotel, hoje tem até menos do que tinha naquela época, né? Então tinha muito hotel, falou: "Atibaia tem muito hotel, o povo vai para lá, tem estrada boa que chega lá". E aí começamos a procurar terrenos na região de Atibaia.

17:34

E engraçado que quando a gente achou esse terreno, eu não esqueço do meu pai andando no terreno com a gente em volta e era uma plantação de morango, ele ele andava e o joelho ia até no meio da terra, né? E ele falava: "Aqui vai ser a recepção, ali vai ser o restaurante, logo ali vai ser a sala de eventos". Ele enxergava, ele enxergava tudo, ele enxergava tudo que a gente não via, ele já estava vendo ali naquela época, né? E assim foi que a gente chegou em São Paulo. E e quando a gente decide uma coisa lá, ela vai fazendo. Nós somos muito rápido. Então vamos para São Paulo, vamos achamos terreno. Isso eu posso garantir para você. É muito lá é tudo muito rápido. Então comprou o terreno 2005. Em dezembro de 2008 nós inauguramos o hotel, né? Então passamos o revão lotado já na primeira inauguração com 72 qu. E o que que vocês já planejaram de mudar do primeiro pro segundo? Como é que foi o pensar o segundo hotel? O que que deveria já mudar? o que que já era uma evolução de pensamento. Olha aí, ter mais restaurantes, né? Ter piscinas enormes para receber a forma de construção do hotel, né? construções não muito altas, gostosas, mas que tivessem fosse muito arborizado entre os ambientes. Então, tudo isso que a gente vi à vezes alguma reclamação em Minas é lindo, tem uma coisa que nenhum outro lugar tem que são as montanhas, mas pra construção e pra locomoção, a gente tinha um sonho de ir para um lugar que tivesse um hotel plano. Entendi, né? Então, todo esse aprendizado e essas dificuldades que a gente tinha em Minas, que depois também se tornaram fortalezas, a gente quis aplicar em Atibaia de forma distinta, mas o nosso grande sonho era ter uma área de de salões grande, né, e conseguir chegar em 350 quartos. Esse era o quantos tem hoje? Hoje nós estamos com 78 quartos em

19:19

Atibaia, indo agora para 100. Vixe. É, então era o sonho que a gente tinha lá de fazer esse hotel. e conseguir chegar em 350 apartamentos. Pra gente falar em 400 quartos era assim, nossa, né, a gente nunca vai conseguir chegar aqui, é muito difícil pra gente 350 já é um sonho. Então o nosso objetivo era ter um hotel que atendesse famílias e eventos de forma que pudessem conviver entre si com sucesso, aplicando a mesma fórmula do atendimento que a gente vi em Minas Gerais.. E como é que foi? Você falou da da importância da cultura, né? A gente também acha isso fundamental. Como é que foi essa ideia, né? Porque eu entendo que a cultura, a gente vai até mostrar um vídeo do seu João falando aqui, né? Quem estão ouvindo falar do seu João, mas vocês precisam conhecer ele pessoalmente, né? Vou contar um fato interessante de quando eu conheci o seu João, a gente foi no projeto de branding, Sim. fizemos toda a imersão, etc., Mas eu ainda não tinha conversado com ele. A gente foi no na no dia da apresentação, seu João sentado no canto da mesa, Lizete e o Daniel sentados na minha frente, a gente apresentando e aí de repente a gente mostrou que a gente ia mudar a marca. Seu João bateu na mesa assim: "Ninguém vai mudar a marca". Eu lembro que eu arregalei os olhos, olhei pro pessoal da Pande, todo mundo de olho arregalado. Lizete, calma, pai, deixa a gente explicar porquê, né? Então assim, realmente é um visionário que tem muita paixão por aquilo que ele faz. Essa questão da cultura, como é que foi a qual foi a semente da cultura de Tauá? E aí conta também um pouco dos dos treinamentos, né? É, a cultura do Tauá é a origem, acho que da vida deles, ah, dos meus pais, do que eles viam que dava certo, porque meu pai não não foi estudado, ele aprendeu a a ler escrever tarde e quis

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Ensinar e nisso ele abriu um supletivo. Mas o que ele entendeu ali foi que ajudar as pessoas ser colaborativo de forma genuína era muito poderoso e que as pessoas eram carentes. Isso ele descobriu naquele momento e ele entendeu o seguinte: se a gente fizer um hotel, nosso tema é que agradar todo mundo que vi aqui, porque as pessoas não são agradadas, elas vivem em conflito o tempo inteiro, né? E ele sempre repetia aquela frase de Gandhi, né? Que as pessoas não sabiam ah conviver como irmãos. Aprenderam a voar como os pássaros, aprenderam a nadar, né, como como os peixes, mas não não sabiam conviver como irmãos. E isso o tocava profundamente. Ele falava: "Todo mundo que vier aqui, nós vamos chamar pelo nome, nós vamos tratar como único e nós vamos tratar como da família de forma muito simples." E isso é que fez o Tauá crescer. Então isso nasceu dentro dele e dentro do ciclo familiar. Como transferir isso para uma cultura de uma empresa? Todo dia. Todo dia, todo dia, todo dia, todo minuto, até que entre no sangue, a coisa aconteça de forma que a gente natural.

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Natural. É como vocês aprenderam, né? Cultura. É natural. Ele era assim, ele ensinou dentro de casa fazendo todo dia. A gente não sabe ser diferente.. A gente não sabe fazer diferente. A gente faz aquilo que a gente aprendeu todos os dias, toda hora, de forma natural. E o que que a gente entendeu no hotel hoje com mais de 2.000 emocionadores, né? Primeiro, para entrar lá, para começar a trabalhar conosco, tem que entender fortemente o que é essa cultura.. Porque tem que acreditar nela. Que se você não acredita, você não vai passar ela de forma genuína. Então são dois dias intensos de dizer pras pessoas que iso treinamento, esse é o é o treinamento da felicidade que a gente treinamento da felicidade. É o treinamento da felicidade que a gente ensina ali que primeiro você precisa ser feliz aqui, que para fazer alguém feliz você precisa ser feliz. E quando a gente faz alguém feliz a gente também fica feliz, né? Então são dois dias ouvindo basicamente isso. Quem rive mais. Quando a gente faz alguém feliz, a gente também fica feliz. E se você quer ser feliz aqui, né? Você tem que gostar de gente.

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E é uma mensagem fácil de passar, né? Porque não tem como dizer: "Não, isso aí não. Eu quero ser triste. Eu gosto é de ser triste, né? Não vou me adaptar nesse lugar. Acho que todo mundo, né? O Alexandre teve o prazer de, quando a gente tava fazendo o projeto, o Alexandre foi ver o treinamento, né? Tem que viver na pé da coisa, né? É, mas você sabe que parece o óbvio, mas tem gente que se incomoda com tanto sorriso, com tanta poxa, aí tem gente sabe, mas eu tenho problemas, todo mundo tem problema. Nós todos temos problemas e as pessoas têm problemas demais, mas a gente pode deixar a vida um pouco mais leve através do sorriso, através de criar momentos de felicidades, por não? Mas tem gente que não se adapta. Mas aí o que a gente, o nosso sonho lá é que no terceiro dia a pessoa já entenda, isso não é para mim. Não é para mim. E tem gente que realmente no terceiro dia some e é abduzido. É, é abduzido, né? E aí é assim, hoje são dois quantos colaboradores tem?

23:55

2015. Como é manter uma cultura com 2500 colaboradores, né? Você tá falando todo dia, tá bom? Mas são 2500 colaboradores espalhados em estados diferentes, né? eu tive recentemente num dos hotéis lá, um cliente nosso foi fazer uma um evento, eu tive prazer de te encontrar lá. E quando você saiu da mesa, o o dos diretores da empresa virou e falou assim: "Olha, é a terceira vez que eu vou no hotel da rede e a terceira vez que eu vejo a Lizete no hotel. Como é que é manter essa cultura e estar em todos os lugares onipresente assim? Qual que é o ônus? não acho, na verdade é uma paixão que a gente passa, porque ninguém faz nada sozinho. Então, essa paixão que meus pais nos passaram é o que a gente passa pro corpo de diretores, que passa pros emocionadores e pra média média liderança, pra gestão.

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Então, e é walk, não adianta a gente falar uma coisa e fazer outra, praticar outra. Praticar. Mas se eu chego e fala, a coisa mais importante que a gente tem é fazer o emocionador feliz, porque é o cliente feliz a consequência. Se eu não praticar isso todos os dias, né, isso não é cultura, não é o que eles vão acreditar. Então o nosso papel é inspirar essas pessoas e repetirem e acreditarem nisso. Então realmente é seu exemplo 24 horas. E exemplo é presença.. É presença. É estar lá. É estar lá, né? E não necessariamente a gente está lá o tempo todo, mas a gente gosta de estar presente, né? E quando estamos, estamos todos fazendo o mesmo papel, que é defender a cultura. Tem gente que defende a cultura olhando a área de tecnologia, mas tá ali presente olhando a cultura. Tem gente que defende a cultura realmente fazendo a gestão de pessoas. Tem gente que defende a cultura sendo CFO, cuidando das finanças. Mas a primeira coisa que a gente encontra, né, e quando tem reuniões estratégicas, é, o pessoal tava cumprimentando menos, eu achei. Por quê?

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Tá acontecendo alguma coisa lá, tem alguma coisa. diferença, nitidamente. Nitidamente. Então, e aí a gente tem que, né, entender a causa raiz, por que isso está acontecendo em algum motivo específico. E isso já é uma coisa natural de todo mundo. Natural de todo mundo. E a coisa mais importante, literalmente é a coisa mais importante. Ah, Gian, você sabe uma coisa que a gente às vezes comenta no Instagram montando um pedacinho da história e aqui você falou do inédito, tem um monte de coisa aqui de vídeos meus pais estavam mexendo lá em casa. Sabe aquela coisa que você vai mexendo que a gente nunca mostrou e contando a história de forma diferente, né? Então isso é muito legal. A gente vai ter a oportunidade de mostrar aqui. Então fiquem aí para acompanhar fotos antigas, vídeos antigos. Por que que a gente é doido assim? Fotos nunca antes vistas da Lizete, privados. E como é que vocês fazem no processo de lideranças lá, né? Porque tem muita gente que tá lá há muito tempo. Primeira coisa, a gente foca muito na sucessão interna.. o nosso criar sucessor criar sucessão interna, criar sucessão interna. Então assim, nós temos diretores, a a Viviane que é diretora de gente, né, que é de talento, cultura e felicidade, ela começou no hotel com 14 anos.. Né? Então ela foi ah serviços gerais, foi camareira, foi gçonete e foi crescendo e hoje ela é diretora. Então esse processo de sucessão interna é muito importante porque a gente mantém a cultura viva.

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. Então, um dos nossos mandamentos é o Tauá, uma empresa de oportunidades. Quem quiser crescer nesse negócio aqui vai crescer, crescer junto com a gente. Exatamente. Geral é o cargo mais alto, né, do nosso negócio. Tem um gerente geral que foi tal Alegre, ele entrou como recreador infantil e hoje ele é o gerente geral da unidade. Tem gerente geral que entrou carregando mesa como assistente de eventos. Assistente de eventos é um nome bonito para quem carrega a mesa e a cadeira para montar uma sala, né? E assim vai. E as pessoas crescem lá dentro e isso carrega a cultura. E isso é cultura pura. E você citou o nome aí, não sei se todas as pessoas sabem, dos emocionadores, né? Por que chamam emocionadores? O que que tá por trás dessa escolha? E como é que surgiu esse nome? Esse nome surgiu com o meu irmão João Luiz. Ele é um gênio da criatividade e de fato ele é criativo mesmo. Tem alguém da família que de fato é ele, né? O João Luiz que é um gênico que discordava dos nomes do sítio. É exatamente exatamente pelo amor de Deus.

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E ele conversando até com a Viviane, surgiu isso. Mas o nosso papel aqui não é ser garçom, não é ser recepcionista. O nosso papel aqui é encantar as pessoas, é tocar o coração das pessoas, é gerar emoção. E aí conversando saiu, então nós somos o quê? Nós somos emocionadores. Foram nós sem contar isso para todo mundo. E nós somos emocionadores. Então em nosso crax de todos nós tem escrito emocionador. E as pessoas perguntam, né, por que que tá escrito emocionador? Porque o nosso papel aqui é tocar o seu coração. E tem o gesto, né? Nosso, é o gesto de receber bem e receber as pessoas com a gratidão, porque a pessoa para escolher para ir para algum lugar, ela faz uma pesquisa, né, Gian? Isso. Aprendi com você. Ela pesquisa, ela procura, ela tem uma jornada, né? Então, durante essa jornada, essa escolha, você ser o escolhido, poxa, vamos agradecer, né, de ter sido o escolhido. Isso é muito importante, isso é muito forte, isso, né, legal? E agora eu queria fazer um recorte, falar um pouco da história da Lizete dentro dessa dessa história, né? Então hoje você seou da empresa, você trabalhou 27 anos como diretora comercial, é isso? No você começou na área comercial, diretora comercial, conta tua trajetória. Deve ter muita gente, eu te sigo nas redes sociais, deve ter muita gente que te segue e te tem como modelo, né, de inspiração. Mas conta um pouco dessa trajetória, como é que foi essa trajetória até o cargo do senhor. É, eu acho que eu tive uma oportunidade de ter uma escola dentro de casa, né? E como foi tudo construído com a gente ali vivendo junto. É, é desde o início de do do de ser jardineira, de arrancar o mato, a bater bandeja, fazer um chequinho, atender telefone e aprendendo cada pedacinho.. Né? E crescendo junto com a com a empresa.

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Hoje, é claro que é tudo muito diferente, né? Na proporção que está, mas aconteceu de forma natural. E o que foi mais legal é que somos três irmãos e cada um tinha um um dom ou uma aptidão diferente, né? Eu então acho que meus pais até nisso eles tiveram a sabedoria de direcionar assim para você não foi filho. É exato. Eles criaram uma empresa. Exatamente. Então Daniel sempre foi um cara muito de número, muito de número assim desde pequeno. É um cara visionário no número, aquele que sempre economizava, né? Super estratégico, foi pra área de engenharia e, né? Um estrategista. O João Luiz criativo, né? Criativo, mas gostando de gente, né? Gostando de fazer diferença, gostando de criar coisas novas. E eu gostava de vender, sempre gostei de vender, né? E aí fui eu. E eu sei por Colin, coloca o o primeiro vídeo do seu João. Eu separei uma cena aqui que eu acho que para mim é essa frase, né? Que é ele ensinando o eu imagino ele fazendo isso em casa.

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Coloca, coloca aí, depois a gente fala. Aliás, um dos grandes problemas das pessoas que não conseguem vencer é que não consegue vender. Na vida a gente tem que vender tudo. A gente tem que vender a imagem da gente, o trabalho da gente e vender, vender, vender, vender. Para mim existe dois tipos de pessoas, os vendedores e os perdedores. Pode, pode parar, pode parar. dois tipos de pessoa, os vendedores e os perdedores. Essa é a cultura que ele incutiu nas Essa é a cultura porque deu para ver sua cara ali na plateia olhando pro seu pai assim, babando assim, né? Eu nem me reconheço. Ele acha um rapaz do meu lado ali que depois eu reconhecer meu marido. Seu marido? Isso tem 20 anos, né? Tava novinho. Novinho. É, mas ele dizia isso muito e a gente vende tudo. A gente vende a nossa imagem, um médico vende a consulta pra pessoa gostar e querer voltar, né? a gente tá vendendo o tempo inteiro. E ele repetia isso mil vezes.

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Existem vendedores e perdedores, né? Independente do que trabalho que você faz, você está vendendo algo o tempo inteiro. E construir um negócio é saber tornar o seu negócio vendável em primeiro lugar, né? Terenciais significativos, mas também ativar essa venda, né? Exatamente. Você vê que tem pessoas tão cultas, mas que não conseguem sair do lugar porque não conseguem se expressar, não conseguem colocar para fora aquela ideia ou aquele processo, né, ou aquela dinâmica. E meu pai não era uma pessoa oculta, mas ele era uma pessoa de raciocínio de gente e de relacionamento. Ele sempre foi um cara relacional, né? Então ele entendeu que o grande negócio era relacionar com as pessoas. E para relacionar você vende, você vende uma imagem, você vende um processo, né? Mas volta pr pra Lizete, né? Qual que era o teu sonho? Qual que era o teu sonho de menina? Meu sonho de menina, eu nunca, eu nunca esqueço o livro do Sydney Sheldon que eu li. Sydney Sheldon é minha mãe lia muito Sydney Sheldon e eu de vez em quando eu pegava aqueles livros para ler Sydney Sheldon e tinha um livro que eu não me lembro mais o nome dele, que era história de uma moça que que também os pais tinham o hotel e ela foi administrar o hotel, né? E nessa época a gente já tinha o Tauá, mas é a história era um hotel em Paris, sei lá onde era, em Nova Yorca, coisa chique falava: "Gente, que legal, né, você poder chegar um dia, poder administrar um hotel. Mas tudo aconteceu de forma muito natural, assim, a a empresa foi amadurecendo, meu pai entendeu que era o momento, né, dele ir pro conselho. Daniel assumiu que era a pessoa mais preparada. Daniel entendeu que era o momento dele assumir o papel no conselho de presidente e e eu era a pessoa mais preparada. Então assim, a isso tudo aconteceu de forma natural, mas a gente vai se preparando o tempo todo porque a gente quer o bem do negócio. Já estava preparada para CCEO quando você foi convidada?

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Quais eram os teus medos? Todos. todos eles, né? Porque quando o Daniel chegou para mim para conversar, ele falou: "Olha, chegou a sua hora, né? A gente precisa fazer essa transição. eu quero, eu vou para o conselho, eu tô num quero viver um outro momento da minha vida." E eu falei: "Mas será que eu tô preparada?" Ele falou: "Eu acredito muito mais em você do que você mesma". Isso, isso, essa frase para mim foi emblemática. É, a tua ligação com o Daniel é impressionante. É muito grande. Mas ele antes de conversar comigo, ele tinha conversado com a família inteira. Ele não vai colocar o negócio da família, né? Sem ter essa certeza. Ô gente, lembrando que hoje é muito importante pra gente, né, Gian, aquele dia que tudo começou, que você foi mostrar as marcas, que hoje é um dia muito importante, que nós vamos mostrar as quatro opções da marca, do grupo e a gente precisa da ajuda de você, mas vai ter o inédito, imperdível, inacreditável, unbelievable, a loucura toda aqui para quem ficar até o final para ajudar a gente a escolher as marcas. Então eu pensei, primeira coisa que eu pensei, falei, eles não são doidos de botar todo o patrimônio na minha mão se eles não achassem que eu estava preparada, tinha condições para fazer isso. É. E eu disse, vocês vão me ajudar, porque eu tenho muitas dificuldades, né? então, se a gente vai caminhar junto, muito importante de falar, né? Porque todo mundo que vê uma uma figura como a sua, né? Ali no Instagram falando com segurança, vai num evento representando o grupo Tauá, hoje um dos maiores grupos de hotelaria do Brasil, né? Daqui a pouco do mundo, né?

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Estamos preparando para isso. Merit me aguarde. Merit. As pessoas acham que não. A pessoa nasceu pronto, preparada, não tem medo, não, não sobe no palco, não treme, fala muito bem porque nasceu falando assim, né? Não sabe de nada, né? Não sabe de nada. Ah, são muitos, né? eu sempre fui extrovertida, então assim, acho que era uma característica minha era ser extrovertida, mas eu era extrovertida ao excesso que chegava a ao agressivo, né? Eu não sabia diferenciar muito bem as coisas.. Então, eu era uma pessoa de temperamento muito forte. Não que eu não seja hoje só só com meu marido, eu eu guardo isso mais para ele, né? Ele ele fala só ele é agraciado. Eu guardo isso tudo para ele. Mas essa questão do temperamento, ah, a gente administrava antigamente, você fala 30 anos atrás, era no grito. É, tinha o ditado, né? Manda quem pode, obedece quem tem juízo. Exato. De oração de nova hoje novo mundo não tinha carinho, né? Não, não tinha carinho assim. E hoje o mundo mudou, graças a Deus, né? Então eu eu era uma pessoa muito agressiva, né? Então às vezes hoje quando eu saio do tom, eu viro pro pessoal, falo: "Gente, e eu pergunto", porque para aprender a gente tem que ter as pessoas que acreditam na gente, que gostam da gente, então a gente também tem que dar abertura da vulnerabilidade.

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Eu passei do ponto aqui, eu fui agressiva, me desculpa se eu me excedi, né? Pede feedback. Então eu fui aprendendo a ter pessoas do meu lado em que eu confiasse, né? Mas mais do que isso, eu tive que passar essa confiança pr as pessoas para aprender junto com elas, né? E uma coisa que eu acredito piamente é: "Contrar pessoas melhores que você." E hoje eu sou cercada de pessoa muito, gente muito mais competente que eu, né? Junta. E isso vai te dando força, vai dando força e vai dando abertura. Quando a gente tem abertura com essas pessoas, a gente vai construindo essa força, essa história e melhorando todo dia. Eu não acredito que as pessoas não melhoram, que não mudam. Elas podem não mudar valores, mas melhorar e desenvolver. Ah, isso é todo dia. Tem que buscar repertório, tem que estudar, tem que pedir ajuda, tem que modelar em exemplo. Poxa, vê meu pai falando um negócio desse, como é que eu não modelo isso 24 horas? É, né? É um baita de um exemplo dentro de casa. E se eu não tivesse dentro de casa, eu teria que buscar fora, como às vezes eu busco para outros assuntos. E como é que é essa transição, né? Muito se fala sobre empresas profissionais, empresas familiares, né? né? Acho que a grande maioria das pessoas não sabem que 90% 80% das empresas do mundo são familiares e passam por processos de profissionalização que tem gente que entende errado, né? Empresa familiar não é profissional, não é profissional também, mas é quando você começa a ceder espaços no corpo executivo para profissionais de mercado, porque a empresa tá crescendo e ela precisa de outro perfil. Como é que como é que vocês planeo, a gente vai contar aqui uma surpresa em breve, né? a gente tá num processo de preparar o grupo Tauá pros próximos passos. Exatamente. Como é que é, como é que vocês enxergam esse desafio? Não foi fácil falar que é fácil você transformar uma empresa familiar, ah, que se resolve tudo na mesa do café

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Da manhã para uma empresa profissional. É simples? Não, não é simples, né? Agora, como a gente faz isso sem perder a beleza e a agilidade de uma empresa familiar?. E as características originais, né? Manter o DNA. Exatamente. Foi uma coisa que foi muito importante pra gente foi buscar a ajuda externa. na hora certa a gente fez um curso na Fundação Dom Cabral, que foi uma grande virada, que é o programa para desenvolvimento de acionista. E naquele curso que fomos todos os sócios, somos cinco, né? A gente entendeu que o mundo era além do Tauá, que ah a segunda, a terceira e a quarta geração, ela não necessariamente deveria que trabalhar na empresa.. Ela poderia ter uma escolha, porque a gente nasceu sem a escolha, apesar de sermos felizes no dividir o papel de acionista. Exatamente. Existe, exatamente. Existe o papel de acionista que tem que saber ler um balanço, tem que saber ver uma tem que saber se portar, mas ele não precisa ser um executivo. Então, quando a gente começou a ver aquilo, né, e que a empresa também ela tem um papel de crescer, né, pra sociedade, mas ela também deve retorno do capital da família investido, ali foi quando tudo começou a mudar, né, mas a gente precisou de ajuda externa e ali foi quando a gente viu que era necessário criar um conselho de administração para ouvir pessoas de fora, que era necessário buscar novas habilidades e que essa empresa nunca ia deixar de ser, né, uma coisa que tem uma cultura muito forte da família, mas que ela poderia crescer com novas habilidades de fora.

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. Né? Então tudo isso é um processo e crescer, que é mais ou menos o desenvolvimento nosso, né? Você tem algumas habilidades que são natas, outras você aprende dentro de casa e outras você vai examente a partir do estudo de cursos e etc. adquirindo novas competências, né? Mais ou menos isso. Exatamente. Mas uma construção pequena. As pessoas antes olhavam falavam assim: "Nunca vai haver um diretor que não é da família". Hoje todos os diretores não são da família. Não tem um diretor da família. Eu sou a única pessoa da família hoje na na na no corpo executivo, né? Meus irmãos estão no conselho, meus pais aposentaram, então é um processo. Então primeiro começou com a Viviane, que tinha uma história na empresa, então ganhou uma cadeira diretora, né? A gente já vê, olha, tem um diretor aqui de fora agregando, poxa, a gente precisa ter tanto uma pessoa em operações para nos ajudar. Ai, mas será que vai ter a nossa cultura, vai ter o nosso jeito? Poxa, vamos dar um voto de confiança, vamos trazer, vamos construir junto. E hoje tá fazendo uma carreira incrível aqui com a gente, já tem se anos, que é o Felipe, diretor de operações. E assim foram. E à medida que isso vai dando certo, vai criando corpo, você vai trazendo novas pessoas, mas sempre mostrando desde o dia um, olha, a nossa cultura aqui é essa. Você é aderente a essa cultura? E além dessa conversa, é claro, né, uma série de testes psicológicos e etc e etc, etc, que no final diz: "Olha, essa pessoa encaixa na sua cultura ou não?

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Não vai dar certo, né? E e o nosso papel ali é fazer com que essas pessoas sejam felizes, não só a diretoria, como a gerência, como todos, é inspirar essas pessoas paraas que queiram construir, crescer a empresa, porque daqui um tempo eu não vou estar mais lá, a família não vai estar, meus filhos não são criados para trabalhar na empresa, eles são criados para terem uma profissão, serem bons profissionais, serem boas pessoas para o mundo, mas serem felizes no que eles estão fazendo, né, no desejo deles, né? Então, o negócio tem que crescer independente da família, mas não pode perder a cultura, não pode perder essa paixão. E no papel de CEO, líder tem também os seus momentos de solidão, né? Porque quando você tem, você lidera alguém, mas você tem um líder, você tem a quem ensinar e de quem aprender, né? Sim. como é que você faz nesses momentos? Aonde você recorre? Quem que você busca? É no conselho, é em casa, é nos amigos? Depende muito do assunto.

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Depende muito do assunto, né? Eu acho que a gente tem que saber até separar quais assuntos para qual momento, para quais pessoas, quem tem competência para te dar. Exatamente. E quais assuntos não passar ninguém? Quais assuntos que a gente tem que resolver às vezes sozinho. É esse o momento de solidão que às vezes acontece, né? Para para tomar alguma decisão difícil que é inerente, que é importante pro negócio, mas que é uma decisão que vai mexer com outras pessoas que estão ali dentro, né? Então, tem vezes que são meus irmãos, tem vezes que é o conselho de administração por uma decisão estratégica, tem vezes que é o corpo diretor, tem vezes que é o meu marido, né? Ah, que é uma coisa que às vezes envolve a minha pessoa diretamente, mas e tem vezes que não é ninguém, que a gente tem que tomar decisões sozinho. A gente quer para dentro mesmo. Tem vez que Exatamente. Que aí aquele momento de parar, pensar, respirar, aquela meia hora que a gente fala de meditação, o pessoal fala tanto, ah, mas meditar, meditar, gente, as respostas vêm muitas vezes nestes momentos. Ela que você esvazie a cabeça, dá espaço para que a gente não dá tempo para esvaziar a cabeça, né? A gente não para um minuto. Então é nessa hora que a gente se dá o direito de parar que as respostas vêm, né? E a gente tem as respostas maioria delas. É, você faz a pergunta só para você já tá com a resposta dentro. Vamos botar o segundo vídeo do seu João, que acho que esse esse é interessante de ver. Olá, tudo bem? Eu gostaria de neste vídeo comentar alguma coisa que foi fundada o Tauá. Quando as crianças começaram a crescer, eu tive uma ideia de comprar um sítio. Aí comprei um terreno que não tinha nada. A gente começou a usar os quartos da casa de sítio como apartamento e construímos também 22 quartos.

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Simples, mas com interesse de conforto para as pessoas que lá foram. Nós trabalhamos em equipe, somos cinco. Outra Lizete ali. Vem cá. O Daniel, meu filho. Esse é o pão duro da família. Atualmente ele é que guarda o dinheiro, não deixa ninguém estar. E o organizador deste evento, o extraordinário João Luiz Cheque Rideiro saí de lá impressionadíssimo com a primeira, a simpatia e a espontaneidade da colega professora de geografia. O nosso trabalho conjunto, a nossa convivência durante todos esses anos foi extraordinária.

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Estes foram os princípios que nós começamos, tentando de todo jeito fazer com que as pessoas que lá iam ser feliz. E quando a gente faz alguém feliz, a gente também fica feliz. Uma das raízes do nosso sucesso é o tratamento diferenciado, ou seja, com muito cuidado. Iniciar o funcionamento do Tauá não foi fácil. Nas dificuldades as pessoas me sugiria, vende isso, fecha isto e se eu fizesse hoje não teria esta grande empresa que são hoje Hotel Resortes. Belí. É. É, é uma cultura realmente quem, quem conhece, eu te perguntei outro dia, né, da onde vem essa energia, né? Porque ela tá no DNA, né? É. E ele ele você igualzinho.

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É. E e aquele evento que ele tava terminando de falar, foi um evento que o João Luiz, meu irmão criativo, criou, chamava Minas Gerais, onde iam empresários mineiros contarem sua história. E foi um evento para 600, não tinham mais de 800 pessoas nesse dia. E ele contando a história dele foi lindo. E essa coisa da energia, né? como é que ele se doa no que ele faz, na história que ele conta, na energia que ele coloca, né? E a gente é movido a exemplo. Bom, vamos entrar agora no projeto de branding, que a gente foi o primeiro momento que você nos convidou para participar, né, da história de Tauá. Acho que foi em 2000 e a gente tava tentando lembrar de 2018 ou 201. como é que foi primeiro como é que surgiu a ideia de buscar um projeto de brand? Por que que vocês resolveram contratar uma empresa de branding, uma consultoria de branding para apoiar esse projeto de vocês? O que que, qual era a dor naquele momento? Olha, é quando a empresa começa a crescer, 2018 a gente estava com Caeté, a gente já estava com Atibaia, tinha o grande hotel Terma de Araxá e Alexânia estava em obras. E aí você começa a ter uma crise de identidade. Tá indo tudo bem, mas tá faltando alguma coisa que é o jeito que a gente tá se comunicando é o correto, porque a coisa foi crescendo rápido demais. Quem somos nós? O que que as pessoas acham da gente? A gente não sabia mais qual que é a imagem que as pessoas tinham de Tauá, porque em Minas era o Hotel Fazenda Tauá, aí em Atibaia já era Tauá Resort e aí tinha um grande hotel de Araxá. Então a gente começou a ter uma crise de identidade, né? em 2018, era um período também de transição, o Daniel ia assumir a companhia e a gente precisava entender qual que era a força do nosso negócio, né? A gente tava em São Paulo, tava abrindo no Centro-Oeste, indo para uma

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Outra região e tava um pouco perdido do que o que que é esse negócio. A nossa marca, né? Como a gente tá se posicionando é o que a gente é de verdade, o que a pessoa vive dentro do hotel.. Né? Então, primeiro, assumir isso foi muito difícil, porque pra gente como o empreendedor sempre tem certeza que a gente sabe tudo o nosso negócio. A gente sabe tudo, ninguém vai, não tá certo, tá dando certo porque tá dando certo. E e você vai me contar, você vai fazer uma pesquisa, vai me contar aquilo que eu já sei, né, Gian? Eu acho que a gente teve mais ou menos umas 12 reuniões, se não me engano, 12 exageram. Mas você me, Teve um dia que você me falou, Lizete, eu já expliquei, eu nunca expliquei tanto a mesma coisa para uma mesma pessoa. Essa eu vou contar. O Zete me liga numa a Como é que você chegou até a gente? Acho foi uma indicação do do indicação indicação do pessoal da da Locouamérica. Exatamente. Então recebem uma ligação, fizemos uma proposta, enviamos uma proposta, desenhamos um escopo de projeto. Aí me liga a Lizete, eu tô aqui em Atibaia no sábado. Você pode vir aqui? Pensei, falei: "Posso?" Aí fui, chamei o Alexandre, que atende a conta, né? Alexandre, vamos lá no sábado, vamos expli. Mas qual, qual que é o assunto?

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Não, eu queria que você me explicasse um pouco melhor a proposta. Eu nunca fiz uma reunião com uma pessoa que abria tela por tela, linha frase por frase, falava: "Me explica essa frase". O que que isso quer dizer? Detalhe, todos os detalhes. Eu nunca tinha feito uma reunião assim com ninguém, né? mineiros, somos um pouco desconfiados. Por um lado, eu achei ótimo, né? Porque eu fico com a sensação que a gente faz um baita de um trabalho para desenhar um escopo de projeto e a pessoa só olha pra última tela, que é onde tem o valor. e eu achei ótimo poder explicar cada detalhe do que tava desenhado ali, mas me surpreendeu porque eu falei: "Bom, essa realmente tá querendo entender o o valor do branding, né? Qual que era qual que quais eram as tuas dúvidas naquele momento, né? Quando você tava o que você comprou e o que você recebeu, você sabia que era?" Ex dúvida era o seguinte, ser aquela pergunta, né, do empreendedor?

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Será que isso vai aumentar a minha venda? Será que isso vai mudar a nossa história? Mas nós somos isso aqui mesmo. Mas ao mesmo tempo tinha uma coisa lá dentro dizendo, tem uma coisa desconexa aqui. A marca tá antiga. Nós não somos mais aquilo que a gente era em 86. Ou seja, você sentia vontade de de que você precisava daquilo, mas você ainda não entendia se aquilo ia mudar alguma coisa ou não. E será que precisava? Era aquela coisa, será que eu preciso mesmo? E aí você me apresentou e depois eu eu tentei apresentar de novo para meus irmãos. Eu te chamei de novo, apresento meus irmãos. Eu chamei de novo, até que e foi um foi um trabalho Herculo, para eu nem sei como é que a gente por fim resolveu e foi, foram tantas reuniões, né, e tanto trabalho da parte de vocês e chegamos nesse trabalho belíssimo que se, né, que mudou a reforçou, mas mudou a a vela no sentido de este é o caminho, mas mais do que isso, nos deu uma certeza de como posicionar esse caminho para todos, porque antes não tinha uma coisa clara de quem somos, para onde Vamos. E, né, e qual são as nossas fortalezas? É, e eu separei essa tela porque essa tela tava lá na apresentação, ela é um resumo de de como é que a gente definia a identidade de Tauá, né? E para para que vocês entendam um pouco o desafio ali, já existia Caeté, que era Tauá, já existia Atibaia, sim, que era Tauá.

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Eu me lembro que eu tirei até foto com as minhas filhas, fui, fui pegar essas telas, tinha foto das minhas filhas pequenininhas lá. tinha Caeté, tinha Atibaia, tava construindo Alexandre e já tinha o grande hotel. Já tinha o grande hotel, né? Então, a primeira a primeira grande questão é quem é Tauá, né? E o quem é Tauá? Eu até separei essa tela e esse era Tauá, né? A gente tinha todos os componentes, volta uma tela ali, todos os componentes, assim, a o que construía a identidade de Tauá, a grandiosidade, a dimensão, né? Que é aquilo que a gente fala que só cresce, nasceu, a ideia era ter 350, hoje tá indo para 1000 quartos. grandiosidade era uma era um dos dos componentes, a diversão que era uma mistura de alegria com água, né? Tem os tales, as piscinas e etc. E e a ideia de que as famílias se encontram lá e eu me lembro no nosso nosso mergulho, né, nosso diagnóstico, a gente ficou impressionado de ver como as famílias elas se encontravam e elas se reuniam lá e e reforçavam os elos familiares por estar ali, né? Então, esses três componentes eles se traduziam, aí pode mudar a tela agora, eles se traduziam nessa imagem, né? Isso, isso para nós era a marca Tauá, né? E a gente tinha o grande hotel. O grande hotel era isso aqui, né? Então, a o primeiro grande dilema que a gente tinha era: "Olha, tem uma coisa que é talá e a outra não é talá", né? E vocês imaginam que eu me lembro da fotografia, né? que aqui no lago tinha os brinquedões lá infláveis e e tentava se replicar nessa experiência, a experiência de Atibaia. E essa foi uma discussão, eu queria que até que você contasse um pouco, porque eu me lembro de eu falando isso para você, você me dizendo assim: "Não, não,

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Mas é Tauá, é tau aá". fala, não é Taalizade. Conta um pouco. Eu acho que tem aquela coisa de poxa, o que a gente tem de mais forte que é o nosso nome, a gente tem que fazer o nosso nome ficar conhecido. A gente tem que fazer o nosso nome para conhecido e nos leva a tomar decisões equivocadas, né? Que era querer deixar o nome Tauá num produto que não tinha nada de Tauá, mas a gente não tinha essa clara. A gente achava que a fortaleza de Tauá era o nome por si só e não era.. Né? E aí você me disse isso várias vezes, né? Em 2018 você disse: "So não é, vocês estão indo pro caminho equivocado e tal". E a gente tratava o grande hotel como resort. Não, e essa tela foi uma tela que a gente usou. Eu falei, vou botar em duas telas. Falei: "Isso aqui não é aquilo, você consegue ver visualmente, né?" É, mas a gente demorou anos, né? E e eu te falei, você deveria ter sido mais enfático naquela época. Você deveria ter brigado comigo. Você erro seu, você deveria ter brigado comigo. Você brigou pouco. Brigou pouco, né? Tanto que a gente depois conversou novamente e fizemos uma mudança em 2023. Aliás, quem não esteve no grande hotel de Araxá, eu estive recentemente, porque a gente fez um outro projeto, tive o desprazer de ter que me hospedar nesse hotel maravilhoso.

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É uma delícia, né? E ele tá completamente renovado, né? Então assim, exatamente, a gente fez o que deveria ter feito em 2018, mas sempre é tempo. Sempre é tempo. Sempre é tempo. Exato. Vão ter coisas inéditas, inacreditáveis e imperdíveis. é o Tauá do futuro com prêmios do futuro e loucuras aqui e você para de me irritar, tá? Você também. Então assim, nessa fase, o grande desafio, tem uma tela que mostra arquitetura de marcas aqui, né? Acho que é a próxima tela. Sim, eu acho que sim. O Colin tá procurando ali, né? É isso. Então, a, a primeira coisa que a gente fez foi dividir o que era Ta Resort, né? E a gente redesenhou a marca para mostrar tal resort, o grande hotel Termas de Araxá, dizendo: "Olha, esse aqui é um bicho, aquele ali é um outro bicho. A gente precisa separar essas duas coisas. E o Alegro, né, que também faz parte da estrutura do grupo Tauá, né, são três entidades distintas que precisam ter caminhos distintos, fazem parte de um grande negócio, grupo Tauá, mas não podem ser tratada da mesma forma, né? Então esse esse desafio de arquitetura de Marx foi um dos primeiros desafios que a gente enfrentou lá atrás.

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E assim, o que que você depois de ter feito, né? Porque sempre que depois passou 5 anos é mais fácil contar. É, agora é fácil dizer, não, era óbvio. Foi 2018, nós estamos em 25, fazem 7 anos já. É, 7 anos já. O que que mudou assim, valeu a pena o projeto, né? E o que que você acha que de fato mudou? você falou, ajudou a gente a entender o que que era realmente, mas o o que que mais mudou a partir desse projeto, né? O que que você conseguiu enxergar que você talvez não enxergasse se não tivesse feito? A gente enxergou qual que era a fortaleza do nosso negócio.. Enxergou o propósito claro do nosso negócio, né? E conseguiu botar a equipe inteira nesse mesmo caminho, nesse mesmo propósito, com essa clareza, porque não tinha uma clareza, tudo podia. A marca era usada de qualquer forma, de qualquer jeito, para dizer qualquer coisa.. Né?

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Então a gente fazia gato sapato dela, mas era era como o empreendedor faz quando vai começando, né? Então a marca trouxe clareza e trouxe um caminho, trouxe um destino, claro, né? E não é só a marca quando, e essa foi a minha minha dúvida, né? Como início ali trabalhando, que quando a gente começa a falar assim, mas é só trabalhar um logotipo? Não, não é logotipo, é muito mais do que isso, né? É por isso quatro reuniões. O que que tá por trás disso? O que que isso representa? Qual que é o conceito disso, né? E o que, como que isso quer se posicionar, como é que essa marca quer se posicionar, né? O que ela diz e o que ela pode o que ela não pode fazer mais do que isso, né? Exato. Né? O que faz sentido isso. Eu eu tenho, a gente tem até o então assim, aqueles eram os componentes, essa era a arquitetura da máquina, tem a marca do grupo ali em cima, que essa é a surpresa. A gente vai falar um pouco mais disso lá no nosso é o que você fica me irritando. Se você ficar até o final desse podcast, eu garanto para você que o inesperado, né?

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Qual que era o último i mesmo? Eu esqueci. Inacreditável. o inacreditável e o inesperado. E o inesperado. É isso. E o você vai ter o inesperado. Fica até o final que você vai ter uma oportunidade incrível de contribuir com a história do grupo Tauá, né? Então você contribuindo com a história do grupo Tauá, mas você também vai ganhar o seu presentinho, né? A gente não vai contar agora, vamos esperar chegar no final. Então o primeiro desafio era esse. Só que como traduzir isso para comunicar a identidade da marca? Então a gente traduziu numa frase, né, que muitas pessoas para dizer, mas essa que que essa frase vai mudar na nossa vida? muda tudo, né? Porque ela buscava condensar os aprendizados desse processo. E essa frase era a vida, o que que Tauá representa? Que significado ele tem que ter para as pessoas? É a vida com mais sorrisos, né? Então eu vou pedir para passar o vídeo que contava essa história, né? Se é um vídeo lá de trás, né? Se a vida tivesse menos e mais, menos carros e mais natureza.

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Menos elevador, mais escorregador, menos callença. Menos sofá e mais solto. Menos e-mailos frios e mais piscinas quentinhas. Menos drama e mais teatrinho. Menos arroz com feijão e mais e se a vida tivesse mais Tauá? Tauá, a vida com mais sorrisos. Ou seja, se a vida tivesse mais Tauá, né? a vida com mais sorrisos, que é justamente deixar de ter um monte de coisa que é faz parte da vida, né, mas que não é tão agradável, né, que a gente pudesse ter mais desses momentos especiais e e essa esse início, né, que deu início a uma grande mudança, né? Então, compreender isso muda tudo, né? Muda tudo porque você começa a pensar o seu negócio a partir dessa perspectiva, né? E aí você falou do logotipo, né? Essa era a marca do grupo Tauá. Antes na hora que a gente fala que a vida com mais sorrisos, como é que eu posso continuar com acidente? O logotipo ele não é o ponto de partida, né? Ele é uma tradução daquilo que a gente identifica, né? Então, primeiro você começa, depois você melhora, né? Depois e obviamente continua melhorando, né? Então isso é, a gente redesenhou a marca e tem também os a linguagem da marca, tem uma série de coisas que a gente fez aí, né? e mas esse conceito vem até hoje, né? E aí vem

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Um outro desafio, como é que você renova, porque aí esse conceito, além de ter sido, né, uma um revelar do propósito, ele tem que permanecer, ele continua lá. Ainda tem que significar isso, mas aí eu preciso comunicar de um outro jeito. Como é que você, como é que é esse desafio de, de renovar esse espírito todos os dias, né? Olha, eu acho que a a frase a vida com mais sorrisos não vai sair nunca. Não vai sair nunca. Acho que essa essência, né? E aí veio depois o propósito nosso, que é fazer pessoas felizes, que tá tão alinhado com a vida, com mais sorrisos, né? Essa essência ela não vai deixar desistir nunca. A gente pode sim modernizar, mas o conceito, aquilo foi tão genuíno e tão profundo da nossa forma de ser, porque buscou a cultura, que é a coisa mais importante que a gente tem.. trouxe ali, né, a dimensão da grandiosidade, ah, da diversão, mas sem perder o que a gente tinha de mais importante, que era a cultura do agradar, que era a cultura de cuidar das pessoas, porque se a gente cuida, a gente gera mais felicidade, a gente gera vida com mais sorriso. Então, o nosso papel agora é deixar isso vivo, modernizando a medida que é necessário.

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Ainda não foi, né? O que a gente, o problema que a gente teve hoje foi que ah, o grupo foi crescendo.. Né? A vida com mais sorriso, ela é atual, mas os outros produtos que foram entrando no grupo Tauá, né, eles trouxeram mais elementos, mais complexidade, mais complexidade, né, que a gente falou, não, gente, o grupo Tauá, que não é o Tauá Resort, é o grupo que é mais além disso, né, ele representa mais, né, do que o que a gente diz hoje, que aí foi o novo desafio que você ficou me irritando tanto, falou: "Esse troço não tá bom, esse troço tá ruim". Eu falei: "Se você tá achando ruim, faz melhor", né? Já que você tá falando, então faz que você tá, faz melhor, né? A gente vai entrar em breve. A gente vai entrar nisso. Eu queria antes de entrar nisso, pra gente falar dos Tal Alegres, porque a gente talade, vamos ver primeiro o o segundo vídeo, que eu acho que é um uma segunda Ah, tá aqui o tal Alegre. Depois a gente vê o segundo vídeo. Depois a gente vê o segundo vídeo, que esse aí vamos contar um pouco o papel dos Tal Alegres, né?

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Porque a gente teve um projeto especificamente para pensar os tal Alegres, né? Esses eram os primeiros. Eu fiquei impressionado com essa foto, né? Parece a carreta furacão, né? Olha, olha. Então hoje, né? É. Outro dia eu vi o Walt Disney com o primeiro Micken. Me deu um alívio. Exato. Eu tenho, eu tenho essa, eu tenho essa foto que dá um ol. Tá tudo bem. Tá tudo bem. Exato. Primeiro você começa, né? Até aqui a frase, né? Então era e como é que foi o como é que surgiu essa ideia dos Tal Alegres? Foi o João que que foi o João, obviamente foi o João Luiz que criou os tales. Não só o Tal Alegres, como todos os personagens a criação do João Luiz. E era o João Luiz é tão sábio que ele buscou. As pessoas voltam aqui pela diversão, pela o entretenimento, pelo atendimento, mas a gente precisa gerar mais conexão.. Se a gente gera conexão com essas crianças, porque o nosso foco é a família, elas vão se apaixonar pelo Tauá, mas fora do Tauá também. Elas vão levar algo que que não esteja só na memória, mas que gere uma conexão afetiva. Não é só o espaço, né? Não é só o espaço, tem uma conexão afetiva, né? E aí ele veio, veio com a questão dos personagens, mas não era personagem por si só, é a história que você trouxe tão forte, né, Gian para ter forte os Tal Alegres, a turma, né, os amigos Tal Alegres, eles têm que ter uma história muito clara e muito viva, né, para gerar conexão. Então a gente viu que era o Tauá fora do Tauá. E eu não esqueço o dia que chegou um pai para fazer uma compra no telefone, falou: "Gente, eu preciso ir no hotel que tem o esquilo, porque minha filha só fala do esquiloito, que é o pepito, né? e receber a conexão que gerou, né? Foi o além ali. E aí a gente fala de ser a próxima Disney brasileira e que vai levar a gente a ser a próxima Disney brasileira, né? Grande parte disso serão Tal Alegres. Serão Tal Alegres. E isso

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Foi como começou e assim é como eles estão hoje, né? Então, exatamente, vamos falar o nome de todos, né? Essa, essa, essa é a Maritaca Fala Mança, fala mança. Esse é o indígena Tori. Esse é o nosso construtor, o Pepito, o J Vic, a Vivi Sorriso e o Peixinando. E E como é que a coisa é viva, né? A a a Maritaca não era uma maritaca, ela era um papagaio.. Né? E ela virou a maritaca. Eu eu já até quase cometi um falho aqui. Lembrava do papagaio. E lamentava você cometer porque você faz parte da construção da maritaca, né? A idade vai deixando a gente desse jeito. É. E eles contam a história do Tauá, de onde surgiu o Tauá, né? E eles fazem parte dessa história. Toda manutenção do Tauá e toda a obra. Quem cuida o pepito, aliás, ou pensa um esquilo que trabalha, né? Porque não falta obra. E não são só eles, né?

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Porque tem os Tal Alegres, na verdade acho que é legal contar um pouco da história, né? Os Tal Alegres eram os tios e tinham os personagens. Num determinado momento a gente disse: "Olha, é uma coisa, a gente precisa reorganizar isso tudo". Isso. Isso é uma coisa só, né? Só aí tem os os personagens humanos e os personagens figuras fofinhos, fofinhos. E eles interagem, né? Porque e é interessante para quem vai no Tauá você entender que isso aí faz parte da experiência de Tauá, né? Não é? Faz super parte da experiência. E isso hoje é tão forte pra gente que a gente tem uns quartos temáticos. né? é que são baseados na história deles. Hoje qualquer qualquer obra que você for no hotel, quem vai estar contando a história da obra é o Pepito. Hoje o Parque Aquático Indor tem a casa da Maritaca Fala Mansa, que ela mora num jovira, então passa por dentro da casa dela e ela é uma fala monster. Ela ela tem os fala musters porque ela é muito famosa, ela é uma tiktoker, né? Então, é, a gente tem que também estar alinhado com a nova geração que vem vindo, contando a história do hotel, mas alinhado com essa nova geração. Qual é o futuro dos tal Alegres? Dominar o mundo. Outro, outros negócios, né? Né? Com certeza. Outros negócios. Outros negócios. Hoje a gente já tem essa necessidade de estar fora do Tauá por pedido dos próprios dos próprios hóspedes, né? É festa de aniversário alegre. Exatamente.

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Exatamente. Então eles são potencializados através de pontos de tangência dentro do negócio. E a gente tá levando esses pontos de tangência para fora do negócio também agora. Legal. Então vamos falar do futuro do negócio. Primeiro. Vamos mostrar o vídeo do do seu João. A gente já mostrou os dois, né? Já já mostramos do Agora é o novo o novo momento. Isso. É. Agora é o novo momento da marca, né? Quem busca um lugar para toda a família sorrir, encontra sempre Tauá Resortes. Aproveite e escolha o seu pelo Brasil. Tauá, único para quem quer tudo. Único para quem quer tudo. Único para quem quer tudo. Então o que que é isso?

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Lembra da grandiosidade, da diversão? Como a gente dizer, da grandiosidade, da diversão e desse acolhimento, né? Você vai lá, você vai ter tudo que você precisa num só lugar para você, pra sua família, pra sua empresa. Então é o único para quem quer tudo. Você não precisa sair de lá, né? Você não precisa sair de lá. Bom, agora vamos falar de futuro, né? E aí vamos começar a revelar o porque. Como é que surgiu essa ideia, Elis? Surgiu essa ideia primeiro por você me irritando, né? Desafiando, falando que a marca do grupo tava ruim. E aí na apresentação, quando eu olhei aquilo, eu falei: "Eu não posso, vou definir isso sozinho, não posso". Eu falei: "Não, G, a gente precisa conversar, mostrar isso pra frente". Como é que nós vamos decidir isso, né? A gente tá fazendo, para quem não conhece Lizete, a gente tava fazendo apresentação, né? E aí entrou o Fred, acho que na sala. Você disse: "Gian, apresenta, tava Carol lá também.

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Apresenta aí pro Fred. Eu tô lá apresentando. Não reparei. A Lizete saiu da sala e foi lá gravar um um RS, né? um stories, um stories dizendo, "Ó, nós estamos aqui". E já começou a dar spoiler da mudança da marca ali ao vivo. Eu não tô nem sabendo disso. Depois ela entra na sala, fala: "Como é que eu vou decidir?" Aí gravando de novo, né? Me bota lá no assento, quem vê a minha cara vai ver que eu tô sem graça ali, né? Como é que nós vamos decidir isso? Aí eu fiz a provocação. Então vamos fazer no nosso podcast, vamos dividir com com a audiência. É, eu acho que primeiro é uma coisa muito importante pra gente que é onde a gente vai no futuro e o que representa a marca hoje, né? E você me desafiou, achei que você não ia chegar em lugar nenhum. Você chegou, as pessoas vão ver, né? E aí você me trouxe um problema maior, porque se fosse só duas, a gente trouxe quatro. Como é que decide isso? E eu acho que a gente, a gente gosta muito de decidir as coisas muito junto com a equipe, junto com as pessoas que nos visitam, que acreditam no trabalho, tá lá. Eu acho que essa essa crença, essa gratidão e a gente tem uma recorrência de 60%, quem vai no hotel, a cada 100 pessoas 60 vão duas, três vezes por ano. Então de fazer parte disso junto, de construir isso, porque realmente eu também não tenho aí a resposta e a verdade também tem dúvidas, então vamos pedir ajuda, começar, vamos começar dando contexto para eles, né?

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Então assim, por que por que pensar numa marca de grupo? Vamos começar a falar um pouco sobre o futuro de Tauá. Essa marca do grupo, ela representa uma história de crescimento, né? a gente tem os hotéis, que são os ativos, e o grupo ele junta esses ativos e tem um plano de futuro, né? Vamos começar falar um pouco sobre qual é o futuro do grupo Tauá, né? O que que tá sendo planejado hoje em dia. Olha, o futuro do grupo Tauá, a gente tá para abrir um novo resorte no Nordeste. Já estamos com pipeline de um outro resorte no Sudeste. Aliás, tem foto, tem foto lá de João Pessoa, né? Tem foto de João Pessoa? Tem tem foto da pessoa é acho que você era um pouquinho mais nova nessa foto. Opa. Ó lá. Já fant já tavam planejando lá lá atrás em Cabo Branco. Cabo branco. Hoje a gente tá no polo turístico de Cabo Branco. Olha que loucura. Esse é o próximo hotel, né? Esse é o próximo hotel. Esse é o próximo hotel. A gente já estava ali marcando território.

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Marcando território. Essa área vai ser minha. Ó a poso da Lizete. Essa área vai ser minha. Ô gente, que loucura isso, né? Mas o grupo Tauá, ele tá numa fase de crescimento. A gente quer ser o quinto maior grupo de o primeiro em 5 anos, né? O primeiro maior grupo de resortes brasileiro, né? E a gente precisa de algo que envelope isso, porque não é só um grupo de resortes.. Resort é o que a gente tem de mais forte no nosso negócio, né? A Tauá Resort é o Caeté, Atibaia, Alexânia, agora João Pessoa. Mas a gente tem um hotel de experiência que é o grande hotel, né? vindo já da sugestão de 2018 aplicada em 2023, temos o hotel corporativo que é o Alegre e surgem novas oportunidades, né? A gente não vai apresentar isso hoje, mas já temos ainda, já temos construído, né, Gian, novos hotéis conceito, já tem isso desenhado paraa estratégia futura.

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Então, como é que a gente vai ter uma marca que conta tudo isso sem perder a nossa essência, né, que é gente, que é alegria, porque alegria ela não pode perder, mas ao mesmo tempo ela tem um hotel corporativo, um hotel de experiência e tem os resortes, né? Então, como que nós vamos chegar no futuro com uma marca que seja boa o suficiente, excelente para para poder que nos represente da melhor forma? Essa foi a minha provocação, né? Eu disse, "Lizete, essa marca aí não não representa o grupo Tauá". Então vamos vamos repensar. E obviamente ela eu dei uma, ela devolveu a outra e aí a gente fez essa apresentação. Então o que que a gente vai dividir com você agora? A gente vai mostrar as quatro opções que a gente mostrou para vocês lá. São quatro alternativas de mudança. A gente vai colocar um site no ar que vai ter o QR code aqui na tela e um link na descrição para você poder acessar e você vai votar na marca que você acha que que melhor representa o grupo Tauá. E aí eu vou dar alguns critérios para você antes da gente mostrar, né, se você quiser ir anotando quais são os critérios que você tem que levar em consideração. Então assim, essa marca ela representa a identidade do grupo. Então assim, esse logro tem que refletir um pouco dessa história, né? né? Então, quando você olhar pra marca e olhar pra linguagem da marca, como é que eu vou escolher? Qual é a qual é a marca que melhor representa essa história que a que a Lizete acabou de contar, essa história da família e também essa visão de futuro, né?

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Segundo, né? Memorabilidade e diferenciação. Então, assim, será que essa marca ajuda a destacar das outras marcas que existem no das outras marcas de grupo, né? Então, se quiser dar uma pesquisadinha aí qual quais são as outras marcas de grupo, né? e olhar ela em comparação também é interessante, né? Por que que eu tô insistindo nisso? Para não ficar no gosto, né? Ah, gostei mais dessa, né? E o que a gente tá buscando aqui não é um gosto ou outro gosto. A gente quer saber a que mais representa essa história do grupo, né? E o último, né? Mas não menos importante, a marca que reforça o posicionamento do grupo, né? E qual é o posicionamento do grupo? É a vida com mais sorriso, né? Então esse foi o acho que até a primeira frase que a gente usou na apresentação foi isso. A nossa inspiração para redesenhar essa marca é traduzir nessa marca, não necessariamente de uma maneira direta, mas ela tem que est contido na marca.

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Essa história da cultura dos sorrisos, né? Porque isso tá em todos os hotéis, né? Esse é o DNA que vai, independente de se é resort Tauá, se é grande hotel, Termas de Araxá ou se é alegro, se alegro ou se é as as novas bandeiras, né? tem que tá lá a cultura do sorriso. Então, qual é a a a alternativa que melhor representa essa esse DNA, né? Então, vamos começar a revelar. Vamos alternativ. Precisamos de ajuda, gente. Precisamos de ajuda. Então, por favor, ajuda a gente. Isso é muito estratégico, é muito importante. Então, Gian, ninguém, ninguém divide essa decisão com com os outros. Normalmente é uma decisão que fica dentro de casa, né? Mas a Lizete, do jeito dela, decidiu que ela ia abrir essa decisão para todos vocês. Então vamos lá. A gente fez quatro rotas criativas. A primeira rota criativa é essa. Vamos começar. Ela nasce, né, desse símbolo, né, que é a representação do sorriso, né, mas colocado na marca do grupo Tauá de uma maneira muito, delicada, né? Então, o acento de Tauá representa, né, o que dá o acento da palavra, né, aquilo que cria a característica mais mais proprietária do grupo Tauá. E aí a gente tem as aplicações. Então, aqui eu vou falando de algumas características, né?

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A gente tem a cor verde, né? A gente vai ver outras alternativas com outras cores. Não se apegue tão as tanto as cores, porque a gente pode usar um azul, que é uma outra rota. Eu acho muito chique. A gente tem uma marca que pode estar, imagina, pode estar na porta do Alegre, do grande hotel, dos resortes, que que vai mostrar a força da dessa história, né? Eu acho essa placa esquerma. Essa essa imagem você falou: "Não, vamos olhar por ela, né?" É, eu acho isso isso chiquerme. Dá para projetar o futuro, né? Isso me mostra o futuro. Exato. Então é essa é um uma das marcas, né? uma das possibilidades, a gente vai ver o comparativo delas e também a marca atual aqui, algum o que a gente chama de linguagem da marca, né? Se eu for fazer uma comunicação interna, uma conferência sobre a cultura do sorriso, como é que essa marca se comunica no palco, né? Como é que ela assina com as outras marcas um um uma campanha, né, explicando os hotéis do grupo, como é que ela se comunica, né, de outras formas, né? Então, como é que essa, qual é o desdobramento dessa linguagem? como é que você olha essa expansão da linguagem? E aqui a gente tem um comparativo, né? Então, essa é essa é a primeira rota.

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Então, para, tira um print da tela, fotografa no celular para você ficar olhando. é, essa é a marca atual, aquela é redesenhada. Então, a gente corrige algumas coisas. Essa era a minha provocação. O equilíbrio das letras. Eu não vejo aqui nada da cultura do do sorriso representado, né? Então como é que a gente dá mais leitura para cada uma das palavras? Como é que a gente divide a palavra grupo de Tauá, hotéis e resort e assim por diante. Então essa é a primeira alternativa, tá? Agora vamos pra segunda alternativa. Apaga tudo que você viu, né? Próxima gente vai sofrer a mesma coisa que que as pessoas sofrem quando a gente apresenta, né? Ó, e para Ô, gente, eu sei que é difícil quem tá assistindo, eu sei que é difícil. Tem que ser uma marca que represente a gente nos emocionadores, que a gente tem orgulho, uma marca que as pessoas que vão ao hotel, poxa, poxa, que lugar legal, isso aqui é seja aspiracional, eu quero ir naquele lugar, placa legal e que seja legal pro mercado, para fora.

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Quem tá vendo isso e não conhece, nunca ouviu falar, facha, poxa, né, que que marca interessante, quero conhecer, viu, gente? Me ajuda lá. Vai ter surpresa no final, vai ter surpresa no final. Vai ter surpresa no final. Não existe almoço grátis. Não tem almoço grátis. E, essa é a segunda rota. Ela nasce da mesma inspiração, mas ao invés de colocar ela lá no assento, a gente coloca esse símbolo numa outro num outro lugar, né? E esse símbolo, ele nos permite fazer desdobramentos. Então, acho que a gente vai ver a evolução disso, né? A gente tem a letra T ali, que quando a gente separa a letra T e junta ela com sorriso, ela dá um outro elemento de marca que pode ser trabalhado nessa marca, né? Então, é a representação gráfica da cultura do sorriso, né? Cada um vê um uma imagem diferente nessa imagem, né? Teve gente que viu um rosto, teve gente que viu um alguém de braços abertos, né? Né, cara? mas é uma outra alternativa, né? Como é que a gente representa a cultura do sorriso nessa revitalização da marca? Aqui a gente já começa a ver mais claramente as o uso das cores, né, de Tauá, né, que é a irança, o verde misturado com amarelo.

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É uma marca mais alegre do que a do que a anterior, né? uma outra alternativa, então aqui um pouco o desdobramento de linguagem, né? O uso do ícone, aplicado, quando a gente usa com a marca, com o ícone, ele não tem a marca embaixo, mas quando a marca tá sem o esse esse sorriso, ela volta junto com a marca. Então aqui algumas aplicações, né, pra gente ver. Então essa é a segunda alternativa. Então temos duas alternativas, né? Primeira ou segunda. Vai pensando aí depois vai ter presente para vocês, hein? Vai ter, vai ter surpresa, não vai? Vai ter uma surpresa. Vai ter uma surpresa. Você já fez isso que o senhor vai fazer hoje? Não. Você nem sabe se vai fazer mesmo, né? Não, eu vou fazer uma surpresa só. Se é uma surpresa. É uma surpresa. O povo é uma bruta. O povo aqui tá provocando ela. Brut. desde a hora que eu cheguei. Bora lá. Terceira rota, como representar a cultura do sorriso? Essa aqui uma outra representação. Vamos lá. Vamos ver. Grupo Tau A. E a gente tem um elemento que é aquele elemento anterior que ele tá destacado. Avança aqui, né? Aqui a gente tem uma mudança de cor, né? Então, a mudança de corada nas outras, então não se apega tanto à cor. A cor pode ser pode variar, como a gente faz várias alternativas, a gente estuda cores diferentes, mas a linguagem dessa marca é um pouco diferente, né? Também aproveita a questão dos dos elementos gráficos do símbolo ali, o T de tau a com sorriso, do grupo tau a mas a gente vai fazendo o desdobramento dessa linguagem de uma forma diferente, né? E claramente quando a gente vê o comparativo, a gente vai ver que a experiência é diferente, né? Então, a primeira marca cria uma identidade e um lookf para pra marca do

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Grupo. A segunda um pouco diferente, mais alegre. Essa aqui um pouco mais sobra, com elementos mais modernos que são aplicados também na linguagem. Então a gente vai usando esses recursos gráficos para construir os elementos de linguagem da marca. Então essa terceira alternativa, essa é mais sobre, é um pouco mais sobra e a gente e ela parece muito com a com a inicial, com a atual, né? Você falou que a que mais parece, né? É, quando você olha assim, é a que mais parece com atual, mas assim ela tem prós e contras, né? o contra que eu não vejo claramente aqui na marca o sorriso representado, né? Lembro da nossa primeira discussão, mas ela é uma é uma das é uma das opções que a gente tem, né? Então essa é a terceira opção. Agora vamos pra quarta opção. Vai anotando aí qual que é a sua preferida. Quarta opção, nasce do mesmo elemento, só que ao invés de ele ser um elemento à parte, a gente traz o sorriso para dentro das letras. né? Então, o grupo Tauá, ele absorve nas letras A o sorriso, a cultura do sorriso. E aí essa é a terceira alternativa da gente eleger a marca do grupo Tauá, nova marca do grupo Tauá. É, essa me traz uma coisa indígena nos as. Engraçado. Eu acho que é um movimento, é um movimento ali do ar, né? E ela também tem os seus recursos de linguagem, né? Que nascem de um exercício gráfico em cima dos elementos da marca, né? Então o o a letra U, né? Eu tenho o sorriso nos, mas a letra U também é um grande sorriso e ela forma esses elementos gráficos que são estendidos aqui, né? A gente tem a caixinha ali que mostra o U preenchido, né? E e o recurso da como o sorriso tá na tipografia, nessa rota a gente usa a tipografia, né?

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Aplicada de diversas formas, interagindo, né? E ela como a tipografia como elemento gráfico, né? Então essa é a terceira, a quarta alternativa de mudança da marca do grupo. Então, temos quatro opções. Vamos ver o comparativo. A gente tem a marca atual, que é aquela de cima, com as quatro opções. Vamos ver na linguagem que eu acho que fica mais fácil, né? As plaquinhas, né? Vamos deixar um pouquinho as Deixa um pouquinho as plaquinhas pro pessoal ver. Eu adoro essas plaquinhas. As plaquinhas, né? Então, olha aí as quatro marcas. Vai anotando aí a que você mais gosta. E agora vamos botar na tela, eu vou pedir na edição pra gente colocar na tela as quatro as quatro alternativas. Então, como eu disse, a gente tem um site no ar. Agora a pessoa pode acessar o Q, vamos botar o QR code na tela.

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Vamos podemos botar pro QR code, né? um link, mas também pro QRCode, aponta o celular pra tela, clica no link que aparece no QR Code. Se você não tá com o celular na mão, entra no link que tá na descrição do vídeo e vota lá qual que é a marca que você acha que melhor representa a a marca do grupo. Rota 1, rota 2, rota 3. Tá escrito lá embaixo, vocês estão vendo aí na tela. Rota 1, rota 2, rota 3 e rota 4. E o que que a gente vai dar de presente pras pessoas? Eu acho isso tão estratégico e assim a gente tava nessa nessa discussão e quando eu vi eu falei: "Gente, eu tenho que levar isso para as pessoas verem, nos ajudarem nessa construção, porque isso eu vejo isso muito no futuro, assim, no momento do futuro, essa marca tem que tá lá, né? Eu brinco merit que nos aguarde, vai ser o Tauá lá e a marca do Tauá do lado. E assim, o que que significa ah Tauá?" E as pessoas às vezes não entendem, nem todo mundo conhecem todos os taças, né? Foram todos os Tauá. E aí a gente discutindo falando como é que vai votar, vai votar. Você deu os atributos o que as pessoas têm que olhar para votar, né, para analisar.

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Mas eu fiquei pensando e se quem votar concorrer a conhecer todos os tauás com a família, todos com passagem, com tudo, vai fazer um all the world nos Tauás. Pena que eu não vou poder participar, né? De jeito nenhum. Tá fora. Já foi. Tá. Vocês vão me dar trabalho já. Você já me dá trabalho. Você já me É, você já me dá trabalho. Então, com acompanhante vai a família, né? Tem as regrinhas aqui, gente. Tem que ver as regrinhas aqui no no regulamento. Então, vota vai ganhar para aí no Tauá. Caeté, Atibaia, Alexânia, Araxá, até no Alegro, né? Conhecendo todos os hotéis para entender também o que que essa marca se Mas é uma pessoa que vai ganhar. É uma é um ganhador entre os que votarem. É isso. Todos que votarem vai ter ganhar. Todos que votarem, eles vão um um vai ganhar e pronto, acabou esse negócio. E vai ganhar, vai ganhar a viagem. Hã, vai ganhar as viagens. A viagem com aéreo, com passagem. Você vai escolher, você vai justificar a sua escolha e a justificativa é importante para você concorrer a ganhar ou não. Então, a escolha vai ser pela justificativa. Você vota na marca e coloca justificativa o porquê daquela marca. E a justificativa mais legal daquela marca vai ganhar a viagem para todos os taçes. Perfeito.

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Todos os tauás com aéreo, com transporte, com tudo. E o que que você quer que ela faça mais? Regulamento. Imperdível. Não, imperdível. Imperdível já é essa viagem. O imperdível já é a viagem. Esse é isso é inacreditável mesmo. A gente dá viagem para todos os lugares para todos. E o imperdível tem mais, né? Você combinou? Eu vou, então vou combinar o seguinte. Vamos lá. É, é, você convidou agora. convidou. Essa essa é minha conselheira, eu vou te falar, ela me dá muito trabalho. Então vamos fazer o seguinte, todo mundo que votar nos ajudar a escolher vai poder reservar nas próximas 24 horas com 24% de desconto qualquer período. Todo mundo que votar, todo mundo que votar nas próximas 24 horas nós vamos colocar, então, vamos dar um jeito de colocar aqui um um código promocional, mas tem que ser das próximas 24 horas o cupom com 24% de desconto. 24 horas 24% de desconto qualquer período. Esse tá valendo para quem votar em todos os hot para todo mundo. Em todos os hotéis. Todos. Meu Deus do céu, gente. Eu tô aqui falando, vocês ficam insistindo. Que coisa. Tá. Não. Então o seguinte, que eu nunca fiz antes na vida, eu sou a mais chata antipromoção. Olha só, deu a louca na CEO. Tomara que eu não me arrependo depois. De agora 8 horas da noite, né? Até 8 horas da noite de segunda-feira.

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De segunda-feira, 30% de desconto, fazendo chequin de agora até o dia 30 de junho, ó. Só valendo de agora até 30 de junho. Que mais, Carol? Pix. Então, ó, 30% de desconto mais 10% do P do Pix, 40% de desconto de chequem agora. até o dia 30 de junho de 2025. Só vale até 8 horas da noite de segunda. E aí acabou a brincadeira com esse promocode que vai tá aqui na tela e acabou. Tá bom. Tá satisfeita? Que coisa. Ai gente, continua o assunto, continua o assunto que eu tô aqui aflita. Então pera aí, vamos lá. Ai meu Deus. Quem votar e colocar a justificativa vai ganhar uma pessoa, vai ser escolhida para ir para todos os hotéis com tudo pago, três pessoas.

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Isso. Além disso, então esse é um é um plus a mais, é um plus para todo mundo que ajudar a gente a escolher. Então todo mundo que tá votando vai ter durante 24 horas. Não mais do que isso. Não dá para sustentar isso não. 48 horas nem pensão. Meu Deus do céu. A gente tem que escolher a marca 24 horas. 24 horas só para quem votar qualquer período, em qualquer hotel, tá? Isso já é inacreditável, imperdível. Se eu tô votando e eu quero mandar para 55 amigos, não sei porque eu escolhi o número 55, seus amigos vão ter que votar. Se eles votarem, eles também eles podem ir com o mesmo discó. A gente precisa que vote. Preciso a gente tem que escolher, gente. A coisa é muito importante pra gente. Fala aí. Ah, ah, ponto. Então, vamos lá. Muito importante. Vota, escreve a sua frase, você concorre. Se além de concorrer, você pode durante as 24 horas ter esse cupom de desconto que é 24% em todos em qualquer lugar, em qualquer válido por só durante esse período das 24 horas. Fez a reserva já vai ter 24% de desconto com o cupom.

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Além disso, você também precisa seguir o Instagram, tá? Tauá Resorts e o da Lizete. Lizete Ribeiro. E se quiser seguir o meu também pode seguir. Qual que é Gian? G Franco_line G Franco Lizete Ribeiro Tauá Resorts. E nós vamos resolver isso junto, gente. Não é sorteio, é concurso cultural. Então a melhor frase ganha. Tem que escolher o que você mais gostou e colocar uma frase: "Por que você gostou mais disso?" E a justificativa é o que vai contar. A justificativa é o que vai contar. Combinado? Então é o seguinte, você que não entendeu, para tomar essa decisão, a gente precisa da sua ajuda. Você vai ganhar, vai concorrer a uma viagem com três pessoas para todos os hotéis. Além disso, você vai ter por 24 horas a oportunidade, vai que você não ganha, já reserva aí os 24, vai ter outro, né?

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Nunca. Teve alguma vez você deu 24%? Nunca teve. Não, não é Black Friday, gente. Não é Black Friday. E você não esquece de seguir o Instagram do Tauá e da Lizete. O meu é não precisa seguir só se só se você vai tá aqui embaixo na tela, vai tá aqui embaixo porque vocês vem as minhas brigas com ele. Exato. Então tá. Então a gente precisa de você para tomar essa decisão e é isso. E construir esse futuro com a gente. Muito bom. Que é só o começo, está só começando. Bom, estamos chegando, infelizmente a gente tá chegando no final aqui do nosso podcast. Lizete, eu queria te agradecer imensamente assim, primeiro você aceitar essas loucuras, né? Você me fez a provocação, eu devolvi, você falou: "Vamos embora, né?" Então, primeiro, a confiança que você tem no nosso trabalho, né? queria te agradecer demais de você ter aceito vir aqui no podcast, né? Essa é uma iniciativa nova que a gente tá desenvolvendo. Então, você que eu disse inscreve, dá o like, sempre quis dizer isso, né? Agora até esqueci a frase que eu tinha anotado aqui para não esquecer a ordem, né? Dá o like, se inscreve e ativa o sininho para as notificações, né? Mas eu queria te agradecer e te dar a última palavra, né? Para para dizer tchau paraas pessoas, pediu para elas votarem de novo, né? Gian. acho que uma das coisas mais importantes que a gente tem na vida é gratidão. E muitas pessoas passaram pela nossa vida e algumas passam e ficam e que nos ajudam a construir essa história, né? E a gente teve essa história junto lá atrás em 2018, quando a empresa ainda não tava o que ela é hoje, ela estava em processo de crescimento, mas foi fundamental a sua participação, a participação da Pande nesse processo de mudança. E não foi só ali. E eu não esqueço que você me disse um dia assim, a gente não tem clientes

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Aqui, a gente tem parceiros, porque lá no seu escritório, né, não sei, as pessoas não vão ver, mas um dia depois você posta uma foto, tem um estante cheio de produto, cheio de coisa para ser, ih, aquilo ali deve ser só a mineira que sou. Aquele ali é só acabar. Isso aí não deve ser não. Falei, mas se tudo é seu cliente, mas esse aqui, esse cliente não, já tenho alguns anos. Eu pensava, mas como alguns anos? E já é o quarto projeto que a gente faz junto, que vai ser de muitos, né, por causa da sinergia de acreditar e de fato fazer com coração. Então, minha gratidão, obrigada. Obrigada por compartilhar esse momento. É muito importante pra gente. Você sabe disso, né? Você sabe dos planos. Uma delícia estar aqui contando a história, trazendo imagens inéditas, imagens, vídeos inéditos da família, coisas que estavam guardadas ali no fundinho, que foram foram retiradas e que contam muito sobre a nossa história, né? Então, uma alegria tá muito, muito feliz de estar aqui junto e de poder dividir, né, esse momento, fazendo essas loucuras, né, mas que eu tenho certeza que vão levar a gente muito mais à frente. Ó, vou, eu fiquei emocionado.

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Obrigado. Ah, meu amigo. Obrigado. Obrigado a todos vocês que ficaram até agora. Lembrem de seguir a gente nas redes sociais, seguir a Lizete e o Instagram do grupo Tauá. E a gente se encontra no próximo episódio. Muito obrigado. Até.